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Últimas opiniões enviadas

  • Bárbara Matsuda

    Ok gente, não é a melhor série do mundo ou mais elaborada, mas é inegável que é um amorzinho (ba dunnts). Creio que muitas das reclamações de ser "boring" é porque foi vindo um público que caiu de paraquedas e não curte o gênero de comédia romântica.
    Mas eu, que tenho entre meus filmes favoritos "Manhattan" e "Annie Hall", amei. "Love" conta a história de um casal desde o começo do namoro, tentando se ajustar e evoluir dentro de suas individualidades bem diferentes.
    Várias vezes em certas situações eu ficava esperando uma reviravolta maluca ou melodramática, acostumada com o exagero que geralmente envolve esse gênero, mas não acontece esse tipo de romantização extrema. Uma briga dos personagens não se arrasta ao longo de vários episódios só para encher linguiça, sabe?
    E isso incomoda alguns, mas acho tão bonito abordar de maneira tão simples e pura um tema tão complexo, que é o amor. "Love" é leve, inusitada, fala de problemas reais de jovens adultos, com toque depreciativo e humor esquisito. Sem forçar a barra. Levo Mickey e Gus no meu coração, sabendo que eles serão felizes, mesmo brigando às vezes pelo jeito metódico demais ou impulsivo de cada um haha

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  • Bárbara Matsuda

    Filme que parece foi baseado num manual de "Como ser hipster" versão 2012. Achei o clichê dos clichês do mundo alternativo, com direito a um lobo meio Donnie Darko, Devendra Banhart na trilha sonora, citação a Catcher in the Rye e roda de TOFU na fogueira. Só faltou o ukulele. Veja bem, eu gosto dessas referências (menos ukulele), mas o jeito que foi colocado ficou forçado e prepotente. E não me pareceu uma ironia à ironia, e sim que queriam fazer um filme 'cult' mesmo.
    A relação entre os personagens principais não me diz nada. O filme não faz com que fiquemos apegados a eles. O Gus era obcecado pela Ruby, mas não porque a amava: Ele era carente de qualquer coisa.
    Do meio pro fim achei que ficou mais interessante, mostrando um lado sombrio que é o vício do Gus. Mas fiquei um pouco irritada também da tendência à romantização de assuntos tão sérios. A direção de arte e cenários, porém, fazem com que não seja total tempo perdido (E o Iggy Pop!).

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  • Bárbara Matsuda

    No geral achei a série bem mais ou menos, é relaxante de ver, mesmo com temas pesados. Gosto dessa coisa de “adolescentes desajustados” que se unem pelos contextos familiares traumáticos. Algumas partes me pareceram forçadas só para criar mais historia, só com o último episódio fiquei empolgada. REALMENTE empolgada.
    Vai ter segunda temporada né? Pelo amor de Deus!!

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