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23 years Manaus - (BRA)
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Sou apaixonada por filmes! Eles tem o poder de nos fazer sonhar, imaginar, refletir, nos divertir e ainda, quando são realmente bons, mudam alguns dos nossos pontos de vista. Meu gosto não é peculiar. Me defino como uma pessoa extremamente clichê e simples (e isso vai além do cinematográfico). Meus gêneros prediletos são: drama, romance, comédia romântica (quem não gosta de um felizes para sempre de vez em quando, não é mesmo!?), filmes de tribunais, crimes e leis. Uma pseudo cinéfila que rabisca algumas resenhas vez ou outra.

Últimas opiniões enviadas

  • Ana Sena

    A primeira coisa que digo como fã é: como é bom ver a dupla dos lencinhos e sofrimento Shailene Woodley e Sam Claflin juntos em um dramão gostoso de se ver. Pelo trailer, você já sabe como começa e se desenvolve a história de Tami e Richard em Vidas à Deriva. O longa dirigido pelo islandês Baltasar Kormákur é lindo (tecnicamente) e emocionante. Vale cada centavo da pipoca e os lenços que gastei.
    Vidas conta a história de um casal aventureiro que se apaixonada e, por conta de um convite, resolvem velejar até à Califórnia.
    Trocando em miúdos algumas técnicas, o ponto alto é a narrativa não linear. A fotografia por sua vez é belíssima e os cenários paradisíacos ajudam o telespectador a imergir na história bonita e trágica do casal. As cenas no mar, principalmente o ponto alto da história, são extremamente realistas, efeitos visuais bem executados, nada mirabolante e surreal como acontece no recente Missão Impossível. Não conheço outros trabalhos do diretor, mas é possível ver claramente o quanto ele cuida da câmera com planos detalhe e vários cortes para oferecer uma realidade bem maior à história. A maquiagem é digna de aplausos, muito similar a do clássico "Naufrago".
    Agora, é bem verdade que Vidas à Deriva é o filme de Shailene Woodley. A atriz faz aqui sua estreia na produção de um longa, mostra toda sua capacidade de atuação em cenas pesadas e memoráveis e carrega o filme quase que inteiro nas costas, com maestria. Pena que Sam mais uma vez fica imobilizado (literalmente) e me prova mais uma vez ser um ator mediano, apesar do rosto bonito e do sotaque inconfundível. O filme é baseado em fatos reais, o que o torna mais triste ainda. Nota 8,5.
    PS: Isso não é uma crítica cinematográfica (estou enferrujada).

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  • Ana Sena

    Sou uma romântica inveterada, embora, as vezes, não goste de admitir isso. Sendo assim, é óbvio que gosto de uma comédia romântica ou um dramão clichê de qualidade. Ao ler a sinopse do mais novo romance de Rodrigo Bernardo, diretor do bonito “o filme da minha vida”, acreditei que se tratava de um clichê romântico, mas me enganei. É uma pena admitir que Talvez não consegue a carga emocional necessária para um romance, digamos que, no mínimo empático e Matheus Solano passa vergonha na pele do metódico e perdido Virgílio, protagonista do filme.
    O longa conta a história de Virgílio, que leva uma vida pra lá de equilibrada e monótona, mas um certo dia chega em casa do trabalho e, ao apertar o play da secretária eletrônica, ouve uma mensagem de uma mulher pondo o fim no relacionamento dos dois. Até aí nenhuma novidade, a não ser pelo fato que o personagem de Solano não lembra de nenhum ter relacionamento recente.
    O roteiro, assinado pelo diretor, vai se nortear completamente nessa busca de Virgílio por respostas, pela mulher da mensagem na secretária eletrônica e esse caminho não seria o erro, até porque muitas comédias românticas americanas apostam em histórias muito mais mirabolantes que essa, mas o que falta em Talvez é a química, é o desenvolvimento tangível dos personagens, principalmente de seu protagonista. Matheus Solano que eu adorava fazendo novelas, até se esforça para dar vida ao metódico Virgílio e nos primeiros 20 minutos ele quase consegue, mas o roteiro busca algumas alternativas fáceis sem a carga emocional necessária para alguém que apagou da memória “o amor da sua vida”.
    Os alívios cômicos são eficientes de alguma forma (ou era o meu desespero para gostar do filme), a forma como Rodrigo retrata uma São Paulo de maneira retrô, mesmo deixando claro o que longa é dos anos 2000 é interessante. A fotografia é fiel a essa ideia, mas sem grandes surpresas ou méritos. Os cenários casam com a personalidade do personagem que tem um celular dos anos 90, móveis antigos, não tem televisão e não usa computador no trabalho, um ser completamente anti-tecnologia.
    A trilha sonora por sua vez segue a linha romance americano com direito aos clássicos de Frank Sinatra e músicas alá A vida secreta de Walter Mitty (a cena final que o diga). A atuação dos outros personagens ficam à margem. A escolha de Thaila Ayala como par romântico de Solano faz a gente pensar que não teve sequer um teste antes, pois a química do amor tangível cinematográfico passou longe do casal, mas isso deve ser ao fato deles se encontrarem nos últimos cinco minutos de filme.
    Vale a pena ver Talvez uma história de amor somente para prestigiar o cinema nacional, ir ao cinema e comer pipoca, no mais, o longa entra o rol de bola fora do queridinho Rodrigo Bernardo. Nota 4.

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  • Ferraz Greg
    Ferraz Greg

    Obrigado por aceitar, Ana! Seja bem vinda!

  • Filmow
    Filmow

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/

  • Rodrigo
    Rodrigo

    Ana vc tem um sonho de ser crítica de cinema e eu acho que vc daría uma excelente crítica. Vc tem um ótimo gosto para filmes e séries!! Um abraço linda...