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23 years, Curitiba (BRA)
Usuária desde Junho de 2010
Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum

Gosto de ver filmes de madrugada, de ver quando está tudo escuro e às vezes, pra complementar a fotografia, abro a cortina. Meus filmes favoritos se baseiam em filmes que não esqueci, com personagens que me vieram à cabeça em outras situações (e me ajudaram a entender o porquê de muitas coisas) e filmes que eu gostava de ver quando era pequena. Nunca paro o filme nos créditos porque é esse o momento que tudo o que o filme quis passar se conecta (e também porque tem umas músicas incríveis às vezes hauaha) e sempre parece que falta alguma coisa quando não vejo essa parte! Não ligo muito pra nomes de diretores, atores ou "status"; vejo o que eu gosto e o que me emociona (:

"Choose your future. Choose life."

http://pugwithhat.flavors.me/

Últimas opiniões enviadas

  • Maria Victória

    Acho que quem assiste esse filme buscando respostas, perde a grande jogada da história: é entrar na vida dos personagens e vivenciar a mesma paranoia de não saber o que é aquilo que te persegue sem fim. Acredito que a ideia do filme nunca foi contar o que era aquela coisa ou mostrar mais uma cena clichê de uma conversa com um padre que mostra livros antigos sobre essa tal criatura misteriosa (que terminaria em mais uma cena de exorcismo ou de found footage). O filme é aquilo mesmo e foi por ser assim, por não dizer nada, que me deixou com mais medo! Só fico com pena de quem disse que é um clichê e perdeu a oportunidade de ver um filme de terror diferente de tantos que estão sendo lançados ultimamente... Quem sabe, na realidade, os filmes clichês sejam o que vocês estão buscando assistir.

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  • Maria Victória

    Como eu vi em um vídeo do Chris Stuckmann em que ele fala um pouco sobre esse filme, achei interessante analisar a existência do Babadook como se fosse uma obscura depressão e luto que assolasse a vida da mãe e de seu filho - e a partir desse viés, consegui enxergar algumas coisas com olhos completamente diferentes!

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    O filme te insere nessa atmosfera perturbada e incomodada da mãe, te fazendo sentir a mesma irritação da mãe com seu filho ou com uma dor muito chata no dente, da mesma forma que a gente se sente irritado com pequenas coisas quando estamos exaustos, com dor de cabeça e coisas assim... Com esse sofrimento latente da mãe, vemos também esse personagem Babadook crescendo com ela, se alimentando da negação da dor (tanto que tem aquela parte que ele diz "quanto mais você nega, maior eu fico...") e das memórias retraídas do falecido marido que a Amelia não se dispõe a enfrentar.

    Muito importante também é essa ligação de Babadook (ou essa maligna depressão) com o marido: a dor de tudo que Amelia sente está depositado no marido morto, no fato de que o marido morreu e o filho sobreviveu como em uma troca fúnebre de vidas, no secreto desejo que ela possivelmente teve em algum momento de que tivesse morrido o filho, ao invés de seu esposo; tudo isso se materializa nesse luto que ela não passou, nesse sofrimento que ela não se permitiu sentir e Babadook se aproveita disso.

    Porém, chega uma hora que ela está fraca demais e a abominação está tão forte, mas tão forte, que a absorve por completo e então é disparado o gatilho para sua loucura. Ela mata o cachorro, arranca seu próprio dente e, na hora de matar seu filho... Não consegue. Ela se liberta das amarras e vomita esse ser que não lhe pertence, essa dor que a domina - uma metáfora de uma volta à realidade, talvez. O fluído negro é o luto, é a tristeza profunda e incalculável.

    O interessante é que com aquela cena final do quarto em que há o confronto e Babadook vai para o porão, fica muito claro que essa depressão que a assola nunca vai deixar de ser parte dela e sempre estará lá, adormecida, enfraquecida (como acontece com a depressão na maioria dos casos). O fato dela continuamente ir alimentá-lo simboliza que, todo dia é uma batalha diária e alimentando-o, acalma sua dor (e não que, ao alimentá-lo, faça-o crescer; mas ao dar-lhe o que ele quer, ele fica saciado)... por enquanto. Terão dias tranquilos (como ela mesmo disse), mas também terão dias de tormenta e, enquanto ela souber e cuidar disso, tudo estará bem.

    Claro, é um filme com múltiplas interpretações e metáforas ocultas, mas achei essa sobre a depressão uma boa peça pro quebra-cabeça que nos oferecido durante filme. Fiquei muito feliz em ver, depois de tanto tempo, um legítimo filme de terror, com uma atmosfera cuidadosamente construída com sons e imagens sombrias - porém, que não mostram nada. Um filme imperdível para quem gosta do gênero (:

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  • Maria Victória

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    Apesar de muitos terem dito da falta de roteiro e um tema clichê, achei ele bem o contrário: é um filme até que profundo e que retrata a traição com outros olhos. Ele não é composto de uma densidade muito visível, é preciso analisar os pequenos detalhes de cada cena, cada olhar, cada sorriso, cada close... E o pior, "por ser clichê", você sabe o que vai acontecer, você só não sabe quando e ai, isso me deixava agoniada (mas em uma boa agonia, se dá pra entender, hahah), me deixava aflita, somente esperando o momento que tudo se desencadearia. No meio tempo até as coisas acontecerem, o filme lhe dá a oportunidade de enxergar o lado dos dois personagens, te faz ver - com os olhos do pai - a beleza que ele via na Sophie e sentir a paixão inocente que Sophie sentia por ele; ele buscando um sentido para sua vida já sem graça e ela, perdida em outro país, buscando um sentido para sua solidão. Então, ele enxergou nela a música que lhe faltava e ela viu alguém que lhe enxergava e... Deu o filme que deu. Achei um filme muito bonito, desde as sutilezas dos atores - cada um com seu charme único, cativando a si próprios e me cativando ao mesmo tempo - até a fotografia silenciosa e pálida, entrelaçando a história com a atmosfera das situações. Realmente teve um final triste, mas que achei até que adequado, me fazendo lembrar que nem sempre é possível só desfechos felizes (pelo menos pros protagonistas) e que a vida é às vezes uma droga mesmo, juntamente com a crua mensagem por trás de uma traição e todas as consequências que isso acarreta para o casal e principalmente para os outros envolvidos.

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  • Filmow
    Filmow

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/

  • Lucas
    Lucas

    hahaha! eu tinha uma conta no imdb mas ninguém usava ai acabei migrando pra cá (: bem legal mesmo.

  • Bruno Raphael Müller
    Bruno Raphael Müller

    to bem também, só vendo uns filmes bons e outros nem tanto, hehe. :B
    hahaha, quando eu era criança diziam que eu parecia o alfafa, me marcou bastante também! bom filme, esse e aquele "amigos para sempre" (the mighty), sabe? clássicos de sessão da tarde.