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Avaliação
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★ 3,0 / 3,5 - Bom
★ 4,0 / 4,5 - Ótimo
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Últimas opiniões enviadas

  • Anderson

    Estou perplexo.
    Isle of Dogs foi meu primeiro Wes Anderson e, os elogios que eu ouvia sobre este diretor - o cuidado com a simetria dos planos e a qualidade do design de produção de seus filmes -, o filme cumpre com o que eu esperava.
    Animação de altíssimo nível, com um cuidado magistral em cada frame, cada movimento de câmera, causando por ora até uma certa contemplação do espectador com os elementos em cena.
    Os personagens tem características bem definidas, a personalidade de cada um é marcante durante a obra, e, é claro, não poderia ser diferente quando se junta um time tão criativo e competente no área de arte e na dublagem, tudo esta alinhado e funcionando de forma perfeita.
    O roteiro é simples, até um tanto previsível, mas, a trama envolvendo Atari e Spots, e a sub trama politica envolvendo o prefeito de Megasaki, são interessantes. O peso narrativo fica por conta dos diálogos dos cachorros e sua ações, sempre com humor ácido e irônico.
    Isle os Dogs é um filme que garante diversão, reflexão sobre segregação, e um deleite visual marcante. Sem dúvidas um dos melhores filmes de 2018.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    I Bite.

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  • Anderson

    Uma aula de Mise-en-scène.

    A história é bem trabalhada no primeiro ato, consegue ambientar o espectador, apresentar e dar um tempo de tela bom para ambas as personagens para que as conheçamos. A partir do segundo ato é ladeira a baixo. O filme se torna enfadonho; o conflito entre a religião e o relacionamento das personagens que poderia ser o combustível da trama, não foi bem usado, ficou superficial. No terceiro ato o filme parecia não querer terminar, foram duas ou três cenas desnecessárias - e sem falar na ultima que foi péssima.
    Meu primeiro destaque fica para a atuação de ambas as Rachels, mais precisamente a Rachel MacAdams que, teve a personagem mais interessante do filme e não decepcionou entregando uma ótima atuação.
    Mas o ponto alto de Disobedience ficou no clima criado, a frieza dos personagens, do lugar, do luto; tudo isso feito de forma magistral com a paleta de cores, figurino e maquiagem.

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  • Anderson

    Pode ser viagem, mas isso foi algo que notei ao ver a obra e refletir um pouco:

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    A cena inicial remetendo ao inicio de O Iluminado - o plano de câmera; a família composta por 3 pessoas; a ida a um lugar remoto -; e a dupla de psicopatas que em muito me lembrou o carismático Alex DeLarge e seu drugue Dim, ambos de Laranja Mecânica, e, ambas obras de Stanley Kubrick. Os dois filmes representam a espetacularização da violência que Haneke quis passar em Funny Games.

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