Macondo é tão personagem da história quanto os Buendía, e essa segunda temporada dá ainda mais espaço para que a pequena e mágica cidade seja percebida como tal. Cem Anos de Solidão é uma das maiores cartas de amor à literatura feitas no cinema, pois cada cena, cada diálogo, cada cenário, cada detalhe exala paixão, respeito e carinho pela obra-prima de Márquez. Mesmo ainda não tendo lido, isso fica tão palpável que é impossível não sentir que você já conhece a história, e acompanhar o destino dos Buendía é ver a história da América Latina sendo recontada sob outra ótica, na qual amor, ódio, resistência e destruição convivem em constante desarmonia, levando ao fim de grandes histórias, que nunca deveriam ser esquecidas. Um espetáculo em tudo que se propõe.
Eu demorei pra voltar para Macondo. Demorei como ainda demoro pra reler essa obra que me marcou tanto quando eu a li pela primeira e única vez. Demorei pra me despedir dos personagens que me apeguei e me apaixonei. Demorei porque não queria ver os destinos do Coronel Aureliano, Amarante, Mamãe Ursula e a partida de Remédios para os céus. Talvez eu devesse ter voltado mais cedo, porque teria muito mais tempo pra revisitalos.
Estou extasiado com essa adaptação. Apesar da segunda parte ser um pouco mais parada que a primeira, a obra não sai dos trilhos em momento algum. O respeito pelo trabalho do Gabo está em cada detalhe, em cada frase e em cada olhar dos personagens que ele criou.
Que venham mais obras com esse grau de fidelidade por ai!
Macondo é tão personagem da história quanto os Buendía, e essa segunda temporada dá ainda mais espaço para que a pequena e mágica cidade seja percebida como tal. Cem Anos de Solidão é uma das maiores cartas de amor à literatura feitas no cinema, pois cada cena, cada diálogo, cada cenário, cada detalhe exala paixão, respeito e carinho pela obra-prima de Márquez. Mesmo ainda não tendo lido, isso fica tão palpável que é impossível não sentir que você já conhece a história, e acompanhar o destino dos Buendía é ver a história da América Latina sendo recontada sob outra ótica, na qual amor, ódio, resistência e destruição convivem em constante desarmonia, levando ao fim de grandes histórias, que nunca deveriam ser esquecidas. Um espetáculo em tudo que se propõe.
Eu demorei pra voltar para Macondo. Demorei como ainda demoro pra reler essa obra que me marcou tanto quando eu a li pela primeira e única vez. Demorei pra me despedir dos personagens que me apeguei e me apaixonei. Demorei porque não queria ver os destinos do Coronel Aureliano, Amarante, Mamãe Ursula e a partida de Remédios para os céus. Talvez eu devesse ter voltado mais cedo, porque teria muito mais tempo pra revisitalos.
Estou extasiado com essa adaptação. Apesar da segunda parte ser um pouco mais parada que a primeira, a obra não sai dos trilhos em momento algum. O respeito pelo trabalho do Gabo está em cada detalhe, em cada frase e em cada olhar dos personagens que ele criou.
Que venham mais obras com esse grau de fidelidade por ai!
Daquelas histórias pra nunca esquecer.
Gabo tinha o dom da palavra das veias abertas da américa latina
eu to impactada
como é tudo tão atual!
Estamos condenados a repetir os erros da estirpe, como os Aurelianos, Amarantas, Remedios,Josés Arcadios…
?
Chega a ser impressionante o quão boa é a adaptação de um livraço como esses. Destaque também pras atuações, coisa linda de ver.
Poético!