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Fã de filmes de terror e suspense, de preferência dos anos 70 e 80, mas adepto também a excelentes dramas e boas comédias.

"Estar na plateia quando um grupo de fãs de terror parece estar se divertindo com o filme é a melhor coisa do mundo." (SAM RAIMI)

Últimas opiniões enviadas

  • Adriel Barreto

    Um típico filme "Sessão da Tarde" feito pra entreter a grande massa, com moderada carnificina explícita, efeitos gráficos irregulares e atuações compactas.

    A obra, é claro, é recheada de surrealidades, como o fato de um tubarão que é maior que uma baleia não provocar fortes ondas ao nadar perto da superfície ou grandes movimentações nos ambientes aquáticos, e com uma história que transita em tudo quanto é gênero, misturando ação, suspense, comédia, romance, ficção científica.

    O personagem Jonas de Jason Statham é um espécie de "Rambo" do oceano, quase sempre com cara de bravo, posando de salvador invencível que se arrisca, se joga no mar nas situações de perigo, consegue escapar dos riscos e ajudar os outros fazendo mil peripécias, algo que ele já faz em todos os filmes que atua. O restante dos personagens vão no mesmo caminho do clichê...

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    A mocinha corajosa, o histérico, uma criança colocada para se criar apego emocional no público, o que se sacrifica pelos outros, etc.

    É tudo tão batido que, premeditar o que vai acontecer é quase certo!

    "Tubarão" do Steven Spielberg foi uma forte influência para o filme, mas ele está longe de se equiparar ao clássico setentista, está mais para um requentado das suas continuações ("Tubarão 2", "Tubarão 3" e "Tubarão - A Vingança"). O enredo e os efeitos, ora interessantes, ora ruins, contribuem para essa constatação.

    A trama é óbvia, então, é preciso ir conferi-lo com a convicção de que você não vai ver nada de novo. Embarcando nessa pensamento, dá pra se divertir com os desdobramentos emocionais e de acontecimentos durante o filme.
    O problema dele é a quantidade de alívios cômicos que a obra tenta oferecer a quase todo momento, quando aparece uma cena de tensão ou mesmo uma parte explicativa, logo surge alguma fala "engraçadinha" vinda de alguém ou uma sequência com ar de comédia, há um exagero nisso! Doses de humor podem ser bem-vindas em filmes do tipo, mas aqui fica sobrecarregado, tirando muitas vezes a possibilidade de se envolver nas cenas. Mas parece que essa era a concepção dele, pegar bastante no humor para ficar mais acessível ao público, já que até a aparente música-tema do filme vai nessa linha, uma versão da canção "Mickey" da cantora Toni Basil (um pop chiclete dos anos 80).

    Vale como passatempo, distrai, mas não é algo que vá perdurar por muito tempo na lembrança depois de assisti-lo.

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  • Adriel Barreto

    Boa animação! Me lembrou "Futurama" e "Rick and Morty", mas com um protagonista bem mais boca suja.

    O bacana dele é que cada episódio dura uns 20 minutos, o que ajuda a não ficar maçante conferi-lo, e as histórias conseguem ser hilárias e dramáticas.

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  • Adriel Barreto

    Jim Carrey incorporou Andy Kaufman em "O Mundo de Andy" de tal maneira que ás vezes até próprio Jim parecia se esquecer de quem ele era quando a câmera parava de filmar!
    Nessa construção de profunda atuação, o pessoal que esteve nos bastidores do filme deve ter sofrido nas mãos do Jim/Andy, era nítido o desconforto da equipe em alguns momentos, e além de encarnar Andy ele surgia como Tony Clifton, e esse era o pior dos pesadelos da equipe, pois Jim elevava o incômodo a enésima potência. Milos Forman teve que se desdobrar para conviver com essas personalidades.
    Mas foi uma criação bastante interessante, Jim Carrey sempre foi referência de humor pastelão, mas como um bom ator de comédia ele também pode ser um bom ator dramático, porém muitas vezes só lhe é ofertado papéis no campo humorístico, pois ele acaba ficando marcado pela veia cômica, mas é com papéis como esse que Jim Carrey mostra pro público que ele sabe muito bem fazer os outros rirem, mas também pode fazer os espectadores refletirem, se emocionarem, olharem para os comediantes e verem ali um ator multifacetado.

    Bom documentário!

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