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Data de lançamento
7 Ago. 2026Duração
Após anos de sequências malfeitas e fãs em declínio, a franquia de terror Camp Miasma é entregue a uma jovem diretora entusiasmada para ser ressuscitada. Mas quando ela visita a estrela do filme original, uma atriz agora reclusa e envolta em mistério, as duas mulheres mergulham em um mundo sangrento de desejo, medo e delírio.
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A atuação das protagonistas é de alto nível, mas a sátira não funciona plenamente, beirando o ridículo muitas vezes.
Acho o filme anterior da diretora um dos trecos mais hediondos já realizados neste Século XXI, algo que nos incita a largar a carreira espectatorial, mas ouvi tantos comentários positivos sobre este novo trabalho que, dada a boa sinopse, pensei que pudesse imergir... Abri o coração, e tentei, mas os entojos autobiográficos pretensiosos e pseudo-metafóricos são vomitados desde o início, no delineamento da protagonista viciada em jujubas e sucrilhos, com dificuldades para vestir uma luva. Ainda que, aqui, haja uma trama efetivamente acompanhável, a obsessão auto-terapêutica se sobrepõe à narrativa, aos eventos reconstituídos enquanto pasticho daquilo que se reclama. Ah, os 'slasher movies' são machistas, transfóbicos, etc.? Que tal refilmá-los nos mesmos moldes, mas protagonizados por alguém com "lugar de fala". Substitui-se o objeto, mas o mal-estar permanece, enquanto se justifica que tudo isso faz sentido, pois "o despertar 'queer' " de alguém com 8 anos de idade aconteceu vendo um filme desses. Baixa-se a saia e corre, com os seios balançando, portanto. Até aí, tudo bem (aspas imensas), até que chega a estapafúrdia e mui irritante cena da reunião de apresentação da proposta de filmagem dentro do filme. A metalinguagem é canhestra, sem espaço para qualquer reinterpretação sígnica. Filme de manipulação duvidosa em seu elã epidérmico, com uma meia-hora final tétrica, horrorosa, sem sentido, vexatória, pífia, tudo de ruim... Mas ao menos ritmicamente suportável, ao contrário daquele atentado à sanidade que batizaram como EU VI O BRILHO DA TV. Gillian Anderson está ótima, ao menos: acreditou em sua encarnação de uma Norma Desmond neo-geracional, "pela perspectiva do chuveiro". Aham! (WPC>)
Tinha colocado: "Quero ver". Dai olhei o elenco de muié feia com cabelo de feminista. Deixo pros corajosos.
Ok, talvez não tenha sido a melhor escolha de filme em família 2 dias antes das eleições.
Obs: oficialmente desisti do cinema de Jane schoenbrun, não é pra mim
quase um inception slasher, só q melhor