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Muito bom, só faltou um pouco mas de ajuste no roteiro, mas poucas coisas, parabéns !
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Idéia boa, mas poderia ter sido melhor... mais bem feito.
Enfim. -
Mensagem bastante objetiva, aponta opressão e passividade. Mas a passividade reina absoluta nesse curta, os personagens são apenas marionetes dos homens de preto. Ô dó!
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É bem legal!
Mas eu ri do "bebê" e geralmente na separação quem fica com a criança é a mulher e o cara se ferra.-
Queremos lágrimas, kkkkk, brincadeira, mas em muitos casos o pai fica com a guarda do filho o que para uma mãe traz maior sofrimento, e muitos homens usam isso apenas como meio de atingir a mulher segundo pesquisas.
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Marlon, tenho acompanhado o seu trabalho desde o primeiro curta competitivo, foi apresentado a mim por meu amigo Raul Marx, e é impressionante a sua evolução. Do roteiro até a direção. Este último, Vida Social, e o videoclipe de uma música de Cícero são a prova viva de que o que estou dizendo faz muito sentido. Por isso, só tenho que te desejar muito sucesso e perseverança porque o caminho é difícil. Mas, de que valeria a vida não fosse os monstruosos obstáculos? Grande abraço e vamos nessa batalha de transformar Sergipe num celeiro do audiovisual no Brasil. Quanto mais cultura melhor. Eheheh
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Obrigado Baruc, fico feliz com isso, esse curta pra mim significa muito, foi o que eu me senti mais seguro em fazer e o que tive mais planejamento, meus amigos atores me ajudaram bastante tudo na brodagem e no calor infernal que fazia kkkkk, como vc disse "que valeria a vida não fosse os monstruosos obstáculos" Sergipe por ser um lugar pequeno teria uma grande chance de se tornar um polo cultural muito forte se não fosse a má distribuição doa 16 milhoes que a Funcaju recebe mais os 18 milhoes da secretaria da cultura, só queria saber onde está sendo destinado essa grana, emfim se isso nao mudar nao pretendo ficar aqui mendigando a vida inteira.
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E nem deve. O importante é a nossa inquietude. Quando a gente parar de se preocupar com esses descasos, a porra fica séria!
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A sociedade somos nós. Temos preconceito do quê? Até onde iriamos por pressão da opinião alheia? Há maneiras de ser feliz seguindo o próprio coração e não com o que lhe cravam com uma estaca de culpa.
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Isso é como deveria ser mas na realidade todos nós sabemos que não é assim, a realidade é bem outra, vemos e convivemos com isso todos os dias, alguns fecham os olhos e finjem que não vê e é ai que mora o problema.
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Caraca, esse sim é um verdadeiro Curta... Mas simplesmente fantástico em sua simplicidade e na mensagem que passa.
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Muito bem feito e interessante esse curta. Mostra um pouco das imagens que vão sendo forjadas da mulher e sua posição diante certas situações num ponto de vista social, de uma sociedade meio machista, preconceituosa e desvirtuada.. Achei muito bacana!
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O curta mostra uma mulher impotente e subordinada diante do que os outros acham que é melhor para ela. As coisas não funcionam assim. Não mais.
Existe, sim, uma forte cobrança da sociedade para com a mulher, principalmente em relação a casamento e filhos. Mas ainda assim, a mulher possui o direito da escolha.-
O filme fala sobre a tentativa da sociedade de questionar nossas escolhas, de nos impor uma vida "perfeita" assim levando a mulher como um dos personagens, existe o preconceito com todos os outros personagens que alguns estão deixando passar despercebido. É um filme sobre preconceito e não sobre feminismo.
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Eu posso ter compreendido mal a essência do curta, mas na própria sinopse fala sobre a manipulação de uma mulher e da imposição de uma vida à mesma.
O preconceito fica claro como um dos temas, mas não como o principal.
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Feminismo exacerbado.
Se submete a esse tipo de tratamento da sociedade quem quer.-
Mulheres e crianças ainda são traficadas, mulheres são mortas pelos seus companheiros, perdem a vida a liberdade e o medo prevalece naquelas que se salvam, por que elas querem?
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E não é que é bem assim na maioria das famílias do mundo!!!! Triste realidade. Muito bom esse curta.
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genial, pra mim um dos melhores, se não for o melhor, trabalho do Delano.
