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"Going through this life is the first time for all of us anyway". (Nam See He - Because this is my first life)

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Últimas opiniões enviadas

  • Rayanne Almeida

    Fui atrás desse filme por dois motivos, pela Han Ye Ri, que é uma atriz que está no meu radar desde que a vi em Age of Youth, e pela sinopse. Adoro diálogos (bons diálogos) e fiquei contente em achar um filme que se sustenta por eles (só conheço um outro filme que faça isso, o maravilhoso Waking Life). A ideia não tem nada de fora da caixinha, mas o desenvolvimento é muito bom e as cenas, ao mesmo tempo que trazem seu próprio foco, tem em comum o fato de tratar das relações que estão se desenvolvendo ali, naquele lugar. Os diálogos transitam entre o familiar e o atípico, pois por mais que trate situações corriqueiras, fica bem claro que é tudo trabalhado a partir de uma visão de mundo bastante distinta da nossa, o que no fim, tornou a obra ainda mais interessante pra mim.

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  • Rayanne Almeida

    Que filme, meu senhores! Que filme! Tanto que fiquei triste em ver a nota dele aqui, apesar de que até já tenho um palpite para o motivo.

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    Talvez algumas pessoas insatisfeitas por não ver os boys juntos e felizes no final?

    Adorei como a narrativa mescla a peça a vida real,sempre nos fazendo confusos sobre o que é o quê. Confesso que estava com sentimentos mistos antes de ver, já que sendo uma produção coreana, temia o clássico 'fim trágico punitivo pela relação "errada"', que é bem comum nos bls orientais (oi, China), mas o filme consegue se distanciar muito bem disso ao se focar no dilema do que é real e o que é apenas atuação. Os dois atores, ou melhor, os três, foram maravilhoso, o que fez uma pessoa que odeia triângulos amorosos como eu, bem satisfeita. Já sobre minha interpretação pessoal...
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    Jae-Ha e sua tática de atuação são o que levam ele a se envolver com Young-Woo (é claro que não consigo simplificar pra apenas isso, mas esse é, ao menos, o motivo principal, sendo acrescido do interesse real, porque se não houvesse, acho meio difícil as coisas terem fluido do jeito que foi), já Young-Woo, finalmente encontra alguém que lhe chacoalha e faz com ele almeje mais, é interessante ver a cena em que Jae-Ha chama sua atenção, como parece que ele não está realmente ali, no local, e como Jae-Ha o puxa de volta, o deixando confuso e curioso, e mais pra frente, encantado. Já Hee-Won foi um mega bônus, nada de colocarem ela de personagem feminina escrota que quer ver os apaixonados separados só porque é má e fim. Ela é amável, mas extremamente forte, e como o namorado lhe diz, conhece ele muito bem, a ponto até de enxergar exatamente o que se passa. Como resultado disso tudo, temos Jae-Ha sendo incapaz de abandonar sua vida por Young-Woo, que percebe que, assim como na peça, ele jamais será seu e cria toda aquela 'jogada' (ao fazer parecer que fez algo a Hee-Won) para mexer com ele, como uma vingança pessoal e por fim, Hee-Won, que sabe que quando a tormenta passar, Jae-Ha ainda estará com ela, pois essa sim é sua 'vida real' (aspas aqui porque o filme também dá a entender que toda a vida de Jae-Ha é apenas atuação).

    Escrevi uma monografia? Escrevi, mas não me arrependo hehe. Seria bom uma sessão dupla com este filme e A Criada, cinema coreano LGBT de alto nível.

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  • Rayanne Almeida

    Apesar de a arte ter me agradado profundamente e a lenda que dá origem a narrativa ter me encantado, a medida que a narrativa ia passando, me incomodava cada vez mais com os acontecimentos.

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    Begônia, a figura central da narrativa, se mantem constante em sua atitude inconsequente e egoísta, só percebendo as consequências quando seu mundo está a beira do colapso, Big Fish, a partir do momento em que é transformado em peixe se torna praticamente inexistente como figura de importância pra narrativa (mesmo que tenha se mostrado com muito potencial enquanto humano), já que ele passa a parecer mais um bichinho de estimação, o que dificulta o desenvolvimento da relação entre ele e Begônia, o que nos leva a um longo período da narrativa em que temos apenas Begônia e Qui, levando-o de um lado para o outro em busca de esconde-lo, e, por fim, tem o ponto que mais me incomodou, o sacrifício de Qui, tão melodramático, quanto desnecessário.
    Eu entendo o ponto de ele amar Begônia de forma tão sincera, que não põe seus sentimentos acima dos dela, mas evitar este caminho indo pelo extremo oposto não deixa de ser complicado, e mais, tira de vez o protagonismo das mãos dos dois personagens que dão titulo a trama, não é a toa que muitos comentários aqui estão falando de Qui e não de Begônia e Big Fish, pois perto dos dois, ele se destaca facilmente.


    Por fim, o que poderia ser uma história que usa um mundo mágico como pano de fundo para falar sobre responsabilidade e sobre lidar com a consequência de nossas atos, se tornou uma história sobre alguém que não sabe lidar com seus sentimentos, toma decisões erradas baseadas nestes mesmos sentimentos e ainda terceiriza as consequências. Definitivamente o tipo de história que não brilha aos meus olhos.

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