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Gaúcha, aquariana (ai, Jesus... Sério que coloquei meu signo nessa descrição?) e ex-consumidora de drogas pesadas, como por exemplo, café e coca-cola.

Atualmente assisto filmes com a frequência que limparia um porão. =( Mas um dia tiro férias dos meus "adoráveis" pupilos, volto a assistir muitos filmes e a fazer comentários super "coerentes" e "relevantes" por aqui. <3

Últimas opiniões enviadas

  • Bárbara

    Achei o trailer piegas e clichê, típico filme que se sustenta por boas atuações e trilha sonora, mas eu assistiria esse troço aí numa boa, e dependendo do meu grau de sensibilidade no dia, até choraria.

    Conheço pouco o trabalho da Gaga como cantora e atriz, mas qualquer pessoa de bom senso nota que essa guria tem um baita talento em qualquer arte que busca produzir, diferentemente das Madonnas e Britneys da vida, portanto vão se lixar em um pé de tuna antes de fazerem críticas sem pé nem cabeça.

    Obs: esse visual sujo, depressivo, à la White Buffalo deixou o Cooper ainda mais charmoso. Aliás ele está ficando cada vez mais gato com o passar dos anos...

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  • Bárbara

    Clássico com C maiúsculo da comédia oitentista. Hilário, gótico, sensual, trash e crítico ao conservadorismo exacerbado e ao machismo crônico praticado por homens e, principalmente, por mulheres.

    Assisti essa obra-prima e sua continuação (que eu não curto muito) umas 3.000 vezes desde que me entendo por gente. Tenho deliciosas lembranças de assistir esse longa na Sessão da Tarde, super pirralha, comendo pipoca e tomando achocolatado preparado pela minha mãe (que até onde lembro, foi quem me apresentou ao filme e à essa personagem icônica). Uma pena que essa nova geração não tenha acesso às deleitáveis obras que eram apresentadas na divertida sessão vespertina de filmes da rede “Glóbulo”.

    Obs: amo tanto essa película que coloquei o nome da minha cachorrinha de Elvira. <3

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  • Bárbara

    Não satisfeita em ser a pessoa mais linda, plena e fofa do Universo, Luiza Junqueira resolveu produzir um documentário socialmente necessário sobre um tema que ela conhece bem, a gordofobia.

    Não pretendo escrever um comentário longo sobre essa obra incrível, mas preciso deixar transcrito aqui um dos (muitos) depoimentos que me deixou severamente impactada:

    "E eu saio de casa todo dia, geralmente vestindo preto, que é indo contra todo o dia, tô indo contra isso. Eu ando na rua de óculos escuros, séria, assim, todo o dia. Todo o dia eu entro no ônibus, atolo na roleta e finjo que não tô vendo e com a cabeça assim [erguida]. Então, é, o meu dia a dia fora de casa é embate todo o tempo. É eu não me sentindo confortável, todo mundo olhando pra mim e me julgando de diversas maneiras e eu me mostrando forte, desde pequena me mostrando forte, para não dar a aquelas pessoas sentimentos que elas me abalaram, porque elas não deviam me abalar, elas não deviam nem pensar nisso. Eu não quero dar pra essas pessoas o poder para perceber que me abalam. Cada dia que eu aprendo mais, cada dia que eu não aliso o meu cabelo, cada dia que eu, gorda, ponho uma roupa colada, eu tô resistindo. Então, essa é a minha posição, todo o dia, é resistir.

    Porra, woman! É sério que existem mulheres com essas concepções de resistência nesse mundão racista, machista, anoréxico, bulímico, alisado, depilado e de buceta rosa? Por um mundo com mais Elisas, Dandaras e Cláudias.

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