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Manaus - (BRA)
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Fã de filmes de terror e suspense, de preferência dos anos 70 e 80, mas adepto também a excelentes dramas e boas comédias.

"Estar na plateia quando um grupo de fãs de terror parece estar se divertindo com o filme é a melhor coisa do mundo." (SAM RAIMI)

Últimas opiniões enviadas

  • Adriel Barreto

    Que direção de arte primorosa! Cada detalhe feito com um esmero que impressiona. Como comentaram aí abaixo, se fosse feito nos tempos atuais seria abarrotado de efeitos de computação gráfica, tirando toda a realidade da criação dos elementos que compõem produções do tipo.

    O roteiro é um pouco confuso, mas o clima de fantasia mórbida, aliado aos personagens que, ao mesmo tempo que são sinistros também são fascinantes, pode interessar aqueles que gostam de produções surrealistas.

    Não é uma produção indicada a crianças pequenas, mais recomendada ao público jovem. A história não é tão bem sucedida como foi "Labirinto - A Magia do Tempo", mas aqui a gente vê o talento de Jim Henson no cinema.

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  • Adriel Barreto

    Pelo trailer deu pra ver que Fede Alvarez manteve a estética e o formato de "Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres" do David Fincher, o que é muito bom! Como também me pareceu que a obra tem algumas características das versões sueca.

    Claro que a gente lamenta não poder ver Rooney Mara reprisando o papel de Lisbeth, que ela fez com muita competência, mas Claire Foy parece fazer um bom trabalho assumindo a responsa de dar vida a personagem.

    História interessante, ótimo diretor, protagonista talentosa... Boas expectativas com "Millennium: A Garota na Teia de Aranha".

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  • Adriel Barreto

    Excelente!

    Dos pequenos gestos, aos digladiadores diálogos, "Adivinhe Quem Vem Para Jantar" aborda a questão do preconceito com um relacionamento inter-racial de maneira sagaz.
    Mesmo a história se passando nos EUA dos anos 60 ele consegue ser bastante atual no que se refere aos julgamentos alheios com relação a união de duas pessoas de raças diferentes, e o que chama a atenção é que ele mostra não só os posicionamentos errôneos de brancos com negros, mas também o de negros com brancos (o que nos Estados Unidos é visto em maior ênfase, devido ao abominável período de segregação racial que o país passou). Na naturalidade das ações vemos nos olhares de descontentamento e até no contato direto, o quanto os resquícios de prejulgamentos de cor, deixados pelos antepassados, demonstram um ponto de vista reles, vergonhoso e sem qualquer fundamento, um olhar racista que é uma mácula da sociedade.

    O enredo consegue ser simples e forte, você rapidamente se depara com momentos e atitudes que mostram o preconceito em torno do casal, mas desde os primeiros minutos na tela Joey e John são puro carisma, a simpatia pelo dois já nos conquista de cara, e é assim até o fim, você torce por eles, torce pela felicidade deles.

    É interessante como os pais de Joey vão moldando seus pensamentos no decorrer da obra, indo do impacto inicial, aos diferentes comportamentos em que, enquanto um abraça a emoção, o outro tenta caminhar pela razão, e o que também é curioso é que em certos momentos vemos o receio deles de que nas suas atitudes pode estar escondido o preconceito que eles sempre ensinaram a combater.

    As ótimas atuações são um caso à parte, não há o que se desmerecer em relação as interpretações, absolutamente todos estão muito bons em cena, principalmente os protagonistas, Katherine Houghton é radiante, Katherine Hepburn transborda sentimentos, ela fala com os olhos, Spacer Tracy é vivaz e Sidney Poitiner é a competência artística em pessoa.

    Um clássico, com todas as honras!

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