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Últimas opiniões enviadas

  • Eduardo

    O que é um androide?
    Para além das divisões técnicas do mundo nerd, penso que é aquela máquina que busca emular nós, humanos, em seu agir, seu ser. E nesta viagem pela continuação do filme dos anos 1980, mesmo que eu a tenha assistido dublada, me levou entre a busca de entender o que nós mesmos, ainda humanos, temos de máquina; é na Distopia de 2049 com sua duração longa, música imersiva (para um amante de Retro Wave como eu, um presente), e respeito pela "lentidão" do primeiro longa que somos levados a buscar naqueles personagens robóticos que nos parecem mais humanos e humanos, que já não nos parecem mais que máquinas - seria uma espécia substituindo a outra? O homem-máquina que aprende o que é ser homem?
    Volto a pergunta inicial, o que são estas máquinas de força e resistências ímpares, que são capazes de amar (minha completa paixão pela Ana de Armas neste filme) e Ryan Gosling, que emula um Blade Runner poderoso - o final, que eu ficara em dúvida todo o filme, demonstra uma expertise que parece que o primeiro não possui, algo que quem ver a película entenderá. Além de vilões propriamente feitos e um fantástico cenário expandido e com vários pontos que ligam com o primeiro filme.
    E ligações aparentes, desde "voltar pra casa", até o herói na neve, passando pro outras coisas já não ligadas, mas que ligo com outros elementos, como o Olho de Odin dos Replicantes ou o Cavalo de Troia. Tudo isto, de fato, embeleza o filme ao pensarmos sobre ele.
    E pensando sobre ele, digo que ainda acertei no dia de vê-lo, pois, foi andando na chuva de Curitiba que sai do cinema, libertado de mim mesmo, quais seremos nós nas gotas que caem do céu? A chuva que cai nos revela vivos, revela o ciclo que mesmo os androides fazem parte, que mesmo nós, também e muitas vezes robóticos, vivemos nossa vida, até que momentos, amores, fúrias, lágrimas (paralelos usados e muito no filme) e mesmo memórias - que nos fazem quem somos - revelem esta vida, esta potência, mesmo no mar da artificialidade.
    O que é um androide? Nós mesmos na chuva ou na neve de nós mesmos?

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  • Eduardo

    Visto no Festival 8 1/2 em Curitiba, em Agosto de 2017. Título traduzido como"Histórias que não pertencem a este mundo" ("Amori che non sanno stare al mondo", no original).
    Sobre o filme, estranho quando ele nos parece "baseado em fatos reais".

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  • Eduardo

    Já tinha visto a review do filme em um vídeo da Carol Moreira e já fui preparado pro problema de ritmo que a história acaba tendo no final, entretanto, ele não condena em nada o conjunto da obra: uma fantástica história com uma fotografia e trilha excelentes, considero a cena do apartamento uma das melhores que já vi no cinema nacional, tanto pela sua simplicidade de conceito como de cuidado (a esta também temos aquela do carro, que me lembrou alguns eventos pessoais e que me são caros), em colocar vários pequenos detalhes. E é nos detalhes que o filme é muito interessante, por exemplo, quando

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    quando a mãe do Augusto toma consciência do seu tempo ter passado nas telas, ela apaga o a luz que iluminava o seu retrato, um detalhe sutil e bem enquadrado que faz toda a diferença

    .
    Por fim, um filme nacional que valeu a pena, mesmo com o problema de ritmo, tentou criar uma biografia através da construção de uma história e com uma excelente fotografia, além da nostalgia da tv dos anos 80. E o que é aquela risada?

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  • Filmow
    Filmow

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/

  • Van Greyheart
    Van Greyheart

    Entendo como é isso. Eu tenho uma filosofia que faz par com a essência.

    Ao invés de sentar ansiando pelo surpreendente, inédito (isso existe mesmo ou foi "você" que ainda não viu/soube?) e êxtase eu me coloco como quem quer ver onde vai dar e muitas vezes encontro essas outras coisas todas sem esperar.

    É prazer e necessidade enquanto eu gosto de valorizar tudo que vejo como ponto positivo.

    Admito que não devo ir ao cinema assistir bbbbbas... quando assistir me lembrarei de comentar contigo. Eu tenho mais visões da Wonderwoman em animações 2d da Liga da Justiça. Ano passado li a trilogia (do F. Miller) The Dark Knight e ... espero algo semelhante, embora não reprodução exata por ser uma outra história.

    Eu li um comentário que era pra ter saído um terceiro Superman mas resolveram enfiar o Batman e a Ww pra "fazer frente" a Vingadores. hauhauhau. Independente de ser engraçado (ou não ?) esse pensamento vc acredita em algo do gênero ?

    Bom Digimon-Digitai-Digimon... ;)
    31/03/16

  • Van Greyheart
    Van Greyheart

    Hu3 ... vc comentou no filme. Lido e curtido. Outro que só devo ver num futuro distante ... rs