Meses após um colapso ambiental forçar a humanidade a eliminar 20% de sua população, um jantar em família se transforma em caos quando o plano de um pai de se alistar no novo programa de eutanásia do governo dá terrivelmente errado.
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Adorei o filme, prende atenção. O filme é bem rápido, não sei porque tem uma nota tão baixa
Assisti só por curiosidade, à estreia de Caitlin Cronenberg como diretora, filha do David Cronenberg. O filme até funciona como drama familiar, mas, como ficção científica, é bastante falho, com uma premissa fraca. Vale pela carisma do Jay Baruchel e pela beleza das atrizes: Emily Hampshire e da protagonista desconhecida Alanna Bale. O vilão, Bob, é raso e irritante. A conclusão da história é forçada, ridícula e péssima. Um filme mediano do Canadá.
Gostei bastante, a história é fluida, sem barriga e prende a atenção.
É claro que têm algumas forcações de barra, tipo os agentes do governo aguardarem 3h para os personagens decidirem o voluntário, na vida real não passariam de minutos. O pior é a resolução que, pra mim, é satisfatória, um final feliz, mas impossível. O agente oferecer livrar a barra deles é o esperado, mas a partir do momento que ele estivesse livre e em segurança, certamente ele contaria toda a verdade e o Estado destruiria a vida de toda aquela família.
Ideia ótima, tinha tudo pra ser legal, mas não foi...
Se traveste de ficção científica pós-apocalíptica para apresentar uma teoria dos jogos nada original, que já foi explorada muito melhor em vários filmes anteriores. Personagens caricatos e insuportáveis desfilam pela tela expondo os defeitos uns dos outros numa cansativa disputa de egos.