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Últimas opiniões enviadas

  • Matheus

    De Niro e Pacino contracenando pela primeira vez, não poderia ser melhor.

    Heat é uma obra prima se você é fã de filme de ação, os personagens são muito bem escritos e desenvolvidos, um dos poucos do gênero a conseguir escrever personagens profundos e dúbios.

    Um dos fatores que torna isso muito bem executado é mostrar desde a vida perturbada e a obsessão pelo trabalho que tem Vincent Hanna (interpretado por Al Pacino), e também mostrar a vida do "engenhoso" personagem Neil McCauley (Robert De Niro) que pretende se aposentar após o próximo assalto.

    Outro que dá show está por trás das câmeras, é o diretor Michael Mann, a atmosfera que ele cria nos movimentos de câmera (como na cena do café) e a fotografia criam algo muito impactantes para ser "apenas" um filme de ação, a cena de assalto ao banco e do tiroteio são genialmente executadas, e parecem ser algo "sincopado" pela presença da trilha sonora nas duas cenas.

    Heat é um dos melhores filmes dos anos 90, que reúne dois dos maiores atores da história do cinema mundial, e que também mostra o talento e amadurecimento de Michael Mann a frente de seus projetos.

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  • Matheus

    O filme começa em 1633 e conta a história de dois padres que são Rodrigues (Andrew Garfield) e Garupe (Adam Driver), que vão ao Japão primordialmente para ter notícias do Padre Ferreira (Liam Neeson) que aparentemente cometeu apostasia para poder sobreviver, e também para propagar o cristianismo que era uma religião proibida.

    Scorsese tem uma narrativa diferente da grande maioria de seus filmes. O ritmo da montagem é mais lento, não há trilha sonora, e o som é usado como uma maneira de homenagem ao título do filme, muitas vezes com o som ambiente, seja de animais ao fundo, seja da chuva. O desenvolvimento da história em muitos momentos parece uma homenagem aos filmes orientais, mais especificamente de Masaki Kobayashi (Harakiri).

    É um filme que aborda principalmente questões sobre a dúvida e o limite da fé, através do sofrimento de um personagem principal (Rodrigues) que automaticamente faz lembrar da história de Jesus. Assim como em “a última tentação de Cristo”, aqui as figuras religiosas são representadas como pessoas normais.

    Tudo nesse filme é internalizado já que possui muitas narrações de conversa de Rodrigues com Deus, e não recebendo nenhum diálogo em troca, isso explica muito o título do filme. O cinematógrafo Rodrigo Prieto também opta por usar uma câmera mais quieta que o habitual da linguagem do diretor, usando planos mais próximos, assim fazendo o público sofrer junto com os padres que foram ao Japão. Os planos abertos, quando usados, também são belíssimos, como no começo do filme a imagem toda cheia de fumaça daquele local.

    Dois grandes problemas são a duração do filme, que poderia ter cortado cerca de vinte minutos. E também os personagens que ora falam em português, ora falam em inglês, e isso ocorre de maneira recorrente e é algo que tira o espectador da narrativa algumas vezes.

    Silence é uma das histórias mais belas que Scorsese já contou, é um filme difícil de assistir, não só pelo seu ritmo, mas pelas imagens e os questionamentos abordados. Não é o seu melhor filme em minha opinião, mas é o seu mais pessoal.

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  • Matheus

    The Thing ou no Brasil: “O enigma de outro mundo” é um verdadeiro clássico dos filmes de terror Trash.

    O filme conta a história de uma equipe de uma estação polar americana que é surpreendida pela invasão de um homem estrangeiro com uma arma e que está perseguindo um cachorro. Ao tentar acertar o cão, esse homem atinge a perna de um dos homens do grupo, o que faz com que esse homem com a arma seja morto. Após isso eles levam o corpo desse homem para a estação e fazem uma autópsia, e o cachorro anda livremente pela estação, coisas estranhas começam a acontecer.

    John Carpenter tem uma direção única e marcante nesse filme, uma das coisas mais marcantes é a atmosfera introversa gelada que te coloca na posição de cada membro da equipe captando sua solidão e sua desconfiança de todas as pessoas ao seu redor, o mistério do filme é contado de maneira muito gradual através do suspense criado entre os personagens, o isolamento vai criando uma espécie de “cabin fever”. O roteiro escrito por Bill Lancaster vai criando suspense a partir de como cada personagem age com aquela situação, e como a imaginação diante algo abominável no qual eles não têm nenhum controle naquela situação vai os prejudicando e os separando cada vez mais.

    A trilha sonora minimalista composta por Ennio Morricone e John Carpenter usado apenas algumas vezes com um som de baixo, ou poucos instrumentos criam a atmosfera daquele local com uma trilha contida e que nunca fica exaltada em cena.

    A fotografia usa muitos ângulos que não são muito comuns criando uma instabilidade daquele universo e daqueles personagens, a montagem do filme transita entre planos longos com poucos cortes e planos mais curtos um pouco mais picotados.

    Como é um filme trash a linguagem é um pouco “grotesca” (no bom sentido) tanto utilizada na maquiagem excepcional do filme, e nos efeitos especiais que também são excepcionais.

    O grande problema é que ás vezes se leva um pouco a sério demais, e que muitas vezes conspira contra o governo na divulgação de vida extraterrestre.

    The Thing é um filme que John Carpenter mostra muito domínio, clássico absoluto, mas que esbarra em pequenos problemas.

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  • Filmow
    Filmow

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/

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