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Que bagunça de sentimentos hein... acho que o filme captou bem a complexidade do tema. Aula de sexualidade.
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O filme é interessante porque mostra uma situação bastante incomum, pra tratar de temas bastante comuns. O que mais me chamou atenção e não vi ninguém comentando
foi a diferença com que os pais tratavam seus filhos. Enquanto o pai de Alex o respeita da forma que ele(a) é, a achando perfeita, mesmo sendo uma "abominação", temos o pai de Alvaro, com um filho "perfeito" e talentoso, o tratando como abominação, por não ser como ele.
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Filme indigesto para pessoas mais sensíveis e intolerantes. Não é o meu caso, gostei e achei belo, considerando justa toda forma de amor.
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Acho que é assim que se guarda um grande momento no cinema. Belíssimo filme.
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Não sei, meio que esperava uma conclusão e não foi o que eu pensei.
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alguém ter o link p baixar??
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Equipe Filmow.com
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Gostei bastante. A exigência por definição e a decisão da família, especialmente do pai, de que ninguém interfira na identificação de gênero de Alex é excelente. Percebe-se que a mãe gostaria de uma menina e Alex foi criada como menina. Mas ela mesma não sabe o que querer, nem o que ser. Como disseram abaixo, vivêssemos numa sociedade em que os rótulos não fossem cobrados a todo instante, ela seria apenas mais uma pessoa perfeita.
Ah, e a propósito, adoro a atuação do Ricardo Darín SEMPRE. -
Caralho, que filme bom. Quem gosta de filmes originais, tá aí uma boa pedida. A atuação da protagonista é impecável.
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XXY não tem nada a ver com Hermafrodisia, XXY causa a Sindrome de Klinefelter, beer!
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Me fez pensar no desafio que é ser pai e nos prejuízos de tirar as escolhas de um filho. O jeito como eu me confundí ao analisar o gênero de Alex enquanto assistia me chamou atenção. Gostei.
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Me deixou intrigado e ao mesmo tempo maravilhado. Filme perfeito!
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Se não vivêssemos em uma sociedade onde é obrigatório optar por "homem" ou "mulher",Alex seria apenas uma pessoa normal, perfeita.
Esse filme quebra todas a regras e alcunhas as quais você esta acostumado, soube explorar totalmente e intensamente a atmosfera por volta de Alex, em um enredo simples, personagens com personalidades e modos de lidar com a situação destintos.
Genial e abalizado, me surpreendi bastante.-
"Se não vivêssemos em uma sociedade onde é obrigatório optar por "homem" ou "mulher", Alex seria apenas uma pessoa normal, perfeita."
Comentário muito pontual, é exatamente esse o problema que cerca Alex.
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Trata de um incomum tema de forma sóbria e não apelativa, deixando os personagens à vontade para expressar seus variados sentimentos.
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Um filme pertubador, intrigante e que leva a reflexões sobre gênero.
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Um tema difícil de ser trabalhado, o filme retrata bem a situação mesmo sem aprofundar muito, traz questões sobre gênero, e a importância que os órgãos sexuais representa na sociedade.
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Filme simples. Tema complexo. Abordagem regular beirando o superficial. but, Gostei.
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É um filme bem complexo. Daquele tipo que desperta várias questões em quem assiste. Gostei muito do tema, me fez refletir o que eu faria na mesma situação. Achei que foram sutis demais ao tratar do assunto, mas é um filme muito bom.
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O filme é lindo, tão emocionante, mostra uma realidade que a maioria das pessoas nunca sequer parou para pensar. Certamente me fez refletir.
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O filme é fantástico. Choca também e isso mostra os nossos limites(que devem ser superados).
Eu adorei.É muito interessante a forma com que tentam fazer com que o personagem acredite que precisa ter um sexo definido e o filme vai mostrando que não se vê como uma aberração, acredita que está tudo certo em seu corpo, ao contrário do que dizem os médicos e as outras pessoas. O que quer ser? Homem? Mulher? A personagem responde que talvez ambos. É umas das partes mais incríveis do filme. Só se vê enquanto aberração quando se enxerga pelo olhar do outro.
Além de determinar o sexo da personagem eles tentam também estabelecer uma coerência entre o sexo, gênero e sexualidade. Já que está transando com homens, o pai diz que não pode mais ser uma mulher e passa a chamar a personagem de filha e as vezes filho. Percebe-se que eles tentam as vezes definir qual sexo ela de fato pertence a partir da sexualidade que ela apresenta e quando questionada ela vem com a resposta de que não sabe ou que não faz diferença. Dessa forma se mostra que não há uma relação entre os três.
