Você sabe que o ator é bom quando dá vontade de matar o personagem logo no começo do filme. Parabéns pro gêmeo perdido do Robert de Niro, o sr. Mitchum.
Filmes tem que ser assim, cativantes e com a capacidade de imprimir um sorriso no rosto do espectador. A mensagem inicial ("esta história se passa em lugar nenhum e em todos os lugares") não podia ser mais verdadeira. [adição:] Outra coisa que me deixou impressionado foram os efeitos: tem cenas no filme que eu nem sabia que dava pra fazer na época. Não que isso seja um destaque, mas complementa a obra (ao contrário de certas produções, que queimam o enredo e focam nos efeitos).
Ótima pedida p/ qualquer amante do cinema. Acho que minha nota não é maior porque a edição que eu vi só tinha 2h. Talvez isso mude assistindo à versão do diretor.
É difícil apontar os pontos fortes do filme, porque todos se mesclam incrivelmente bem no papel da Norma Desmond, perfeitamente representada pela Gloria Swanson. Deve ser o filme favorito da Sônia Abrão, do jeito que ela gosta de falar de artistas decadentes...
A história se desenrola muito devagar, com algumas passagens desnecessárias (principalmente na primeira metade). Mesmo ignorando o nome do Hitchcock, o filme é bem fraco. A exceção é a performance da Ingrid Bergman.
Intrigante como poucos. Certos pontos do filme dão a impressão que aquele pedaço não passa de um sonho, para logo em seguida se tornar realidade. Ao longo do filme, mesmo considerando o final, toda a vida do protagonista (antes, durante e após a guerra) se mistura, ficando sujeita a muitas interpretações. Só por aqui que fui ver o título nacional: não tinha uma opção melhor, não?
Ver só uma vez não é suficiente pra compreender o que se passa na mente dos personagens (e dos produtores). Vou ter que ver mais vezes (e não é a quase ausência de trilha sonora - que, neste caso, não é irritante - que vai me impedir).
Assisti uma vez quando era criança e, como quem tava acostumado com Ace Ventura passando dia sim, dia não, não gostei na época. Vendo de novo, não dá pra negar o talento do Jim Carrey, nem ficar sem vontade de conhecer o trabalho do Andy Kaufman.
Achei bem fraquinho, mas não chega a ser horrível. Concordo com um dos comentários anteriores, que lembra um pouco Esfera e Alien, mas está abaixo desses (não que Esfera seja muito bom também, só gostei do Alien).
Não sou acostumado ao gênero faroeste/western, então deve ser por isso que gostei mais das atuações do que da história em si. Mas também, um ator mais competente que o outro, seria uma surpresa se desse errado.
Eu fiquei bem perdido na época que a imprensa cobria o começo da crise, lá em 2008/09. O documentário, apesar de não ser "fácil" de imediato, explica com clareza todos os detalhes da origem, desenvolvimento e evolução da crise financeira. Esse é um dos poucos documentários que vale a pena ver mais de uma vez.
Achei que ia ser só um bom drama com cenas de luta como fundo, mas não esperava atuações tão marcantes. O enredo também é muito bem contado, sem faltar nem sobrar nada. Rocky pode ser um clássico, mas esse não fica atrás.
Tema interessante, porque casos do tipo ocorrem em qualquer país com uma certa taxa de corrupção (ou seja, 90% do globo). Mas depois de assistir fiquei com a impressão de que os produtores não tem uma posição fixa: por um lado, pessoas iniciam processos por qualquer coisa (não que um dos 4 casos seja leviano, mas isso ocorre), por outro limitar os julgamentos é inconstitucional. Talvez o objetivo seja esse: deixar o espectador avaliar todos os aspectos. Acredito que esse documentário seria ótimo como tema de debate em qualquer curso de ciências humanas.
Um bom documentário, não somente sobre o sistema de classificações americano, mas sobre a censura como um todo. É importante lembrar que essas imposições afetam o modo como vemos filmes, ainda que (pelo menos no meu caso) 90% das vezes a internet traga-os pra gente. Pessoalmente, acredito que quem deveria restringir os filmes são os pais das crianças que querem vê-los, não alguma organização "secreta". Afinal, educação começa em casa.
Entendo pouquíssimo de psicologia pra concordar ou discordar das opiniões do Slavoj, mas é impressionante a análise feita sobre os filmes. Pra quem ainda não viu, faça como eu: assista aos filmes citados antes (a lista tem na wikipedia), e evite muitos spoilers.
Esse filme devia ser obrigatório nas escolas. Atemporal (só trocar a TV pela internet e depois pelo próximo meio dominante da mídia).
Você sabe que o ator é bom quando dá vontade de matar o personagem logo no começo do filme. Parabéns pro gêmeo perdido do Robert de Niro, o sr. Mitchum.
