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Os Penetras
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O bom elenco nos traz esperanças aqui não correspondidas. O filme é fraco, porém não a nível de Agamenon, é possível assisti-lo todo numa boa, tem lá seus momentos divertidos.
A grande proposta não tão presente seria o retrato d'um Brasil naturalmente malandro, com determinados indivíduos especializados nessa arte da esperteza, da pilantragem.
O filme de fato poderia enveredar-se por caminhos de maior graça, talvez o erro esteja na escolha das condutas que teriam cada ator no filme, afinal, Adnet não pode ser tão engraçado quanto é, mesmo sem sair do contexto, poderia se explorar mais o que o público espera, já que é um filme mais "pipoca", dar-nos bom humor de forma incessante e saciar-nos de uma vez.
Dentre cinco, três estrelas é uma boa média.
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Loki
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É surpreendente, é motivador, é esperançoso e por fim, um retratação básica de uma genialidade transcendente, que está além dos limites da normalidade.
A canção Balada do Louco é mais precisamente a Balada de
Arnaldo, assim como a de qualquer outro maluco beleza, qualquer outro desviado de um caminho tortuoso desta lamentável aceitação dos papéis sociais pré-determinados, da busca de um lugar comum dirigido por outrem, fadado ao apodrecimento da essência do ser único.Os Mutantes materializam a representação de um dos momentos, senão o maior deles, da música brasileira e ouso dizer (embora nem ousadia seja, mas uma simples verdade) da música mundial.
Tirada a conclusão tão óbvia, porém tão pouco difundida, para a infelicidade de nós, admiradores dos mutantes, assim como somos também "eternos" mutantes em nosso mundo interno, algo de que o Arnaldo bem entendia, podemos dizer então que ele é a cabeça maior dos mutantes e portanto, a genialidade do homem é triplicada.
"Loki" era movido por si próprio, sua maior obra de arte (eis aqui minha completa veneração para o comportamento que considero ser o mais perfeito e que anseio para a minha pessoa também) e portanto, carregou sempre essa espécie de sina da loucura, algo que lhe ocorreu de fato em partes, devido ao abuso do LSD (ao menos é o que se entende nas entrevistas do documentário).
É um documentário rico, pois trata de uma mina de ouro, ou melhor, de uma nascente de ideias mais avançadas que o meio em que serão apresentadas.
Salve Loki,
Salve Arnaldo Dias Baptista!Esperamos de coração que não vires bolor nunca.
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Raciocínio lógico: qualquer película relacionada com O Mestre, tem de ser no mínimo excelente, caso contrário, será sumariamente depredada por todos os amantes da sétima arte, principalmente pelos deslumbradores de sua genialidade, como eu.
Pois bem, ela está aí, em existência atemporal, talvez não tanto quanto a d'uns "Alfred Hitchcock's filmes", mas tem-se neste filme uma boa adaptação, uma necessariamente caricata representação do gênio em questão e de seu particular com a esposa e maior contribuinte para a execução, tal como foram, das incontáveis obras-primas que detêm a assinatura deste nato inglês, peculiar e incrivelmente único.
Pode-se dizer muito a respeito, das fabulosas adições fantasiosas, mas não tão irreais a respeito do psicológico de Sir Alfred Hitchcock, porém, devo me ater ao sumo disto tudo, que é um simples dizer que simplifique a maravilha que acabo de assistir.
Pois bem, seus produtores conseguiram manter a qualidade por todo o filme, qualidade essa que é obrigatoriamente necessária, já que indiscutivelmente corresponde ao assunto de que se trata.
A reprodução da época foi fiel a mesma e assim pôde-se levar a história a seus pontos de conflitos, sem talvez um grande clímax, que se houvesse, não consigo imaginar qual seria, visto que trata-se de uma história supostamente já conhecida pelo espectador, ou melhor, provável cinéfilo e declarado fã do universo Hitchcockiano.
O humor está presente e da forma que deve ser, uma bem sucedida referência às aberturas da excepcional série Alfred Hitchcock Presents, onde definitivamente a figura de sua silhueta é cravada na memória do público, sempre agraciado pelo sutil humor negro com sotaque e dedo inglês do mestre.
Trata-se do Making Of vivo de Psycho (1960), digo-o porque é mais que um documentário, bem mais, não só pelo formato de longa-metragem inspirado num livro, mas pela licença de uso da "poética hitchcockiana" que possui e que soube usar bem.
Não há decepção, somente apreciação e sentimento de maior proximidade com o nosso Hitch.