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Gaúcha, consumidora de cappuccino e apaixonada pela sétima arte.

Últimas opiniões enviadas

  • Bárbara

    Eu não tenho palavras para descrever o que senti nessa cena:

    ''Quando ele olha para mim, o jeito que ele me olha... Ele não sabe o que me falta... ou como eu sou incompleta. Ele me vê pelo que sou, como eu sou. Ele fica feliz em me ver todas as vezes, todos os dias. E agora eu posso ou salvá-lo ou deixá-lo morrer.''

    Em realidade, não tenho palavras para descrever o que senti assistindo essa obra-prima. Que filme, meu Deus, que filme!

    Humanamente impossível não amá-lo.

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  • Bárbara

    Não sei o que é pior: os comentários lesbofóbicos ou os comentários que reduzem esse filme a um mero deleite visual no que tange fetiche por lésbicas gostosas, tendo em vista que esse longa é estrelado por duas belíssimas atrizes.

    E assim caminha a humanidade... Se não tratam a homossexualidade feminina de forma violenta, tratam como fetiche. Nojo, muito nojo!

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  • Bárbara

    August Pullman é um menino que possui uma deformação facial, o que lhe confere um aspecto redondamente negativo aos olhos desse mundo nojento e superficial que vivemos. Desde os primórdios, o guri passou por uma série de cirurgias para ficar socialmente “aceitável”. Devido a isso, a família de August passa a viver para ele e suas necessidades, ignorando suas próprias vidas, seus próprios sonhos e o fato que dentro daquela família também existia outro serzinho em formação que precisava de doses tão grandes de amor e atenção quanto as que seu maninho recebia diariamente. Olivia, em poucas palavras, sintetiza o que seu irmão representa: “Auggie é como o Sol. Meu pai, minha mãe e eu somos apenas planetas orbitando esse Sol.”

    Quando August completa 10 anos, sua mãe decide que chegou a hora do filho sair da sua redoma... Ou do capacete de astronauta. Isabel decide que o menino passará frequentar aquele que pode ser o lugar mais assustador da face da Terra para uma criança, a escola. E a partir daí começa a saga do guri tentando sobreviver à selva escolar. Se a escola já é um lugar extremamente difícil para qualquer criança com aparência distinta de um ator bonitinho de seriado infantil da Disney, para Auggie... Não é tão difícil como eu imaginava. Aí é que o longa erra. Tudo bem que o contexto é outro. Tudo bem que a instituição é de elite, mas mesmo assim não parece crível que uma criança como ele passe por bullying leve, até por ser extremamente inteligente (crianças costumam ser cruéis com outras muito inteligentes, ainda mais se a aparência não colaborar – dados empíricos). Não que eu seja uma espécie de sádica feat. masoquista (pelo menos não nesse caso), entretanto não achei o filme plausível no que tange a violência verbal e física que Auggie sofre. Contudo, a interpretação (in)crível do little Jacob acaba tapando esse buraco... Seu lindo, fofo e talentoso. Rezo todos os dias para se manter na linha e não usar o que usou tantas estrelinhas que se perderam pelo caminho.

    Arrisco a dizer que é humanamente impossível não se apaixonar pelo Auggie e querer enchê-lo de beijos e abraços. Fiquei, novamente, decepcionada com o fato da Academia não ter se rendido ao talento inegável do Jacob Tremblay... Aliás, ignoraram sem dó “Wonder” no Oscar desse ano. Com apenas uma previsível indicação de melhor maquiagem para Arjen Tuiten (eu pesquisei o nome desse senhor ou dessa senhora, por razões óbvias), o filme passará batido nas categorias “primárias” e “secundárias” da premiação. Lamentável.

    Obs: preciso ressaltar o quanto amei ver a Julia atuando em alto nível. Como fã que sou dela, fiquei muito feliz. 💙

    Em resumo, não foi o melhor e mais emocionante longa-metragem que vi na vida, porém fiquei satisfeita com lindíssima experiência que é assistir “Extraordinário” no cinema. Recomendadíssimo! 😀

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