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SEN-SA-CIO-NAAAAAAAL!!!!! Sem palavras. Filme leve e ao mesmo tempo nos faz refletir... mas sem pesar... apenas nos leva. Amei de paixão! E não pude conter vários risinhos. Genial!
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Woody Allen e seu jeito de fazer comédia com as coisas que as pessoas mais levam a sério.Melhor filme! <3 Recomendo demaaaaaaaaais!!!!!!!!!!!!!!!
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Talvez eu nao estivesse no clima pra ver esse filme, mas nao achei tudo isso que as pessoas falam nao.
É um bom filme, como a maioria do Allen, mas acho que a tematica nao me agradou muito alem da historia ser contada de modo muito arrastado. Apesar de fingir ser um documentario, acho que poderia ter facilmente meia-hora a menos.
Nao concordo que seja posto junto com "Annie Hall" ou "The Purple Rose of Cairo", mas é um bom filme.
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Hilário! Woody contou a historia do Zelig de uma maneira muito cômica. Umas das melhores comédias do Woody.
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É por passagens como
que me apaixono cada vez mais pela obra de Woody Allen."On his deathbed, Morris Zelig tells his son that life is a meaningless nightmare of suffering"
Cada um de seus filmes é um parágrafo da autobiografia que ele vem escrevendo ao longo de seus quase cinquenta anos de carreira. E com um acervo tão autoral e passional, não é surpresa de que cause uma assimilação irresistível com uma considerável parcela de sua audiência. E é uma sensação reconfortante ouvir num filme do Woody a frase que citei acima e ter aquela sensação de "é exatamente assim que eu me sinto"... pois eu sei que, nalgum ponto da vida de Woody Allen, ele se sentiu dessa mesma forma.
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Equipe Filmow.com -
"Meu irmão me batia; minha irmã batia em mim e no meu irmão; meu pai batia na minha irmã, em mim e no meu irmão; minha mãe batia no meu pai, em mim, no meu irmão e na minha irmã; os vizinhos batiam na nossa família; o quarteirão batia nos vizinhos e em nós"
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Se existe um filme da década de 80 com melhor roteiro que esse, por favor, me apresente.
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Absolutamente um dos melhores filmes do Woody.
Engraçado que em uma época em que os diretores buscavam avanços tecnológicos, efeitos especiais e criavam filmes que retratavam o Futurismo, Woody fez algo totalmente inverso e contraditório.
Buscou inspirações no passado, precisamente no final da década de 20 e criou essa obra prima.
Não satisfeito ainda acrescentou o estilo documentário à película, o que a diferenciou de tudo o que já havia sido visto e criado em Hollywood.
Essa película é tão convincente que em determinadas partes você acaba acreditando que se trata de um documentário verídico e chega a pensar que Leonard Zelig realmente existiu.
E como em todo filme do Woody, ele acha espaço para inserir suas zombarias.
Aqui ele zomba da ciência, da mídia sensacionalista, do feminismo, da religião, da hipocrisia e até mesmo de Hollywood chegando por fim a zombar do próprio ser humano, que transforma em bizarrice, aquilo que não consegue compreender.
Absolutamente sarcástico e engraçado.
Vale e muito a pena.
Recomendo para quem ainda não assistiu. -
se vocês forem no filmow do Marcelo Nascimento da Rocha (vulgo Wagner Moura em VIPs) aposto que vai ter só esse filme de favorito
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Nunca vi esse filme mas estava em uma roda de amigos, e comentaram sobre ele e fiquei com vergonha de admitir que não tinha visto.
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Genial. Na minha opinião, um dos melhores filmes do Woody Allen.
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Woody nos mostra porque é um grande discípulo de Chaplin: usa o filme para fazer uma grande crítica aos "camaleões" de nossa sociedade, sabendo usar o humor como peça chave para tornar o filme menos agressivo a quem vê.
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Pura metalinguagem. Através de um documentário fake hiper convincente e a divertida história de um sujeito multifacetário, Woody Allen analisa todo o poder de manipulação e adaptação negativa do cinema perante o grande público. Ótimo trabalho!
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"I'm 12 years old. I run into a Synagogue. I ask the Rabbi the meaning of life. He tells me the meaning of life... But, he tells it to me in Hebrew. I don't understand Hebrew. Then he wants to charge me six hundred dollars for Hebrew lessons."
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“Leonard Zelig parece calmo e em paz. Apesar de estar cercado de médicos, ele não se torna um. O encontro parece ser um estrondoso sucesso.
Quando o Dr. Henry Mayerson comenta sobre o tempo, dizendo que o dia está belo, Zelig diz ao Dr. Maleson que ele não concorda que seja um belo dia. O Dr. Maleson se surpreende com a firmeza da convicção de Zelig. Ele nota que o sol brilha e a temperatura está branda. Zelig passa a exprimir opiniões furiosamente, e de forma agressiva. Foi moldado demais na outra direção.” -
todo mundo tem um pouco de camaleão em si, pois procuramos se adaptar aos vários ambientes diferentes e por consequência mudando nossa personalidade, vejo o filme como uma critica social, que além de relatar a sociedade manipuladora pelo seu sensacionalismo, notamos que nossa própria sociedade usa mascaras e o Zelig apenas se camuflava neste meio, enquanto nós desmascaradamente somos igual a ele em nossos próprios interesses.
