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19 years (BRA)
Usuária desde Agosto de 2014
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"Eu quero o infinito
Não todo, mas todo ele em frações
Para que eu possa ser as emoções
De corpo e alma, sem limitações"

Para o cinéfilo funcional que também é orionauta (maladaptive daydreaming), a realidade é possibilidades, é a teoria dos caos, e também é Gan Eden.

"Preciso ser melhor
Do que eu era ontem
Do que eu era antes
Do que eu posso ser
Preso no presente, passado
Pretérito imperfeito
[...]
O temporal há tempo passou
Atemporal, o tempo parou"

Últimas opiniões enviadas

  • Aline Van Pathabell

    O Exótico Hotel Marigold 2: Uma História Sobre Tempo e Vida.
    (por Eládio Ferreira - Não sou crítico. Essa é apenas a minha impressão sobre o filme)
    Tempo: palavra pequena, mas com um significado imenso. O tempo é finito diante da morte e, ao mesmo tempo, contínuo diante da eternidade. Ele também pode ser relativo. Por exemplo: uma semana numa praia paradisíaca pode ser pouco, entretanto, a mesma quantidade de dias de trabalho duro, pode parecer interminável. E o tempo é exatamente o tema da comédia “O Exótico Hotel Marigold 2” (The Second Best Exotic Marigold Hotel).
    Quanto tempo ainda temos para viver um grande amor, para realizar um sonho ou, simplesmente, para (voltar a) existir? Esses são questionamentos que o filme nos deixa após assisti-lo. Essa não é só mais uma comédia para fazer o público rir dos personagens, de suas falas e trejeitos engraçados. O filme trata, com bom humor, de assuntos comuns a todos como, por exemplo, a vida, a morte, os sentimentos, os sonhos e aspirações.
    A relação do filme com o tempo é extraordinária e facilmente identificada logo no início quando vemos o jovem empresário, dono do Hotel Marigold, acompanhado de sua amiga e conselheira, alguns anos mais experiente que ele. Durante toda a história, vemos personagens ligados ao tema das mais diversas formas. Há quem, apesar da idade avançada, ainda pense em se casar e viver uma nova ou a primeira história de amor. Há, também, a presença dos flertes entre mulheres maduras e homens mais jovens, talvez um tabu ainda para algumas pessoas. Um dos personagens idosos almeja a realização de um sonho e não perde tempo em dar algumas investidas numa das elegantes personagens femininas. Diante desses, há o jovem casal iniciando sua própria jornada, jornada esta consumada por um lindo e extravagante casamento indiano.
    Algo que me marcou severamente no filme e fez minha mente entrar em ebulição foi uma frase dirigida a Evelyn Greenslade, personagem de Judi Dench: “Quanto tempo ainda lhe resta?”. Esta frase, sim, me fez pensar na finitude. Sabemos que a morte é o destino de todos nós, mas não sabemos quando. O tempo (passado, presente e futuro) tem sido algo corriqueiro em meus pensamentos, afinal, será que conseguiremos realizar tudo o que almejamos? Acredito que esse seja um tema vasto e complexo e deve ser tratado com verdade e o cuidado que merece mas, também, com uma certa pitada de humor, assim como no filme, por que não? Por fim, posso afirmar que O Exótico Hotel Marigold 2 é um filme que mexe conosco e com nossa própria história.

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  • a-gore-gore
    a-gore-gore

    Tive de tirar meus globos oculares e aproximá-los da tela para ver se eu estava enxergando direto! Meu coração podre supura de emoção com uma tão impudente mensagem como esta. ghunehunge

  • a-gore-gore
    a-gore-gore

    Seja bem vinda a minha cripta, espero que não tenha alergia ao mofo da carne podre pois ela anda meio abandonada, mas há entranhas de sobra para serem devoradas! ghuneangu

  • Adriano
    Adriano

    autodisciplina. :)

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