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Manaus - (BRA)
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Fã de filmes de terror e suspense, de preferência dos anos 70 e 80, mas adepto também a excelentes dramas e boas comédias.

"Estar na plateia quando um grupo de fãs de terror parece estar se divertindo com o filme é a melhor coisa do mundo." (SAM RAIMI)

Últimas opiniões enviadas

  • Adriel Barreto

    "Bei mir bist du schön
    Por favor, deixe-me explicar
    Bei mir bist du schön
    Significa que você é formidável

    Bei mir bist du schön
    Vou explicar de novo
    Significa que você
    É a mais bonita daqui"

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  • Adriel Barreto

    Um filme que mostra que mesmo que se tenha um bom argumento em mãos, se o diretor não sabe como desenvolve-lo, esse conteúdo pode ser desperdiçado.

    É interessante a crítica social que a produção faz sobre o modo como a elite brasileira enxerga o mundo ao seu redor, alheia aos problemas das outras pessoas, até mesmo daquelas que estão dentro do seu núcleo, que acha que as outras parcelas da sociedade reclamam à toa e ganham "vantagens" que eles não precisaram para crescer e que não tem noção da própria falta de consciência ao debochar de alguém menos favorecido, e que muitas vezes preferem manter as aparências acima de qualquer outro valor moral. Alguns diálogos sobre essas situações são bons, mas o filme sofre com o, bastante irregular, caminhar de seu enredo, a obra apresenta questionamentos para depois deixa-los pelo caminho, ela joga na tela uma discussão ou uma situação que não cresce, que não se dá uma devida forma.
    Outro problema grave é a atuação de parte do elenco, há momentos de artificialidade na interpretação de alguns atores que minam o clima e diminuem a sua qualidade, que ficam parecendo uma cena de novela ruim feita sem esmero.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Como na atuação de Alice Melo, que faz Nathalie, a irmã de Jean, na cena em que ela conversa com o irmão sobre o dinheiro roubado e depois cita o caso dele com a empregada, e até mesmo o próprio protagonista Thales Cavalcanti também tem seus deslizes, quando atua de maneira mecânica em certas partes.

    "Casa Grande" cria reflexões, mas perde potencial por causa da estrutura mal elaborada de construção de drama.

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  • Adriel Barreto

    Leve e descompromissada "Everything Sucks" parece até ir contra a maré do formato de séries que costumam ser exibidas na Netflix, pois ela tem o seu tempo para desenvolver os entrechos e não usa de argumentos lascivos, maliciosos ou cria climas tensos para contar seus temas, até aqueles ainda considerados tabus como o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo e o uso recreativo de drogas.

    Com o seu enredo se passando na década de 90, a série tem a cara das produções televisivas e de cinema da época voltadas para o público jovem, como "Freaks and Geeks" (a influência mais notória), "Barrados no Baile", "Ela é Demais", entre outros. A trilha sonora, como não poderia deixar de ser, é repleta de sucessos dos anos 90 como "Wonderwall" do Oasis, "Two Princes" do Spin Doctors, "Beautiful Life" do Ace of Base, "Connection" do Elastica, "Ordinary World" do Duran Duran e por aí vai.
    A série aposta até nos detalhes das gravações como o zoom repentino e a filmagem com a câmera na mão, típicos de produções mais underground do período.

    A história de romances não correspondidos, valorização da amizade, experiências de amadurecimento, sonhos e adaptações dentro do universo adolescente mostram que questões como essas vão sempre fazer parte do mundo dos jovens, independente do tempo em que vivem.

    Infelizmente a série foi cancelada pela Netflix com apenas uma temporada exibida. Segundo a própria o motivo seria que o público foi diminuindo com o decorrer da história, mas vai entender a Netflix? Pois mesmo com toda a repercussão que "Sense8" teve, a Netflix cancelou a série alegando "alto custo de gravação", já com "Everything Sucks" é perceptível o seu baixo custo de filmagem, mas por não ter sido tão alardeada e acompanhada por uma audiência maciça ela não terá mais uma temporada.

    É claro que as séries da Netflix com construção mais elaborada, tratadas de maneira mais intensa são sempre válidas, é sempre bom sairmos da zona de conforto e vermos algo que tem a coragem de se mostrar de forma nua e crua para o espectador, coisa que muitas séries da TV preferem não encarar, e sem contar a aposta em produções criativas, muitas vezes ignoradas pelos grandes canais de TV aberta e fechada, mas também é bom termos uma opção de série que apenas nos desliga do dia a dia caótico e nos faz relaxar por alguns minutos, "Everything Sucks" é isso! Uma obra simples, frugal, que trata os assuntos dentro do seu contexto de modo natural, sem forçar a barra e sem atropelos, e ainda tem o fator nostálgico que nos faz reviver os anos 90 e/ou voltar as lembranças da juventude, como o primeiro amor, os tempos de escola, etc.
    Espero que a Netflix reconsidere a decisão de não dar uma segunda temporada a série, já que a primeira termina com bons ganchos.

    "Everything Sucks" fica só no título mesmo, porque a série é bem bacana!

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