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Data de lançamento
23 Julho 2026Duração
O dono da loja de quadrinhos Stuart Bloom é encarregado de restaurar a realidade após quebrar acidentalmente um dispositivo construído por Sheldon e Leonard, desencadeando um Armagedom no multiverso. Nessa missão, Stuart é auxiliado por sua namorada Denise, pelo amigo geólogo Bert e pelo físico quântico e irritante Barry Kripke.
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Muito boa, gostei demais
Gostei demais! Os episódios são curtos, mas a série é bem organizada. A cada universo em que eles chegavam, eu ficava curioso para saber o que iria acontecer.
O fato de a série se passar no universo de The Big Bang Theory faz você ficar ainda mais apegado aos personagens. Mesmo assim, na minha opinião, ela não chega ao nível de The Big Bang Theory, mas ainda é uma série muito boa.
E, para mim, o Barry Kripke é o mais engraçado dos quatro. 😂😂
Com ep. curtos, e alternando entre ideias boas, e outras nem tanto, essa 1º temp, ficou engraçadinha, os coadjuvantes se saíram melhor que o Stuart por enquanto, tem tudo para melhorar na 2ª temp, mesmo com um season finale bem sem graça...
A série é engraçadinha, o problema é que eles criaram grandes expectativas quanto à participação de personagens centrais do Big Bang e ao invés de assistirmos pensando na história e na graça, assistimos pensandl "quando o Sheldon vai aparecer" e isso frustra muito. Outra coisa é que essa ideia de vários mundos é legalzinha em dois, três episódios, depois fica cansativa, repetitiva e tediosa. Mas é engraçadinha, da pra ver.
A série é rápida, curta e tem uma dinâmica legal justamente por apostar em episódios com histórias “fechadas” em cada universo, o que garante um bom ritmo.
O problema é a dependência de clichês batidos que aparecem do nada. O roteiro insiste em piadas ultrapassadas, como o personagem tarado e capitalista ao extremo ou a zoação com a limitação de fala. Para piorar, todo episódio tem alguma cena encerrando com uma piada muito específica da cultura judaico-americana. Dá para perceber a intenção de ser engraçado, mas, para quem está fora dessa bolha cultural, a piada simplesmente não bate: a graça se perde e a cena acaba ficando meio avulsa.
E a maior contradição fica para o final. Usar uma cena diante de uma plateia ao vivo só para debochar de “comédia de família” é quase como fazer um musical inteiro só para dizer que odeia musicais. Ficar tirando onda do próprio formato e do público que a série passou a temporada inteira tentando agradar acaba soando menos como uma subversão inteligente e mais como uma certa hipocrisia.