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Sinopse
Durante o julgamento de um policial branco que atirou em um homem negro, um grupo invade o tribunal e faz reféns, em uma situação transmitida para o país inteiro.
Bem boa! Sendo sul-africana e não hollywoodiana tem particularidades e diferenças que a tornam mais interessante. Ainda assim, cai em obviedades tais como mostrar os "revolucionários" como terroristas. Ou seja, tudo que é contrário ao status quo é malvado e perverso (CLICHÊ). O tema do racismo é bem tratado e o elenco me agradou bastante. No último episódio, quando a irmão de Menzi, fala para ele que o guarda que tinha
morrido no tribunal era marido de Busi, ele pergunta: " E quem é Bussi?" Deixando claro, que a riqueza é que corrompe o ser. Ele nem sabia o nome da doméstica que trabalhava em sua casa, servindo a sua família. Assim como sua irmã que logo no início negou dinheiro para Busi para ela poder colocar créditos no celular e falar com o marido.
Ao final, para concluir a ideia inicial os "revolucionários" são liderados por um indivíduo que quer se tornar um
São os conflitos étnicos-raciais da África que fazem um continente tão rico ser a imagem da miséria humana... além do ingrediente mais explosivo da raça humana: a ganância.
Tinha potencial. mas acabou sendo uma minissérie fraca, recheada de clichês. Até conta com um plot interessante no final, mas nada que possa salvara a série. Nota 5,0.
A série retrata um pouco dos conflitos entre brancos e negros. Teve alguns momentos bem tensos e outros um pouco confusos. O final foi bem pesado. Aguardando a proxima temporada.
A África do Sul pós-apartheid. A série nós da uma pequena dimensão dos conflitos etnicos-raciais da África do Sul após o fim do regime que durante décadas impôs a separação forçada entre brancos e negros.
Bem boa!
Sendo sul-africana e não hollywoodiana tem particularidades e diferenças que a tornam mais interessante. Ainda assim, cai em obviedades tais como mostrar os "revolucionários" como terroristas. Ou seja, tudo que é contrário ao status quo é malvado e perverso (CLICHÊ).
O tema do racismo é bem tratado e o elenco me agradou bastante. No último episódio, quando a irmão de Menzi, fala para ele que o guarda que tinha
morrido no tribunal era marido de Busi, ele pergunta: " E quem é Bussi?" Deixando claro, que a riqueza é que corrompe o ser. Ele nem sabia o nome da doméstica que trabalhava em sua casa, servindo a sua família. Assim como sua irmã que logo no início negou dinheiro para Busi para ela poder colocar créditos no celular e falar com o marido.
Ao final, para concluir a ideia inicial os "revolucionários" são liderados por um indivíduo que quer se tornar um
ditador.
(Clichezão) Bem diferente das democracias Ocidentais.
Indico.
São os conflitos étnicos-raciais da África que fazem um continente tão rico ser a imagem da miséria humana... além do ingrediente mais explosivo da raça humana: a ganância.
Tinha potencial. mas acabou sendo uma minissérie fraca, recheada de clichês. Até conta com um plot interessante no final, mas nada que possa salvara a série. Nota 5,0.
A série retrata um pouco dos conflitos entre brancos e negros. Teve alguns momentos bem tensos e outros um pouco confusos. O final foi bem pesado. Aguardando a proxima temporada.
A África do Sul pós-apartheid. A série nós da uma pequena dimensão dos conflitos etnicos-raciais da África do Sul após o fim do regime que durante décadas impôs a separação forçada entre brancos e negros.