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A todos que consideraram o filme vazio ou raso: assistam-no novamente. Acho que faltou tato para perceber o quão profundo o filme é, em todas as miudezas acerca da situação da personagem.
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XXY é um daqueles filmes que provocam um desconforto em seus espectadores desde os minutos iniciais, daqueles em que começamos a indagar diversas concepções próprias.
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Apesar de uma galera dizer que o tema deveria ser mais explorado e tudo mais, eu considero isso falta de atenção. Pois o filme é de uma sensibilidade e intensidade perfeita sobre todos os acontecimentos que tem durante as cenas.
Acho que o comentário do @Paulo Ricardo deixa muito claro e o que de fato o filme é.
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Com certeza é um tema polêmico, que merecia uma profunda abordagem, faltou explorar mais o potencial dos atores, embora a atriz central, Inês Efron (Alex), demostrou-se muito talentosa, no geral, não houve expressivas atuações.
Talvez fosse essa a ideia da Diretora em não se aprofundar muito no tema, deixando só uma ideia sutil, para não parecer explícito. Pode ser. Passou a impressão de que faltou algum "tempero".
Detalhe: O ator Ricardo Darín (Kraken) é muito parecido com o compositor Wagner Tiso, -
Medíocre! Um tema tão interessante com roteiro mal desenvolvido e diálogos dignos de pena. Vazio e sem alguma profundidade, até mesmo nas atuações.
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Eu não gostei. O tema deveria ter sido abordado melhor, é um tema muito interessante e precisava de muito mais cuidado.
Penso que alguém que nunca ouviu falar ou sabe muito pouco, não entenderia grande parte e para quem entende, é um tédio. É um filme dramático, mas que não me passou muitas emoções, pois faltou pesquisa, faltou aquela sensação de conseguir entrar na história.
Ótimo tema, mas não gostei do filme. -
Triste imaginar alguém vivendo assim, as pessoas não estão preparadas para o diferente. No mais, achei que o filme passou rápido demais, faltou detalhes, roteiro e uma interpretação mais densa.
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Faltaram detalhes, informações... O tema é delicado e complexo e necessitava de um tratamento mais específico... Nem oferece subsídios para a apropriação do conhecimento de quem está iniciando no tema, nem oferece nada novo para quem já está nesse debate a um certo tempo...
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Lucía Puenzo se firma como uma das diretoras mais ousadas da atualidade!
Tocou num ponto que muito poucos tocaram. Mas prefiro o seu segundo longa. -
Pra mim, faltou profundidade na atuação, diante de um tema tão delicado.
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XXY trata de uma questão raramente tratada em filmes: Pessoas que nascem com ambas características sexuais. O tema aqui é tratado de forma realista em pontos de vista diferentes: Da personagem principal Alex, que sente dúvida do que realmente quer e por qual dos sexos realmente se sente atraída; Dos pais de Alex que o protege o quanto podem; E das demais pessoas da comunidade que aos poucos vão descobrindo esse "fenômeno sexual" de Alex.
O filme nos entrega cenas que chocam em alguns momentos, pelo realismo que elas nos são entregue. Inés Efron (Alex) nos entrega uma atuação sincera diante das dúvidas de seu personagem. Aliás, as atuações aqui são ao todo plausíveis.
Sendo assim, XXY é um filme singular que merece ser visto. -
Um belo drama que penetra fundo nas indagações sexuais e existenciais.
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http://www.youtube.com/watch?v=HpT93NSlUDQ Com legendas em português.
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Cada vez mais interessado no cinema argentino... Tudo em XXY é desenvolvido tendo como base a situação psicológica de cada personagem; por isso, são todos muito bem desenvolvidos, com destaque para a atuação fria e contida de Ricardo Darín, que dá a densidade necessária ao seu papel.
Aliás achei o Ricardo Darín a cara do vocalista do Pearl Jam (Eddie Vedder). rs -
Filme muito bom, assunto delicadissímo.
Mas fiquei pensando muito no final:será que ele realmente não se apaixonou por ela? podemos considerá-lo gay só pelo fato dele "ter gostado". se a sociedade não fosse tão machista, será que os homens não poderiam ter esse "prazer" (já que eles sim, sentem prazer nesse ato) sem ser considerados gays por isso?