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ᛉ Heill Óðinn, Heill auk Sæl! ᛉ

χαῖρε Ζεύς!

ॐ 南無阿弥陀仏 ॐ

ॐ नरसिम्हाय विद्महे
वज्रनखाय धीमहि
तन्नो विष्णु प्रचोदयत्
ll. मंत्र. ॐ चंद्राय नम: ll
ॐ नमः शिवाय

☩ Lumen Christi, alfa et ômega, díssipet ténebras, cordis et mentis. ☩

http://silenziolazarus.tumblr.com

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Últimas opiniões enviadas

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    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    É uma pecha até hoje, mas esse foi o primeiro filme a ser exibido na Casa Branca, por ninguém menos que presidente Woodrow Wilson, um racista e simpatizante declarado do Klan, além der ser um "Democrata". Na história das relações civis entre as "raças" e direitos civis, conhecer a história do partido Democrata americano esclarece muitas coisas. É claro como os Democratas usaram os negros para executar seus planos, até os dias atuais. Pra quem não sabe, o Partido Democrata era o partido da Escravidão americana, não se engane pela propaganda dos filmes de 'far-west' que tentam retratar republicanos como racistas e coisas piores. Depois da proclamação da emancipação de Abraham Lincoln (republicano), durante a guerra da secessão, pôs fim a escravidão. Em 1865, o partido Dem. estava em frangalhos. Poucos depois, um homem chamado Nathan Bedford Forrest vai fundar um negócio chamado Ku Klux Klan, para um "país de brancos, onde homens brancos mandam", além dele ser um dos delegados mais comprometidos da convenção Democrata. O objetivo central do Partido Democrata era restabelecer a supremacia branca. Em 1868, o lema do partido Democrata era "Este é um país de homens brancos, deixe um homem branco governar". O pior era a retratação dos negros nas panfletagens, lembra o que o partido Nazi fez, onde os Democratas brancos "imaculados" lutavam contra os Republicanos negros. Mas por quê os negros eram uma ameaça para os "democratas"? Os negros eram a maioria nos estados do Sul. Logo, eles enviavam muitas pessoas para as legislaturas estaduais e até para o Congresso, onde tinham 22 pessoas, um verdadeiro pesadelo para os brancos "Democratas", aos poucos sendo governados por negros. A reação foi brutal: o braço militar e a máquina de guerra do partido Democrata era ninguém menos que o Klan e os alvos eram negros e Republicanos brancos, como o congressista James Hind, o primeiro membro do Congresso a ser assassinado. Durante o regime de terror do Klan, mataram mais de 3.000 negros e 1.000 Republicanos brancos. Tudo era válido para se manter o poder: instituir leis discriminatórias (Jim Crow) e extrema violência para manter os negros em posições subalternas. Tudo foi mantido sob os panos para cobrir os rastros do partido Democrata, mas enfim, o racismo vai continuar forte até o século XX, como denotado por esse filme. Com o tempo o racismo vai tomar outras formas, o senador democrata Benjamin Tillman declamou exatamente estas palavras: "Enquanto os negros continuarem a violentar nossas mulheres brancas, continuaremos a linchá-los! O homem branco não irá ceder, para que o homem negro ceda aos seus desejos com nossas esposas e filhas sem linchá-los!". Muito antes da Rosa Parks recusar-se a sentar na parte traseira de um coletivo, já houve uma heroína negra e jornalista chamada Ida B. Wells, que recusara-se a ceder um lugar da 1º classe no trem para um homem branco. Porquê não ouvimos falar dela? Por quê ela era uma Republicana, ela trabalhava em um jornal Republicano que denunciava linchamentos. Uma de suas mais importantes denúncias foi o linchamento do jovem Henry Smith, na qual ela estava presente e relata: "Depois que arrancaram as roupas dele e pendurá-lo em uma árvore, enquanto alguns da turba cravavam facas em sua carne, outros assistiam com uma visível satisfação. A lição que isso nos dá, que cada negro deve ponderar bem, é que um rifle Winchester deve ter um lugar de honra em cada lar negro, e deve ser usado para sua proteção, que a Lei se nega a dar! Precisamos nos levantar contra a regra da multidão, não só de um ponto de vista emotivo, nem mesmo de uma perspectiva de justiça de uma raça fraca, mas pelo desejo de preservar nossas instituições americanas. A luta contra o linchamento tem a mesma importância moral que a luta contra a escravidão, já que o linchamento do jovem Henry Smith mostrou que estamos alinhados com a morte e compactuados com o Inferno!". Uma