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Viva o Feminismo! Anti condicionamentos da sociedade, este curta só não é melhor pela pouca duração. A mensagem é o dilema em que atualmente vivemos. O pôster é sucinto, mostrando acima uma espécie de fios de marionetes nas mãos dos homens.
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Tenho de concordar com algumas pessoas, é criativo do ponto de vista da construção do enrendo, mas peca no lugar comum do tema, pelo menos na perspectiva em que foi abordado, penso. No mais, bom!
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Havia prometido ao realizador que, assim que o visse, comentaria com o máximo de distanciamento o que achei do filme. Protelei ao máximo a minha audiência, no sentido de que a curtíssima duração do filme me dava a impressão de que ele seria muito mais publicitário do que necessariamente cinematográfico. E, de fato, este foi o aspecto que mais me incomodou no filme: é como se fosse uma campanha televisiva, a ser veiculada na TV Cultura, sobre os principais clichês da opressão contra a mulher ao longo dos anos. Quando digo "clichê", não quero dotar a palavra de negatividade gratuita (muito pelo contrário, aliás, mas sinonimizo-a cm truísmo, verdade desgastada mas infelizmente repetida à exaustão), mas acho que o filme é muito mais reiterativo do que necessariamente reflexivo: ele expõe, mas não propõe, não sai do lugar-comum enumerativo acerca dos maus tratos contra as mulheres. Em outras palavras: tenho a impressão de que funciona melhor com platéias "leigas" do que necessariamente com amantes do cinema (sem qualquer bazófia demeritória nesta suposição). Digo mais: apesar de ter gostado muito da trilha sonora e de alguns efeitos de montagem, não gostei muito da escolha dos atores nem do tom autocomplacente no que tange ao seu aspecto supostamente denuncista, mas, insisto, intervencionistamente inócuo. Se o Marlon preocupasse-me menos em adequar o seu material aos moldes do festival ao qual eu imagino que ele participará (e será merecidamente premiado), talvez ele fosse mais exitoso em seus intentos. Do jeito que está, a proposta é muito melhor que o produto em si e, ainda assim, tal proposta parece muito mais centrada em si mesma do que no objeto de discussão do micro-metragem. Regular, portanto. Nem tão ruim quanto alguns me disseram nem tão genial quanto a maioria insistiu em me recomendar... E isso sou eu falando, apenas eu, mais um dentre as dezenas de espectadores que, até então, marcaram este filme como visto aqui no Filmow! (WPC>)
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OK, eu revi o filme. E, de ontem para hoje, o que mais me incomodou foi justamente não conseguir tachá-lo de "filme" sem culpa. O tom publicitário tornou-se ainda mais prejudicial na segunda vez, bem como as atuações desprovidas de entrega (o que se justifica - mas não se explica - pelo aspecto chavonado da "denúncia") e a unilateralidade das reações às buzinadas do conservadorismo moral/social que, ironicamente, já havia sido chancelado no curta-metragem anterior do diretor, SUPERDOSE. Muita gente está gostando, porém. Funcionou, portanto. (WPC>)
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Daria um filme com +d 2horas, se colar todos pré-conceitos impostos pela sociedade, para essa vida social 'perfeita'
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Talvez este tenha sido o problema que mais me incomodou: sintetizado como foi, pareceu publicitário demais, ambicioso demais e intervencionista de menos... Mas vale pelo ponto de partida! (WPC>)
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Sem proferir uma só palavra, este curta disse tudo. Parabéns a Marlon pelo curta!
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Tenho acompanhado a evolução do diretor Marlon Delano, e tenho visto como melhorou. Curta legal, forte mensagem, ousado.
Atores bonitos, expressivos!O curta tem como objetivo nos fazer pensar e rever as nossas escolhas, se são nossas mesma ou condicionadas por um sistema engessado que não nos permite nenhuma flexibilidade (ou quase nenhuma) emoldurando-nos.
Parabéns.
Fica aí a dica! vejam esse curta!
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Gostei
das "mãos" da sociedade e das sirenes de reprovação e aprovação que, mesmo de maneira indireta, nos controla. E também gostei do enfoque dado a figura masculina. Tem que gostar de futebol, beber e ser o "dono da casa".
Ta aí um retrato bem definido da nossa cultura.
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Simples e com uma forte crítica a nossa sociedade, parabéns pelo curta Marlon. (: