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(BRA)
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A verdade é uma forma de gênio ...mais elevada, na verdade, pois não precisa ser definida. É uma das realidades absolutas do mundo, como o sol, a primavera, ou o reflexo nas águas sombrias dessa concha de prata que chamamos lua.

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Últimas opiniões enviadas

  • Bárbara Antônia

    Por que é sempre tão difícil falar sobre um filme nacional? Na maioria das vezes estamos presos a um preconceito do que já foi/ainda é o cinema brasileiro. Mas cá entre nós, "Entre Abelhas" começa como um filme qualquer de comédia/drama e vai ganhando toques bem sutis de mistério e fantasia que me surpreendeu positivamente.
    O roteiro é massivo em alguns momentos, comédias que podem ser vistas como ''forçadas'', um humor ríspido e cuspido, visando um padrão da sociedade machista que ainda me incomoda profundamente.
    Contudo, não acho que diminui muito sua ideia central onde consegui me identificar com a agustia de Bruno e me colocar numa situação parecida, em uma filosofia de vida sobre o enfraquecimento dos laços afetivos, sobre como as pessoas estão perdendo o contato umas com as outras até chegar ao ponto de se tornarem descartáveis e invisíveis.
    A comparação da humanidade com abelhas traz uma reflexão que todos deveriam tirar um tempo dos afazeres diários e parar para pensar, estamos nos tornando invisíveis atras de uma camada protetora que criamos para nos afastar das pessoas, presos só no seu espaço e deixando de lado/deixando de enxergar tudo e todos ao nosso redor, cada vez com mais frequência. As abelhas de fato estão desaparecendo do planeta, seria capaz de acabar com a humanidade, sem abelhas.. sem alimento, estaríamos fadados ao apocalipse.
    É difícil levar Fábio Porchat a serio, mas não seria essa a intensão? uma trágica-comedia? Um filme com intuito de entreter e ao mesmo tempo levantar um tema intrigante e angustiante ao mesmo tempo?!

    Muitos podem até não concordar comigo, mas dê uma chance ao filme e tire sua própria conclusão antes de falar ''ah não quero ver, é nacional... preguiçaaa''.
    :)

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  • Bárbara Antônia

    Não tem como assistir esse filme e não lembrar de Efeito borboleta. Só que com uma abordagem mais contemporânea, e com uma visão mais ''tosca'' de um roteiro com vários furos e momentos inexplicáveis - até para um filme de viagem no tempo-.
    A ideia é sensacional, só não souberam aproveitar ao fundo ela, o roteiro tem seus altos e baixos (o que é constante essa variação ao longo do filme). O final me incomodou bastante, não só um incomodo de aceitar ou não sobre o que rolou, mas ficou parecendo um final cuspido.. sem lixamento e sem amarras (-amarra no sentido pegada final, pois poderia ter uma finalização melhor, mesmo deixando pontas soltas, como quase todo filme de ficção cientifica-).
    Pontos positivos para a maneira como retrataram a história, como conduziram nessa forma de filmagem e com o ponto central sendo a câmera( o nosso olhar- mts vezes), toma conta das nossa emoções e trazem a gente para a tela, para a situação que os meninos estavam passando no momento, dando uma pitada de suspense e aflição na narrativa.

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  • Bárbara Antônia

    Muitas discussões e muitos dramas pessoais. Livro de Cabeceira traz uma abordagem única, com vários assuntos a serem pensados e analisados sobre nossos comportamentos e sobre nós mesmos. Vejo um jogo de submissão e dominação, desejo e tentação, criando uma atmosfera caótica e misteriosa.
    O andar do filme é lento, mas quando consegue construir um padrão e nos mostra sua verdadeira essência nos domina por completo, nos intriga e instiga a querer participar e entender o que se passa nesse universo fílmico.
    O foco dos personagens tende a ir para um lado sentimental e corporal. A junção desses dois elementos cria um carácter pessoal para cada personagem, mostrando suas angustias, sofrimentos, desejos. Como o meio em que vivem afeta o que são e como agem, parecendo que o tempo todo estão em busca de algo para preencher um vazio interior.
    A presença de sobreposições e outros recursos cinematográficos ajudam a criar esse ambiente, de certa forma, hostil e inusitado. Podendo causar incomodo ao expectador por fugir da padronização usual de montagem.
    Um filme que precisa ser visto com calma e paciência, para ver através das imagens uma mensagem social e reflexiva. Precisa ser visto com olhos preparados para uma obra sobre arte, de arte, e para a arte.

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