declaração memorável de que os negros precisavam dos direitos da 2º Emenda, pois no sul, quando os democratas passaram as Leis contras os negros, estabeleceram que se você fosse negro, não poderia possuir uma arma, logo, o KKK pode invadir seu quintal e você não tem formas de se defender. A 2º Emenda era de extrema importância para os negros, e ela batalhou ferrenhamente, pois enquanto os negros estivessem desarmados, seriam presas fáceis para os racistas. É claríssimo que um dos primeiros esforços do Partido Democrata para se ter controle de armas teve um motivo RACISTA, como quase tudo que os Democratas se propunham. Na década de 20 o Klan teve um reavivamento graças ao fã de carteirinha do movimento, o presidente supracitado. Esse filme provocou o renascimento do movimento KKK na América, o filme cita Woodrow Wilson, denuncia a era Reconstrutivista, quando os negros brevemente comandaram, o desarmamento dos negros, além de retrata-los, representados por brancos com o rostos negros, como predadores feios, vulgares e não-civilizados, que tinham como único prazer estuprar mulheres brancas. Outra linha do "progressivismo" moderno toma é a ideia de Eugenia, um tipo de anti-natalismo. Margaret Sanger, uma afiliada feminina do KKK, foi a fundadora da Paternidade Planejada, na década de 20. Para ela, a "eugenia" significava a libertação e o cultivo dos melhores elementos "raciais" da nossa sociedade e a gradual supressão, eliminação e extirpação de "reservas defeituosas". Para ela, matar um membro da "família" americana era um ato de piedade e caridade. Na época de Sanger, técnicas de eliminação racial como linchamentos haviam se tornado tabu dentro do Partido Democrata, logo, Sanger liderou uma medida diferente, para conseguir resultados semelhantes. O "Negro Project" foi a solução. Por meio das "Clínicas da Mãe", o projeto conseguiu implantar nas comunidades de negros um controle de natalidade e outras medidas eugenistas. Ela conseguiu amealhar pastores negros para convencer a população. Um dos casos mais famosos de eugenia na história americana foi a da Carry Buck, uma jovem branca acusada de "retardo mental" e obrigada a uma esterilização assistida e forçada. O caso foi para na Corte Suprema e um juiz, não citarei quem nem sua declaração final, disse que não havia problema em esterilizar a força essa mulher, que por sinal, não possui-a problemas mentais, ela lia e era perfeitamente capaz. Tudo isso através do poder do Estado, apenas porquê o Estado possuía essa ideia de como a população deveria ser e quem deveria ter direito de ter filhos, o resultado disso: Dezenas de milhares de pessoas foram esterilizadas a força por todo EUA. O Ford (sim, aquele Ford, o pai do consumismo, um dos motivos que quebrou os EUA em 1929) e os Nacionais-Socialistas admiravam tanto a ideia de Sanger, que adotaram em seus programas. As primeiras pessoas eliminadas pelo regime Nacional-Socialista não eram judeus, eram deficientes mentais, inválidos, et al. Eles invadiam hospitais e eliminavam tais pessoas. Até os dias de hoje, você encontrará sucursais da "Paternidade Planejada" em bairros negros na América. Em 2012, no vídeo de abertura da convenção democrática, havia o seguinte: "O Governo é a coisa a qual todos pertencemos". É uma inversão total de valores. O Governo pertence a Nós, nós não pertencemos ao Governo. Somos cidadães, e não subordinados. As instituições mediadoras, como os cientistas sociais chamam igrejas, sinagogas, sindicatos, família, amigos, são essas instituições que nos dão um norte, uma sensação de Ordem, de um lugar no mundo, porém, esse é o papel que o Estado está fazendo atualmente! Não preciso dizer o quão isso é perigoso. Logicamente, esse "progressivismo", nos afastam da ideia de liberdades individuais. Essa ideia de um Estado centralizador, como no caso do Brasil, são antípodas as ideias que fundaram os EUA, são opostas as ideias liberais clássicas que diz que o fruto do seu trabalho pertence a você, que nossos direitos naturais vem de Deus, da Razão e/ou da Moral, e não imposto a Força, por pura Técnica ou de um Governo, e de que somos cidadães e não subordinados. É claro que hoje em dia o Partido "Democrata" (a esquerda americana) repudiam essas coisas, exceto uma mulher chamada Hillary, que declarou abertamente sua admiração pela Sanger, além de dizer que há "muitas lições que podemos tirar de sua vida e da causa que ela iniciou".

