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Fã de filmes de terror e suspense, de preferência dos anos 70 e 80, mas adepto também a excelentes dramas e boas comédias.

"Estar na plateia quando um grupo de fãs de terror parece estar se divertindo com o filme é a melhor coisa do mundo." (SAM RAIMI)

Últimas opiniões enviadas

  • Adriel Barreto

    Hitchcock é um mestre do cinema, isso é inegável! E em "Rebecca, A Mulher Inesquecível" notamos seu talento ao cuidar de vários detalhes, como nos movimentos de câmera (isso sendo visto logo na cena de abertura), nos cenários com iluminação que faz sombra sobrepostas sobre paredes e personagens, a direção de arte com cenários requintados, direção de fotografia garantindo ótimas imagens... mas uma coisa incomoda por não ser tão bem delineada: A concepção de sua protagonista.

    Nos primeiros momentos da obra a personagem de Joan Fontaine (que curiosamente não tem seu nome revelado durante a trama) parece ter atitudes exageradas demais, logo que chega a mansão, a agora "Mrs. de Winter" fica medrosa por qualquer motivo, quase todo tempo nervosa, até mesmo pra dar alguns passos pela casa, fica com a impressão de que ela é empregada de todo mundo e pensa que a qualquer momento vai ser demitida no primeiro deslize, e ainda Mrs. de Winter parece ter uma dependência de afeto do marido que chega a ser desmerecedor, se ele fica bravo ou parece triste com algo logo ela cai no choro e fica implorando seu perdão, pedindo desculpas como se tivesse feito algo gravíssimo. Depois ela até ganha uma postura mais confiante, mas ainda sim não deixa de se inferiorizar.
    A submissão de Mrs. de Winter parece surreal!

    O roteiro tem o "quê" que Hitchcock como haveria de se esperar, mas nivela o drama em seu enredo para contar a história do casal, sendo interessante na sua formação. Laurence Olivier merece bons créditos ao dar vida a Maxim de maneira interessante, Joan Fontaine, mesmo na sua construção de protagonista um pouco desnivelada, tem boa atuação na obra, e Judith Anderson é aquela boa e velha personagem 'Hitchcockiana'.

    É um bom filme! Mas não acho que essa deveria ser a obra do mestre do suspense vencedora do Oscar de Melhor Filme, ele tem outras produções na sua trajetória que mereciam mais a principal estatueta, ainda mais se formos ver quem eram seus concorrentes na categoria daquele ano, como o clássico "As Vinhas da Ira" de John Ford, o menos conhecido mas bem realizado film noir "A Carta" com Bette Davis como protagonista, e o brilhante "O Grande Ditador" do gênio Charles Chaplin.

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  • Adriel Barreto

    As obras anteriores (com interação com humanos) são divertidas, mas aqui os Smurfs estão em casa, dentro do seu ambiente de origem, dentro do seu contexto, cheio de cores e em meio a natureza, o que pode levar ao bom saudosismo aqueles que conferiram o desenho animado na década de 80.

    A mensagem feminina dentro do enredo é nítida, mostrando para as garotas e para os garotos que as mulheres são importantes, que são colaborativas, e num mundo onde todos são respeitados e valorizados a união torna a convivência ainda mais gratificante.

    Os gráficos do filme são muito bons, recriando o universo mágico e colorido dos Smurfs, agora adicionados com as novas técnicas de animação, como as luzes que brilham como neon e deixam as cenas mais bonitas.
    A história é simples e doce, bem a cara da criançada pequena, e como curiosidade, na dublagem brasileira tem a Ivete Sangalo dando voz a uma das personagens.

    Um bom filme para a meninada mais nova se distrair e conhecer mais sobre a história dos Smurfs.

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  • Adriel Barreto

    Depois de ouvir tantas críticas negativas sobre ele, alavancados pela vitória no Framboesa de Ouro 2018 e a péssima avaliação de alguns cinéfilos, esperava me deparar com um filme medíocre, com trabalho de arte mal feito e um roteiro sofrível, mas depois de conferi-lo nota-se que ele não é tão mal assim!

    O começo parece um pouco corrido, querendo fazer o espectador se envolver logo com o drama de Gene, o "Meh", sendo aquele que tenta se encaixar no mundo que lhe ignora e lhe inferioriza, que quer provar para os outros que é capaz, mas faz tudo errado e depois luta para se sobressair dessa primeira impressão, mas depois que passa essa pressa em se apresentar essa fórmula de apego o filme vai caminhando bem.

    Boa crítica que a produção faz a maneira como a tecnologia e a internet influência no comportamento dos seres (tanto humanos como, no caso do enredo, dos personagens daquele mundo do smartphone), como na parte em que uma Emoji diz que "não importa se você não conhece na vida real as milhares de pessoas que adiciona no Facebook, o que importa é você ser popular".

    A estética do filme é muito boa, bem bacana as sequências dentro dos aplicativos.

    A história é simples, e nesses tempos onde as crianças rapidamente adentram ao mundo virtual, descobrem as novidades e se saem melhor que muitos adultos por aí nessa era digital, elas vão se sentir mais que enturmadas com as referências dentro da obra.

    É um passatempo sem compromisso essencialmente voltada ao público infantil! Os adultos acostumados as animações da Disney que, mesmo sendo pras crianças contem mensagens que fazem os adultos se emocionarem podem não gostar muito dele, mas o menores vão se entreter vendo o universo do smartphone ganhando vida.

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