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24 anos, Tapurah, Brazil (BRA)
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Últimas opiniões enviadas

  • Matheus Tavares

    "Deixem-me em paz, quero ir à escola aprender histórias divertidas...não quero brincar de apedrejamento"

    "Bakhtai, morra para se libertar"

    O filme é cheio de falas infantis desta natureza. Crianças que vivem num verdadeiro inferno. Crianças que desde enfrentam desafios que só deveriam ser propostos quiçá na fase adulta. Crianças que brincam de guerra, de apedrejamento, e por vezes se fazem de terroristas, por outras de americanos.

    Quem mais sofre com isso durante a trama é a garotinha Bakhtai, que com seu traje verde, parte para a cidade na tentativa de vender ovos e pães para poder ter dinheiro e comprar um caderno para estudar. Pouco antes havia escutado um amigo ler uma história divertida de um homem que estava de baixo de uma árvore quando uma noz cai em sua cabeça e ele, otimista, brinca dizendo que se fosse uma abóbora poderia ter morrido. Tal história é a estopim para a menina querer ir pra escola.

    Durante o trajeto enfrenta inúmeros desafios. O mais duro deles são os garotos que a pegam de refém numa brincadeira de guerra. O caderno que acabara de comprar tem suas folhas transformadas em aviões de papel e de combate. Doravante, uma delas se transformaria num navio de guerra.

    Como visto o filme em si aborda que a infância naquele contexto vai dando completo espaço aos conflitos, as guerras, a violência etc. Crianças ainda tentam a sua maneira manter as brincadeiras, mas o cenário não é favorável. Ainda assim, há esperança. Afinal de contas, nada é tão ruim que não possa piorar (por ora, são apenas nozes que caem em suas cabeças).

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  • Matheus Tavares

    Tevye é um pobre judeu, pai de cinco filhas e que mora num pequeno vilarejo, onde a maioria das pessoas são simples e que, assim como ele, preservam sobremaneira a tradição.

    Contudo, à medida que suas filhas vão se apaixonando, Tevye começa a sentir na pele as mudanças ideológicas que afetariam uma nova geração. Algumas são mais bem aceitas do que outras. Homem de bom coração, só quer o bem de suas filhas, porém tudo tem limite. A cultura é tão forte quanto o amor paterno.

    O homem talvez só teria desejado mudanças no sentido de ser um pouco mais bem sucedido economicamente (como é engraçado vê-lo dando aquelas espiadelas em Deus como que dizendo “e aí, será que não mereço algo melhor?”). No mais, seria plenamente feliz com a estabilidade, com a rotina e com as tradições sempre a toda evidência durante a trama. A metáfora do violinista no telhado é algo de uma sutileza ímpar. A canção originada daquele violinista a princípio é simples e bela, mas o equilíbrio, a eventualidade, instabilidade e dificuldade estão por traz da mencionada melodia. Assim como a vida, igualmente tem que se equilibrar para não cair, para ter sucesso, para viver bem em meio a tanta imprevisibilidade e dificuldade.

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  • Flávio Raí
    Flávio Raí

    Fascinantes análises em "A garota da fábrica de caixas de fósforos", de Kaurismaki e "A fonte da donzela", de Bergman. Gosto muito de ler suas críticas (se já mencionei, repito, rs). Ah, e obrigado por ter adicionado no facebook. Já tinha visto seu perfil, mas estava acanhado em lhe adicionar, rs. Valeu!

  • Flávia
    Flávia

    Heyy, gostei das tuas críticas Matheus :)

  • Flávio Raí
    Flávio Raí

    Nossa cara, realmente nossa compatibilidade cinéfila não é alta por acaso...muito legais seus comentários. Se quiser trocar recomendações, estamos aí. Abs!