Filmes tem que ser assim, cativantes e com a capacidade de imprimir um sorriso no rosto do espectador. A mensagem inicial ("esta história se passa em lugar nenhum e em todos os lugares") não podia ser mais verdadeira.
[adição:]
Outra coisa que me deixou impressionado foram os efeitos: tem cenas no filme que eu nem sabia que dava pra fazer na época. Não que isso seja um destaque, mas complementa a obra (ao contrário de certas produções, que queimam o enredo e focam nos efeitos).
Triste, apenas. Não veja se estiver deprimido.
Ótima pedida p/ qualquer amante do cinema. Acho que minha nota não é maior porque a edição que eu vi só tinha 2h. Talvez isso mude assistindo à versão do diretor.
É difícil apontar os pontos fortes do filme, porque todos se mesclam incrivelmente bem no papel da Norma Desmond, perfeitamente representada pela Gloria Swanson. Deve ser o filme favorito da Sônia Abrão, do jeito que ela gosta de falar de artistas decadentes...
2h de delírios de inseticida. Definitivamente não é pra mim.
Intrigante, cheio de reviravoltas. Só não engoli o final; tirando isso, é um ótimo filme.
A história se desenrola muito devagar, com algumas passagens desnecessárias (principalmente na primeira metade). Mesmo ignorando o nome do Hitchcock, o filme é bem fraco. A exceção é a performance da Ingrid Bergman.
Intrigante como poucos. Certos pontos do filme dão a impressão que aquele pedaço não passa de um sonho, para logo em seguida se tornar realidade. Ao longo do filme, mesmo considerando o final, toda a vida do protagonista (antes, durante e após a guerra) se mistura, ficando sujeita a muitas interpretações. Só por aqui que fui ver o título nacional: não tinha uma opção melhor, não?
Ver só uma vez não é suficiente pra compreender o que se passa na mente dos personagens (e dos produtores). Vou ter que ver mais vezes (e não é a quase ausência de trilha sonora - que, neste caso, não é irritante - que vai me impedir).
O carisma do Chaplin é inigualável.
Assisti uma vez quando era criança e, como quem tava acostumado com Ace Ventura passando dia sim, dia não, não gostei na época. Vendo de novo, não dá pra negar o talento do Jim Carrey, nem ficar sem vontade de conhecer o trabalho do Andy Kaufman.
Achei bem fraquinho, mas não chega a ser horrível. Concordo com um dos comentários anteriores, que lembra um pouco Esfera e Alien, mas está abaixo desses (não que Esfera seja muito bom também, só gostei do Alien).
Não sou acostumado ao gênero faroeste/western, então deve ser por isso que gostei mais das atuações do que da história em si. Mas também, um ator mais competente que o outro, seria uma surpresa se desse errado.
Eu fiquei bem perdido na época que a imprensa cobria o começo da crise, lá em 2008/09. O documentário, apesar de não ser "fácil" de imediato, explica com clareza todos os detalhes da origem, desenvolvimento e evolução da crise financeira. Esse é um dos poucos documentários que vale a pena ver mais de uma vez.
Achei que ia ser só um bom drama com cenas de luta como fundo, mas não esperava atuações tão marcantes. O enredo também é muito bem contado, sem faltar nem sobrar nada. Rocky pode ser um clássico, mas esse não fica atrás.
Tema interessante, porque casos do tipo ocorrem em qualquer país com uma certa taxa de corrupção (ou seja, 90% do globo). Mas depois de assistir fiquei com a impressão de que os produtores não tem uma posição fixa: por um lado, pessoas iniciam processos por qualquer coisa (não que um dos 4 casos seja leviano, mas isso ocorre), por outro limitar os julgamentos é inconstitucional.
Talvez o objetivo seja esse: deixar o espectador avaliar todos os aspectos. Acredito que esse documentário seria ótimo como tema de debate em qualquer curso de ciências humanas.
Começa muito bem, mas a história enfraquece depois da primeira hora, e cai com o desfecho.
Um bom filme de ação, sem exageros na hora de forçar a barra.
Um bom documentário, não somente sobre o sistema de classificações americano, mas sobre a censura como um todo. É importante lembrar que essas imposições afetam o modo como vemos filmes, ainda que (pelo menos no meu caso) 90% das vezes a internet traga-os pra gente. Pessoalmente, acredito que quem deveria restringir os filmes são os pais das crianças que querem vê-los, não alguma organização "secreta". Afinal, educação começa em casa.
Romance água com açúcar, ou seja, quem gosta do gênero com certeza vai dizer no final do filme "lindo", "meigo" ou "amei".
Um bom filme de ação, apesar
do final parecer que o Michael Bay dirigiu.
Entendo pouquíssimo de psicologia pra concordar ou discordar das opiniões do Slavoj, mas é impressionante a análise feita sobre os filmes. Pra quem ainda não viu, faça como eu: assista aos filmes citados antes (a lista tem na wikipedia), e evite muitos spoilers.