filmow.com/usuario/secretsxx/
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Últimas opiniões enviadas

  • Quando paramos para pensar nas conquistas do cinema francês e do cinema americano, dois universos que sempre andaram conectados, vide Hitchcock/Truffaut, Allen/Godard, dentre outros, entendendo realmente a necessidade que o cinema americano, especialmente nos anos 40 e 50, tinha de (re)contar histórias da "bela época" da produção na França, anos ilustres de 20 a 40 para diretores como Jean Renoir, concluiremos que assistir a LA CHIENNE e SCARLET STREET são sessões indispensáveis na vida. Filmes impressionantes, cada um a seu modo, expondo as particularidades das suas épocas. Enquanto a versão de Fritz Lang toma uma postura visceral que devolve tapas à moralidade americana, LA CHIENNE mostra-se na verdade uma peça teatral e irônica, representando ao desfecho a qualidade artística que tantos pintores viveram, a decadência frente a sua obra intacta, exposta em galerias. É definitivamente uma antevisão magnífica dos anos 30 de que a obra supera o artista. Desta vez, com um ator que é o próprio cão de moustache chupando manga, pois afinal de contas vamos combinar que Edward G. Robinson, mesmo com sua cara de sapão, não deixa em nada a construção dos idealismos hollywoodianos, ambos estão impecáveis de morrer.

  • Chama-se A CERIMÔNIA.

    ...E o sangue de Jean Genet escorre com título "diabólico" inexoravelmente ridículo a partir de uma tradução descontextualizada que não só perpetua a lógica burra de gêneros fílmicos, menosprezando a possibilidade do mesmo estar em harmonia do drama ao suspense, superemos. Esta OBRA, diga-se de passagem, seminal de Chabrol nos convoca a uma percepção bárbara de Les Bonnes, peça teatral de Genet. Mulheres diabólicas existem bem dentro do folhetim, mas as personagens de LA CÉRÉMONIE são pessoas de natureza verossímil a nossa, identificam-se por maneiras de pentear o cabelo, fazem leitura ou não, falam muito e falam pouco, ajudam e atrapalham. Diferentemente da ópera, simbolicamente morta com o desfecho, ali Chabrol mata nossos conceitos maniqueístas do talento vocal pré-estabelecido, do papel e personagem pré-concebidos. Quem que não ritualiza tudo de tudo um pouco? Que não poderia fazer de tudo e de tudo um pouco?

  • Elle a l'air d'être très gentille, votre tatie Danielle. Algum personagem elabora o carinhoso comentário que predomina o imaginário daqueles que a conhecem de relance. É para se contorcer de ódio de uma méchante, para vibrar com o trabalho enredístico comum ao cinema francês da espontaneidade. Já era essa da velha feia e malvada, existe coisas "PARA ALÉM DE" com Danielle. Toda sua sordidez e todo seu carinho se misturam, dando ao filme de Étienne Chatiliez pano para manga, o humor do filme constrói risadas das mais negras, além de contar com uma fotografia de emblemas para o fim dos 80.

  • Lucas Leigh
    Lucas Leigh

    Tem como? :o To usando o antigo ainda :v

  • Selton Dutra Zen
    Selton Dutra Zen

    Now, Voyager é lindo. Tem uns diálogos de encher o coração de alegria e uma trama que muito me agrada. Tudo que envolva conflitos psicológicos, desconstrução psicológica, etc... sempre me atrai.

    Estou pensando em baixar "Mulher Maldita", o que me diz?

  • Marcelo
    Marcelo

    Aloha, caro Syl!
    Tudo bom contigo?

    Eu estava no maior gaz, mas quando eu fico um final de semana inteira sem ver um filme, fico com a sensação de que ficou faltando algo. E foi assim no último final de semana...:/
    Mas ontem eu fui no cinema ver "Faroeste Caboclo" (muito criticado por alguns amigos) que me surpreendeu muito.
    Apesar da romantizada que deram na história, gostei demais!

    Já você sempre a todo vapor na cinefilia, né? rs