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Convence como falso documentário a ponto de você questionar se Zelig existiu mesmo ou não, me lembrou um pouco Cidadão Kane e a crítica social convence, boa comédia.
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Excelente em sua montagem e fotografia, preto e branco e a cores. Mas é um pouco lento comparado aos outros filmes de Woody Allen.
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Genial. Um dos filmes de humor mais inteligentes que eu já vi.
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"Entrei numa sinagoga e perguntei qual era o sentido da vida, o rabino me respondeu em hebraico e quando eu disse que não entendia, disse que me daria aulas por $600" ZELIG, leonard
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Um filme que comprova toda a genialidade do Woody. Fantástico.
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E por todos os lados, em todos os dias das nossas vidas, estamos cercados de 'Zeligs'. Por vezes, somos um Zelig também. Início da década de 80 e W. Allen faz um filme desse... como sempre, consegue ser crítico e bem humorado, clássico e atual. Ele é o melhor.
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O Woddy Allen, durante sua carreira, de vez em quando, lança umas bombas de genialidade dessas. Digo, acima do que ele já exprime pois seus filmes tem roteiros incríveis. Mas tem momentos que ele se supera... e então faz isso aí. É o meu cineasta favorito.
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- Desafio dos 100 filmes
16. Um filme que utilizou de cenas reais -
Me sinto muito ingenuo por ter acreditado na existência de zelig no inicio do filme hahaha
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Não sou especialista em Woody Allen, mas agora Zelig me deu vontade de checar cada filme dele.
É seguro. Eu quero que gostem de mim.
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Agatha, eu tenho quase todos os filmes dele, eu simplesmente adoro W.A, claro que tem filmes que gosto mais, outros menos, isso é normal, mas não existe aquele eu eu pensei " não valeu a pena" ! O cara é um gênio, engraçado, inteligente etc etc....Hannah e Suas Irmãs, pessoalmente é um dos meu preferido, mas assista todos, porque realmente vale a pena!
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incrivel,hilario,é impossivel assistir Zelig sem um sorriso no rosto durante todo o filme,com certeza um dos melhores ,ou a melhor obra de Woody XD
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Gosteiiiiiiii
A mente inventiva de Woody Allen em mais um entretenimento humorístico de excelente qualidade.
“Zelig” é um filme absolutamente notável, uma ideia inovadora em termos de recursos cinematográficos, conquistando bons resultados, mostrando mais uma das possibilidades magicas que o cinema pode proporcionar. Fazemos umas viagens ao redor do mundo, presenciando as datas e personalidades mais significativas do século XX, onde essas sequências foram montadas aproveitando-se de imagens reais, documentadas na época e entrelaçando elas com imagens fictícias, nos quais aparece a figura de Zelig, personagem de Wood Allen, inserido com sutileza e humor. Os efeitos são magníficos, méritos do fotógrafo Gordon Willis, em um meticuloso trabalho que durou três anos. Vejam que essa película foi lançado em 1983, onze anos antes do premiado “Forrest Gump”, de Robert Zemeckis, que usa esses recursos e surpreendeu muita gente ao ver no filme Tom Hanks apertando a mão de John Kennedy presidente assassinato dos Estados Unidos, mas desde então, essas técnicas já haviam sido dominadas.O filme funciona em vários níveis diferentes, indo do humor ao drama, passando por um romance, mas claramente trata-se de uma piada, uma grande piada que vem com uma história instigante. Todo mundo já teve a “Zelig” tendência. Trata-se de uma personalidade neurótica com capacidades miméticas, um camaleão humano, uma pessoa que transfigura sua aparência fincando igual as pessoas que estão ao seu redor, pois tem uma forte necessidade de ser aceito socialmente. Usando de muito humor e, é ao mesmo tempo, dilacerante e complexo, o quanto mais nos aprofundamos nas causas desse comportamento camaleônico.
Um filme aparentemente simplista que, após uma analise mais atenta, desenterra camadas fascinantes de complexidade, provavelmente capazes de satisfazer a aqueles ligados a uma análise freudiana. É um filme incomum, um pouco experimental e certamente único, com tamanha criatividade que merece apreciação. É absolutamente hilariante, divertido e histórico, embora nunca tenha existido de verdade Zelig, poderia ter existido sim, pois ele é muito real, neste grande filme!
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Humor forte com crítica de quem vive se camuflando pra misturar-se aos outros, se adequar ao ''comum''; a falta de personalidade. Favoritei pelo tema, e pela fotografia perfeita de época, não sei como ele conseguiu fazer isso, ainda mais há 30 anos!!!!
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"In school, some very bright people asked me if I read Moby Dick. I was ashamed to say I never read it." haha Adoro essa explicação de como começou.
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Excelente crítica aos "sem-personalidade", aos "transformistas" que viram qualquer coisa para agradar aos outros, mentindo seus gostos e omitindo suas idéias pra fazer parte de um determinado grupo. No fundo, todo mundo tem um pouco de Zelig, ou não?
"- É seguro ser como os outros.
- Você quer se sentir seguro?
- Quero que gostem de mim." -
Achei genial o formato de "documentário", tinha hora que eu tava acreditando que era verdade haha
Roteiro bem criativo e original, gostei :)