    P.S.: Percebi que há diversos justiceiros sociais usando o exemplo do "Blackface" para cotejar com este filme. "Blackface", do filme O Cantor de Jazz (1927), é baseado na peça de um judeu chamado Samson Raphaelson, foi produzido pelos Irmãos Warner, quatro judeus emigrados da Polônia, de sobrenome Wansol ou Wonskolaser, o estúdio foi fundado em 1923, enfim, o tal "blackface" era um judeu (além do Al Jolson, o protagonista, também o ser, assim como os maquiadores, assim como o diretor, Alan Crosland, como a grande maioria dos diretores americanos até os dias de hoje, e de que seus filmes na época eram direcionados para a população judia americana) que cresceu numa família judia ortodoxa, e como ele se liberta da ortodoxia judaica? Bem, acho que dá pra imaginar... Ele lutava contra o etnocentrismo cultural de seu pai, um rabino Judeu, em seu sonho de ser tornar um cantor de Jazz, nicho cultural dominado pelos negros da época, ou seja, é literalmente um filme sobre a cultura e identidade judia, o filme inicia mostrando a herança do pai do Al Jolson, um Rabi e cantor de hinos da Sinagoga local, continuando a longa tradição da "raça" judaica (transliteração do que está no filme, não sei se os Judeus realmente se consideram uma etnia a parte, independente da melanina ou falta dela na pele). Acho que a maioria dos SJW brasileiros (idiotas úteis existem em todos os países) nem viram o filme, muito menos fazem pesquisa histórica, mas fazer o quê. Bem, o filme "As Branquelas" consegue ser mais racista que os filmes do "Blackface".

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    "Tarde te amei, ó beleza tão antiga e tão nova! Tarde demais eu te amei! Eis que habitavas dentro de mim e eu te procurava do lado de fora! Eu, disforme, lançava-me sobre as belas formas das tuas criaturas. Estavas comigo, mas eu não estava contigo. Retinha-me longe de ti as criaturas, que não existiriam se em ti não existissem. Tu me chamaste, e teu grito rompeu a minha surdez. Fulguraste e brilhaste e tua luz afugentou a minha cegueira. Espargiste tua fragrância e, respirando-a, suspirei por ti. Eu te saboreei, e agora tenho fome e sede de ti. Tu me tocaste, e agora estou ardendo no desejo de tua paz."

