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"Do I contradict myself? Very well, then I contradict myself. I am large, I contain multitudes". Walt Whitman

Últimas opiniões enviadas

  • Adson

    45 anos separam The Beguiled do canônico Barry Lyndon, mas não me vem à mente, neste intervalo de mais de quatro décadas, nenhum outro filme cujas beleza e elegância sejam comparáveis ao clássico do Kubrick, que não esta jóia cinematográfica da Sofia Coppola. Cada frame desse southern gothic parece ter sido meticulosamente feito para simular um quadro. Mesmo as tensões sexuais latentes e crescentes, quando irrompem na tela, não foram capazes de me distrair da beleza da paleta de cores quase homogênea, ou dos rostos pálidos, porém enrubescidos pela curiosidade, das garotas, nem dos cômodos da casa pouco iluminados e empoeirados, ou dos raios de sol penetrando as frestas das árvores, ou dos jantares à luz de velas. Tudo arranjado com tanta graça (e rigor!) que chega a ser um milagre a mão da diretora não ter pesado no final. Ao contrário, ter conseguido entregar um thriller tão provocante e funcional. Tivesse uma duração um pouco maior, com o aprofundamento de personagens como a Edwina, seria perfeito. Um filme para rever e contemplar várias vezes.

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  • Adson

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Melhor que o pescoço do Mindinho sendo cortado, melhor que a chegada da Daenerys no Fosso dos Dragões, melhor que o protecionismo de Clegane e Brienne em relação a Arya, melhor que Jaime finalmente largando a Cersei, melhor que o tão esperado colapso da Muralha, melhor que Bran e Sam juntando as peças tudo, melhor que tudo isso só mesmo a bundinha redondinha do João das Neves.

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  • João
    João

    Hoje eu tô aqui usando seu Filmow como referência pra novas descobertas! <3

  • Alex Gonçalves
    Alex Gonçalves

    Adson, saudações cinéfilas!
    Como vai?

    Gostaria de convidar você para conhecer o meu canal no YouTube, Cine Resenhas, por Alex Gonçalves. Caso curta os vídeos, também faço o convite para se inscrever no canal, pois o conteúdo é totalmente independente e o apoio vindo com as novas inscrições é essencial para mantê-lo.

    Link do canal: www.youtube.com/channel/UC5eTEigG8ka9rrpks83NFhg

    Obrigado pela atenção. ;-)

  • Victor
    Victor

    Me emocionei demais, especialmente no final. Sou suspeito pra falar, Gray não me decepcionou ainda, desde Fuga para Odessa. E esse filme me deu uma vontade danada de rever tudo (justamente porque aqui ele parece abir mão de certas constantes que vinha mantendo nos filmes anteriores que ele dominava e sai disso com mais maturidade que já tinha, talvez o filme mais "solto" dele o que é incrível se formos pensar que é um épico). A única coisa que me deixou ambivalente foi a personagem da Sienna Miller (por mais que exista uma autocrítica que me pareceu muito sincera da parte do Gray em tudo que envolve ela e os preconceitos de criação do Fawcett e por mais grandiosa que seja a atuação dela, preciso rever pra entender melhor, mas não dá pra negar que ela responde por muitos dos melhores momentos do filme, inclusive aquele final que me deixa com ânsia de choro só de lembrar. Mas é curioso como os melhores personagens femininos do Gray são figuras maternas, ele tenta conscientemente sair de uma zona de conforto estilística mas ainda existe algo de não-resolvido, o que pode nem ser um defeito ou um problema, mas me deixa intrigado, o que talvez diga mais sobre mim que sobre ele hahaha). Independente disso eu fiquei mesmo sem fôlego, em tantas sequências! O que é aquele momento em que a câmera acompanha o balanço do navio e reenquadra com a entrada do personagem, a la De Palma? Ou o corte do jorro de uísque pro trem em movimento? (David Lean deve ter sentido esse afago lá do túmulo hahahaha) O rigor formal ainda existe, mas aqui dá a impressão de que o alcance fica maior. E como ele consegue tirar o melhor dos atores, meus Deus. E um respeito e carinho comoventes com os mestres que homenageia, nunca soa forçado, nunca deixa de ser pessoal (aliás a sina da busca intermitente que o deixa longe dos entes queridos parece ser paralela a de um diretor, o que mora na cabeça do Fawcett é uma imagem mesmo). Acabei me empolgando mais do que esperava aqui, mas a culpa é dele!