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23 years Manaus - (BRA)
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Sou apaixonada por filmes! Eles tem o poder de nos fazer sonhar, imaginar, refletir, nos divertir e ainda, quando são realmente bons, mudam alguns dos nossos pontos de vista. Meu gosto não é peculiar. Me defino como uma pessoa extremamente clichê e simples (e isso vai além do cinematográfico). Meus gêneros prediletos são: drama, romance, comédia romântica (quem não gosta de um felizes para sempre de vez em quando, não é mesmo!?), filmes de tribunais, crimes e leis. Uma pseudo cinéfila que rabisca algumas resenhas vez ou outra.

Últimas opiniões enviadas

  • Ana Sena

    Um filme doloroso e bonito, é assim que consigo definir The Third Wife (NGUOI VO BA). Uma produção vietnamita da diretora ASH MAYFAIR, que também assina o roteiro.
    O longa retrata a vida na zona rural do Vietnã no século 19 e conta a história da menina May, que com apenas 14 anos que se casa com um rico dono de terras e se torna a terceira esposa, realidade da cultura local e é nesse ponto que ele choca, desde as primeiras cenas.
    O filme com apenas uma 1h30 minutos tem uma narrativa linear, fotografia bonita com momentos belos quando se passa nos longos e verdes campos do Vietnã. Tem trilha sonora melancólica, atuações bonitas e verossímeis.
    May, interpretada pela atriz (LE VU LONG) é a escolha perfeita para terceira esposa e o ponto central do longa do começo ao fim. O espectador só vê o que a protagonista enxerga e sente ao longo do filme. Coisas inimagináveis à jovem, é desconhecido para quem assiste. Por conta disso, ficamos com algumas dúvidas ao final do filme.
    The Third Wife é um longa sobre descobertas, sobre cultura e sexualidade. É sobre uma menina completamente inocente lançada em uma família culturalmente diferente do que estamos acostumadas. É sobre sua dor, suas dúvidas, suas confusões, seus medos e desesperos (como implorar para ter um filho homem). É também um filme sobre família, sobre mostrar que todos temos demônios interiores, apesar de tentar parecer para o mundo que somos comuns. O filme mostra sem nenhum pudor o preço que terceiros pagam por nossos pecados e, naquela realidade, a falta do poder de escolha.
    May nos faz sentir dor, tristeza só com o olhar, com cada palavra que ela nunca diz ou quando vemos aquela criança grávida e feliz. Uma realidade inimaginável para muitas meninas nessa idade. Dizer mais que isso seria spoiler, então recomendo ver o filme. Vale muito a pena pelas reflexões que fazemos assim que os créditos ganham vida na tela grande.
    Nota: 7,5

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  • Ana Sena

    A primeira coisa que digo como fã é: como é bom ver a dupla dos lencinhos e sofrimento Shailene Woodley e Sam Claflin juntos em um dramão gostoso de se ver. Pelo trailer, você já sabe como começa e se desenvolve a história de Tami e Richard em Vidas à Deriva. O longa dirigido pelo islandês Baltasar Kormákur é lindo (tecnicamente) e emocionante. Vale cada centavo da pipoca e os lenços que gastei.
    Vidas conta a história de um casal aventureiro que se apaixonada e, por conta de um convite, resolvem velejar até à Califórnia.
    Trocando em miúdos algumas técnicas, o ponto alto é a narrativa não linear. A fotografia por sua vez é belíssima e os cenários paradisíacos ajudam o telespectador a imergir na história bonita e trágica do casal. As cenas no mar, principalmente o ponto alto da história, são extremamente realistas, efeitos visuais bem executados, nada mirabolante e surreal como acontece no recente Missão Impossível. Não conheço outros trabalhos do diretor, mas é possível ver claramente o quanto ele cuida da câmera com planos detalhe e vários cortes para oferecer uma realidade bem maior à história. A maquiagem é digna de aplausos, muito similar a do clássico "Naufrago".
    Agora, é bem verdade que Vidas à Deriva é o filme de Shailene Woodley. A atriz faz aqui sua estreia na produção de um longa, mostra toda sua capacidade de atuação em cenas pesadas e memoráveis e carrega o filme quase que inteiro nas costas, com maestria. Pena que Sam mais uma vez fica imobilizado (literalmente) e me prova mais uma vez ser um ator mediano, apesar do rosto bonito e do sotaque inconfundível. O filme é baseado em fatos reais, o que o torna mais triste ainda. Nota 8,5.
    PS: Isso não é uma crítica cinematográfica (estou enferrujada).

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  • Ferraz Greg
    Ferraz Greg

    Obrigado por aceitar, Ana! Seja bem vinda!

  • Filmow
    Filmow

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/

  • Rodrigo
    Rodrigo

    Ana vc tem um sonho de ser crítica de cinema e eu acho que vc daría uma excelente crítica. Vc tem um ótimo gosto para filmes e séries!! Um abraço linda...

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