Era Uma Vez Minha 1ª Vez

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Era Uma Vez Minha 1ª Vez (2026)
Era Uma Vez Minha 1ª Vez Outros títulos
Média do filme: 2.2 de 5 — baseado em 4 votos
MÉDIAFILMOW
2.2
4 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Claudia Castro
Data de lançamento 17 Set. 2026 Outras datas
País de origem Brasil 🇧🇷
Classificação indicativa de Era Uma Vez Minha 1ª Vez: 14 - Não recomendado para menores de 14 anos
Status Em Exibição

Dirigido por

Data de lançamento

17 Set. 2026
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Sinopse

A história acompanha quatro amigas que descobrem que o despertar da sexualidade acontece de forma única para cada uma. O filme é uma narrativa sensível sobre expectativa, amizade e o limite entre pressa e descoberta.

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Dom de Iludir | Trailer oficial

Dom de Iludir (1ª Temporada)

Comentários 1
amigos querem ver
felipebosobrida
Felipe
5 dias atrás

Adaptação para os cinemas do livro "Era uma vez minha 1ª vez", que foi sucesso entre os jovens, escrito por Thalita Rebouças (que é também atriz e jornalista, e hoje um dos nomes de destaque da literatura adolescente moderna). E segue a linha dos outros livros da autora que viraram cinema, que discutem relacionamentos afetivos e familiares entre os adolescentes, como “Fala sério, mãe!” e “Ela disse, ele disse”. O longa, em cartaz nos cinemas brasileiros, sofreu alterações no curso das histórias da obra original, incluindo redução no número das personagens (de seis para quatro, que são Teresa, Clara, Tuca e Patty, interpretadas por Letícia Braga, Castorine, Lívia Silva e Duda Matte). No entanto, manteve a essência da discussão, sobre amadurecimento e sexualidade, de forma bem humorada. A linguagem parece com a do livro, direta, com astral lá em cima, ora com momentos cômicos ora dramáticos (quando surgem dúvidas sobre o florescer da idade, em que as meninas adolescentes conversam sobre a “primeira vez”, tanto o beijo quanto o sexo). O quarteto de melhores amigas faz um pacto para perder a virgindade até a formatura, que está chegando, e a partir daí cada uma vivencia sua própria jornada de descobertas, com erros e acertos nos sentimentos e nas atitudes com os prováveis parceiros. É um filme para público teen, com sacadas e gírias daquela idade, às vezes romantizado demais, e serve como passatempo para o público adolescente (que se reconhecerá em várias cenas). Não é um tipo de filme que curto, acho a proposta repetitiva e há outros melhores que este, porém tá valendo à garotada que está em busca de filme que não exige filosofia nem tanta originalidade. O longa tem produção e distribuição da Na Paralela Filmes, com codistribuição de A Fábrica, em parceria com a RioFilme, órgão que integra a Secretaria de Cultura da Prefeitura do Rio, além de coprodução da Warner Bros. Pictures e RioFilme, e investimento do BRDE, por meio do Fundo Setorial do Audiovisual e da Ancine. POR FELIPE BRIDA - Texto publicado no blog Cinema-naweb blogspotcom em 17/09/2026

cristhiano
Cristian O. Santos
1 semana atrás

IMPRIMATUR - visto no cinema em 2026:

Estar sozinho na sessão das 16h20 evidencia o desinteresse do público-alvo pela adaptação da obra de Thalita Rebouças...
Confesso que tenho muita dificuldades na acepção de conceitos como virgindade feminina na atualidade quando tratada assim com tanta futilidade - corro até o risco de soar careta ou conservador. E não duvido que a perspectiva sobre essa temática esteja hoje em flexibilidade pela ótica feminina, mas o assunto ainda carrega forte peso cultural, moral e religioso socialmente. Nesse caso, para mim a quebra dessa premissa não funciona dessa forma tão adultificada de encenação (inclusive nas interpretações) como se fez explorada. Ainda por cima, contrastando com questionamentos infantilizados ou imprecisos de suas situações: meninas "progressivas" que querem tanto transar e nunca se masturbaram ?! Com exceção da Lívia Silva as atrizes agradam, mas suas problematizações paralelas são contraditórias. Também não sei se o livro trata o tempo com tanta displicência como no filme e isso prejudicou ainda mais a credibilidade que já era pouca. O filme tem pelo menos dois eixos ensaiados que mereciam um melhor desenvolvimento: a bissexualidade e a autoestima da personagem da Castorine. Fora isso, o resto é só a autora certificando sua especialização em frivolidade adolescente da classe média alta. Apesar de sua clara superficialidade, o dinamismo da edição garante certa fluidez do material.

Avaliação em nota: 5.3

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Listas com o filme

Ver todas as listas (3)

Elenco de Era Uma Vez Minha 1ª Vez

Mostrar mais (13)
Castorine 0 0

Castorine

(Clara)
Duda Matte 0 3

Duda Matte

(Patty)
Leticia Braga 0 5

Leticia Braga

(Teresa)
Lívia Silva 0 0

Lívia Silva

(Tuca)
Alessandra Colassanti 1 1

Alessandra Colassanti

(Mãe da Clara)
Caian Zattar 0 1

Caian Zattar

(Suzano)

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