filmow.com/usuario/amandamrozas/
    Você está em
  1. > Home
  2. > Usuários
  3. > amandamrozas
24 years
Usuária desde Dezembro de 2013
Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum

Últimas opiniões enviadas

  • Amanda

    O filme explora os bastidores afetivos do tradicional filme de terror pós-apocaliptico ou de zumbi. O terror aqui não está no medo da criatura em si, mas na dinâmica familiar dentro desse contexto e a alteração causada

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    após a vinda da outra família.

    Muita gente disse que vai "de nada para lugar algum", mas a proposta é realmente ser um recorte temporal, trabalho aspectos micro e dramas que não estamos acostumados a ver com este enfoque.

    Não sei bem se classificaria enquanto terror, mas é um bom filme. Só que é assistido por um público-alvo, o do terror, que não está acostumado com a progressão demorada.

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Amanda

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Eu saí do filme ontem muito angustiada. As cenas finais me levaram às lágrimas e antes mesmo de ler sobre as metáforas bíblicas desenvolvidas no filme, eu entendi que "Mãe" era sobretudo, a respeito de feminilidade.

    De início, me questionei se a Mãe era insana e o filme correria neste sentido, como um bom terror psicológico. Depois houve a cena da explosão de fúria d'Ele e eu compreendi: ele estava a enlouquecendo. Era ele o veneno que ela precisava combater com remédios, sem perceber.

    A Mãe é quem a maioria das mulheres já se dispôs a ser um dia. Ela encontra um homem genial e ligeiramente perturbado, que relata ter passado por situações difíceis e se apaixona perdidamente. Essa paixão a faz crer que ela pode cuidar dele, melhorá-lo. Dessa forma ela auxilia a reconstruir sua vida, suas paredes. Tentar apagar os danos deixados por outra explosão. Outra explosão, uma (ex)plosão. Acreditamos ser o feminino que causou.

    "Você o ama mesmo não é? Pobrezinha." disse a Mulher a Mãe, quando ela relatou que havia reconstruído a casa para ele. O trabalho de limpar os traços danosos de um relacionamento anterior, tarefa ingrata mas que é feita porque se confia neste homem. Porque Ele é perturbado, mas é bom, afinal de contas.

    A Mãe demora muito para perder a confiança n'Ele. As coisas perdem o controle, ela não entende o que está acontecendo, mas as coisas se acalmam quando Ele chega. Mesmo que dure pouco o intervalo entre o caos e a paz que se instaura por vê-lo. É só quando outra vida é envolvida que a Mãe compreende que apesar de amá-lo, ele não pode ser confiado.

    A personagem sempre sentiu algo estranho, mas deu tudo de si. E somos ensinadas a isso, a dar tudo de nós. E não sermos o suficiente. Ela é drenada sem perceber. Todo seu afeto, todo seu amor, cujo coração do poeta não conseguiria ter por si só pois não foi ensinado a se sacrificar, é canalizado para a arte dele. Não só isso, sua própria vida é absorvida enquanto assistimos o homem se revitalizar.
    É uma conta patológica que fecha muito bem: a razão do homem que utiliza-se da emoção da mulher. O sacrifício da mulher e a isenção do homem. Se cada um precisa dar 1, a mulher dá 2 e o homem zero. O casal, dessa forma, se junta para dar um novo fruto, o qual é o homem que terá créditos.

    Nasce um bebê, um poema, um novo personagem para o Poeta. Ela perda a sua vida parindo tudo isso. Ela consegue o que sempre quis: o salva. Dá vida a um novo homem, mas esquece de salvar a si mesma.
    Ela não é lembrada. Sua história fica perdida na fumaça. Ele... ele é o gênio incompreendido com passado obscuro que está pronto para ser salvo por outro futuro carvão de sua indústria criativa.

    E para finalizar eu digo que há uma contradição clara na nossa cultura. Dizem que as mulheres são criadas como princesas que procuram príncipes para salvá-las, mas para mim, quem pega o cavalo branco e sai em busca de alguém para salvar, somos nós. Mas ninguém enxerga.

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Amanda

    Filme excelente. Conduzido de forma caótica, pra que o telespectador vivencie a tonalidade afetiva do protagonista, e se angustie com a sujeira e o emaranhado de problemas que não se desenrolam. Pesado, pessimista e bonito.
    Destaque pra atuação de uma quase apatia de Javier e de Maricel Álvarez que conseguiu transmitir as mudanças e a dificuldade do transtorno afetivo bipolar.

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Silas Leal
    Silas Leal

    Acabou de assistir Guardiões da Galáxia na Tela Quente, neah?!

  • Filmow
    Filmow

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/

Este site usa cookies para oferecer a melhor experiência possível. Ao navegar em nosso site, você concorda com o uso de cookies.

Se você precisar de mais informações e / ou não quiser que os cookies sejam colocados ao usar o site, visite a página da Política de Privacidade.