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27 years, UBERLÂNDIA - MINAS GERAIS / Alegrete - RS (BRA)
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Amo filmes de paixão e devo ter assistido mais de 2000 filmes em toda minha vida até agora, e pretendo assistir mais.

Adoro filmes de fantasia e ficção científica, mas gosto de todos os gêneros.

Últimas opiniões enviadas

  • João Paulo

    Sem emoção! É a frase que resume bem essa sequência de Independence Day, tinha tudo para ser um dos melhores blockbusters do ano, porém ao contrário de Star Wars e Jurassic World, faltou um elenco mais carismático para puxar a aventura e é o que mais faz falta aqui. Vamos combinar que a história ideias muito boas, a começar que o filme deixa claro que os humanos utilizaram a tecnologia alienígena para criar novas armas e naves, além de aumentar a defesa da Terra contra uma possível invasão, esse cenário futurista é sensacional e prá mim é um dos pontos fortes do longa. Outro ponto positivo são os efeitos visuais, como mencionei, o filme tem um dos melhores efeitos de 2016 e as cenas de ação estão caprichadas e bem feitas. O ponto negativo do filme é o elenco novo deveria ser a cara da franquia, como os personagens são mal desenvolvidos fica complicado criar empatia, como é o caso dos papéis interpretados por Liam Hemsworth, Maika Monroe e Jessie T. Usher, que por mais sejam importantes na história funcionam muito dentro dos clichês e não possuem luz próprias. O retorno dos veteranos do primeiro filme foi um ponto positivo, ver Jeff Godblum, Judd Hirsch, Brent Spine e as participações rápidas de Bill Pullman e Vivica A. Fox (

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    achei uma afronta terem colocados dois só para morrer

    ) sempre trás aquela nostalgia. Outros coadjuvantes que surgiram para aumentar o escalação político militar do filme como Sela Ward, Charlotte Gainsbourg, Chin Han e William Fichtner, pouco tiveram para fazer na trama, infelizmente. Enfim Independence Day: Ressurgimento consegue expandir sua mitologia por caminhos interessantes e consegue deixar um gancho para uma continuação (que provavelmente não irá acontecer), porém no geral o filme fica devendo em emoção, carisma e diversão, mesmo com bastante ação, falta sal e aquela sensação de fim de mundo que Roland Emmerich sempre soube fazer com seus filmes catástrofes. Vale assistir pela nostalgia.

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  • João Paulo

    Excelente, o trailer já tinha me empolgado por causa do elenco e ainda não sei porque demorei tanto tempo para assistir, mas finalmente tive a oportunidade. Trumbo é um filme padrão, feito para agradar a academia, o filme tem boa direção, elenco sólido, roteiro bem estruturado com uma história bem contada. Eu não conhecia a história de Dalton Trumbo, mas saber que ele foi responsável por obras como Spartacus (aquele filmaço com Kirk Douglas) e The Brave One, é no minimo curioso e saber que ele levou estatuetas por alguns desses filmes é ainda mais impressionante. O filme é correto em reforçar o quão foi injusta a condenação de Trumbo e seus amigos, o roteiro não se aprofunde muito na questão, mas é incisivo o bastante para deixar seu recado, o foco familiar também é um bom recurso da história, dar humanidade ao personagem nunca é demais e mostrar que o roteirista era uma pessoa brilhante, porém carrancuda e que mesmo as vezes prejudicando sua relação com a mulher e os filhos nunca deixou de ser uma pessoa do lar. Tudo isso não seria nada se não fosse o elenco sólido, destaque para Helen Mirren (fazendo uma espécie de vilã deliciosamente má), Diane Lane, Ellen Fanning, Louis C.K, Michael Stuhlbarg e participações rápidas. porém eficientes de John Goodman, Adewale Akinnuoye-Agbaje e Alan Tudyk. Acima de todos esses, Br, Bryan Cranston, seu Trumbo é carismático, fanfarrão, cheio de culhões, que vai do desprezível e sarcástico em poucos segundos, tudo isso pela atuação bastante competente do mesmo, talvez seja o ponto forte do filme. Enfim Trumbo é uma ótima biografia, senão renova no jeito de contar, ao menos se sai bem dentro de sua zona de conforto, enchendo a tela de referências da "Era de Ouro" de Hollywood com várias celebridades famosas, uma ótima história, atuações impecáveis em um drama bastante sólido que vai deixar muito cinéfilo satisfeito. Recomendo muito.

    Obs: Caramba encontraram um cara muito parecido para interpretar o Kirk Douglas jovem, pontaço para equipe de seleção de elenco.

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  • João Paulo

    Não vou mentir, a premissa do filme é bastante interessante e foi o que me levou a assistir. O longa é um drama angustiante e triste, porém o estilo de filmagem empregado me incomodou bastante, gostei da ideia do diretor focar bastante no personagem do Saul e deixar fora de foco tudo que acontecia a sua volta, dessa forma as atrocidades são de certa forma "amenizadas", porém não menos aterradoras (já que a edição de som torna tudo ainda mais angustiante), o longa tem poucos corte e as vezes dá impressão que você esta vendo filme onde a câmera não descansa. A atmosfera pesada do lugar dar espaço para o personagem de Saul sair de sua própria realidade, o personagem é o típico exemplo das pessoas que se acostumam com horror a sua volta e criam algo, ou alguma coisa para se apegar em meio as tragédias. Ao mesmo tempo que acompanhamos a saga de Saul para enterrar seu suposto filho seguindo suas tradições, presenciamos uma rebelião de seus amigos do grupo Sonderkomando, confesso que fiquei mais interessado nesta parte do que na saga do personagem título. Enfim Filho de Saul é bastante interessante pela premissa e choca quando mostra o trabalho desse grupo especial responsável por fazer a parte braçal dos campos nazistas (a cena dos fossos é perturbadora), porém não é muito eficaz ao tentar fazer de seu protagonista um personagem interessante (na maior parte das vezes ele irrita bastante).

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