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Últimas opiniões enviadas

  • Alex Gonçalves

    Seria um diagnóstico curioso sobre o enfado de uma geração às voltas com as responsabilidades mundanas assumidas em um cotidiano em que o tempo passa com a ausência de vibrações significativas. Há, entretanto, três problemas gravíssimos que desmantelam “O Homem que Parou o Tempo”.

    Com uma figura central apática como João, é difícil o interesse para acompanhar a sua estagnação. Com poucas ferramentas em mãos, Hilnando SM é repetitivo na sensorialidade. Por fim, a enxuta duração de uma hora só fortalece a suspeita de extensão de algo que seria melhor alocado em um formato de curta-metragem.

    + www.goo.gl/RBffST

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  • Alex Gonçalves

    Trata-se de um documentário que chega em boa hora, um pouco superior diante do movimento empenhado em conceber híbridos (com a manifestação da ficção quando o verídico não oferta o impacto que realizadores pouco honestos ambicionam).

    Falta somente um olhar mais incisivo e menos contemplativo dessa realidade de “Camocim”, algo que o realizador francês consegue com sucesso somente no encaminhamento para o encerramento de sua obra, quanto a polarização é ilustrada com uma perfeita simetria entre azuis e vermelhos. “Gretchen Filme Estrada” é uma obra relacionada superior, por exemplo.

    + www.goo.gl/yJmSvf

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  • Alex Gonçalves

    Foi esperado que “Slender Man: Pesadelo Sem Rosto” tenha sofrido vários entraves em sua pós-produção e que chegue agora obtendo a pior recepção possível de público e crítica. O mais triste de tudo isso, no entanto, é o crédito de David Birke como autor do roteiro. Responsável por “Elle“, um dos textos mais mordazes do cinema contemporâneo, o americano transforma o seu envolvimento no aspecto mais horripilante de “Slender Man: Pesadelo Sem Rosto”.

    + www.goo.gl/48d23g

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