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Últimas opiniões enviadas

  • Vítor R.

    Não é surrealista, não é subjetivo demais, não deveria ser um curta.

    Não é surrealista porque não suspende a causação do "real" em prol de outra: o jogo simbólico e metafórico precisa negociar com ambas para se sustentar como humor e crítica, como absurdo e verossimilhança simultaneamente.

    Não é subjetivo demais porque, inclusive, tem na imersão à crítica e aos objetos da realidade imediata seus momentos mais fracos - sobretudo na sequência da Caucasiana. O filme deveria, assim, ser menos óbvio para funcionar com mais força (como na sequência dos eucaliptos). O animismo em jogo - isto é, a distorção da forma com conservação do conteúdo, digamos - é genial porque cria zonas de indeterminação para o que está em jogo ou sendo criticado (e, inclusive, eu não creria que é tão óbvia assim a posição vaca/vida-de-gado. Não é uma simples metáfora, mas uma radicalização da forma como crítica à aparência, e da aparência como valor da essência - vide a sequência do robô). Se te incomodou a voz masculina no corpo "feminino", você perdeu este ponto.

    Não deveria ser um curta porque é justamente a duração em seu ritmo - muito dado pelo tom da narração - que faz com que se construa a atmosfera de melancolia e anomia de nosso personagem. Mais ainda, é a duração que faz com que se tenha não mera brincadeira com formas, mas um jogo mais complexo em que a forma se altera a partir do conteúdo, radicalizando as correlações possíveis entre as coisas.

    Tem-se aqui uma excelente tentativa, cujos momentos mais fracos talvez estejam justamente na preocupação de fazer "mais sentido" referencialmente. Espero que Tião deixe de se preocupar com isso em seus próximos filmes e siga sugerindo seus jogos e sentidos possíveis.

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  • Vítor R.

    Tudo isso pra chegar numa conclusão absolutamente conservadora. Deus é mais, falta um Timothy Morton aí, ou um pouco de vergonha das ideias cômodas.

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  • Beatriz
    Beatriz

    Vítor, sempre que cruzo com um comentário seu é um espanto de ver algo do filme mais uma vez, como se fosse a primeira. Dá fundo e eco ao que eu acredito como cinema. Teria algum outro lugar pra ler textos seus?

  • Maria
    Maria
  • Maria
    Maria

    que meio por exemplo? e-mail serve?

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