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    Alguém ainda tem dúvidas que Hitler se inspirava no marxismo russo para criar sua seita gnóstica-milenarista? Ou os campos de extermínio: Sobibor, Treblinka, Belzec e Auschwitz, esse último era ambos campos de concentração, quanto de extermínio, foram cópias, tanto dos métodos eugenistas americanos, quanto do bem sucedido modelo soviético, já em funcionamento, "eficientemente", graças a nomes como de Guenrikh Yagoda (só esse matou mais que Hitler e num período menor de tempo), desde da década de 30, a diferença é que em vez de matar "inimigos do povo", matava-se "inimigos da raça", ambas ideologias pregam a crença de pureza e holocausto político, o método russo consegue ser pior pelo fato de não haver essas diferenças raciais, honra nem dentro do partido nem entre seus integrantes, como foi o caso Bukharin, chamado por Lênin de "filho célebre da revolução russa", e mesmo assim morto por Stálin, independente de sua idolatria erótico-moral-intelectual e partidária, a sua carta póstuma é uma das coisas mais tristes que já li, na qual Stálin guardava em seu escritório, junto com a foto da sua mulher que havia se suicidado em 32, imagino porquê. Tem uma passagem de um jornal da década de 20, falando que um novo partido havia surgido na Alemanda dizendo ser o líder um novo Lênin, um novo profeta, mas alemão, após a morte deste em 24. Goebbels era um marxista-leninista fervoroso, em seu diário disse ter chorado copiosamente depois da morte de Lênin, antes de se converter ao Nazismo em 26, dizia ser Lenin um grande homem, Hitler indo logo depois, por quê será? Ou até o pacto de não agressão nazi-soviético de 39, dentre uma infinidade de pormenores que não pretendo me ocupar. Há um livro de 2012, de fato constrangedor para os ignotos modernos e de sucesso estrondoso na Europa, do Vladimir Tismăneanu, chamado o "Diabo na História", simplesmente uma obra prima, que destaca, dentre muitas outras coisas, as claras diferenças do socialismo gnóstico-nacionalista anti-iluminista alemão e o socialismo internacionalista iluminista russo, uma hiperradicalização da razão, com pitadas de mística e messianismo político, que no fim, são frutos da mesma árvore. Outro autor que vale ler qualquer título sem medo de perder tempo é Alexander Soljenítsin, assim também, os livros do Leszek Kołakowski, qualquer um deles. Há uma infinidade mais de autores gabaritados e de extrema erudição, porém, esse três autores, o primeiro romeno, o segundo russo e o terceiro polonês são provas vivas e intelectuais da barbárie que essa ideologia, essa religião política produz, que buscam a todo custo implantar ainda no mundo, em pleno século XXI, e.g., somente em 1937, praticou um democídio, um politicídio, o conceito para o "cídio" não importa, matou quase 1 milhão de pessoas. E sim, o lumpenproletariat, a "classe perigosa", deve ser eliminada e foi eliminada, como os homossexuais e anarquistas, como o que ocorreu em Cuba e por Lênin, que dizia "que os marxistas não entendem Marx como eu entendi". Só atualmente o lumpenproletariat tornou-se massa de manobra e ferramenta política. O terror soviético só diminuiu em 39 com a eclosão da guerra. O que me choca não é nem saber dessas coisas ou conhecer uma vastidão de neo-bolcheviques e partidários dessa ideologia nefasta, mesmo depois da 2º Guerra, com Stalin retornando a política de terror e morte até 53, a "doce vingança", como ele gostava de citar, mas ainda 30 anos após a queda do muro de Berlim, que ironicamente chamava-se de "Alemanha Democrática", é o fato do nazismo hoje ser criminalizado, mas o comunismo não. Engraçado que esse comentário provavelmente vai ser tachado de uma interpretação de "ma-fé" pelos dogmáticos, vão dizer "você não entende Marx, não era isso que ele queria" ou de que "nunca houve uma sociedade marxista", ou ainda "Marx nunca deixou uma receita de bolo" para sua utopia, como eu mesmo gostava de me iludir: antes fosse, quisera eu não ter depositado tanto tempo e energia intelectual em minhas leituras de Marx e perceber, além das inconsistências de sua teoria, a pregação de seu culto de ódio e morte. O autor Richard Wurmbrang, incontestado pela comunidade acadêmica, conecta Marx e Satanismo, isso mesmo. Outro grande livro sobre a relação nazi-soviética é "O Grande Culpado - O Plano Stálin para Iniciar a Segunda Guerra Mundial" do Viktor Suvorov. Em toda a história humana, não houve política, religião ou ideologia que matou mais seres humanos, e como diversos autores antes de mim pontuaram, muitos a consideram a própria encarnação histórica do Mal.

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