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18 years Aracaju - (BRA)
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Últimas opiniões enviadas

  • Thiago

    É impressionante como toda a frieza que o método bressoniano possibilita está perfeitamente orquestrada à história que esse filme nos mostra.

    É como se aqui tivéssemos um retrato de desesperança e comunhão com a tragédia que um indivíduo abraça após perceber que até mesmo a oposição que existe as instituições tidas como 'pilares' estão cheias de ideias equivocadas. Uma ode ao absurdismo como forma de encarar o caos.
    No começo do filme os personagens lamentam o fato de ter ficado tarde para uma possível revolução. Quase uma década já tinha se passado depois dos eventos de Maio de 68 e tudo já tinha esfriado no espírito revolucionário que habitava a França. Mas no decorrer do filme a ideia absurdista vai mostrando cada vez mais sua face. O protagonista adquire uma radicalidade maior, pensamentos suicidas o invadem. É importantíssimo os momentos em que é mostrado os personagens vendo as corporações poluindo o mundo e todo o impacto causado por isso.
    E sei lá, fazer o que? A reação do povo não adianta de nada. O maior trunfo para a esquerda no mundo era a Revolução Russa e ela se tornou a Poderosa URSS que tinha como mentalidade apenas desenvolver-se mais que os Estados Unidos.
    É tudo caótico, trágico e sem fé... Então vale a pena lutar ou é melhor se matar? Porque não importa quão boa sejam as intenções dos humanos em transformar o mundo, parece que tudo irá ruir por quem tiver no poder, que provavelmente é o Diabo.

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  • Thiago

    Ah, como o Ridley Scott é um excelente criador de mundos! Passou-se um tempo que assisti esse filme e lembro com carinho de diversas cenas pelo designer maravilhoso. Queria tanto que fosse uma obra-prima... Porém o Scott sempre teve um problema na forma de trabalhar os roteiros (nunca escritos por ele), e esse de William Hjortsberg ainda por cima, que carece de qualquer inspiração para criar alguma estória diferente do que já foi visto em outras fantasias.

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  • Thiago

    Esse clip é maravilhoso, tem a veia oitentista mas o estilo implementado aqui foi bastante original na cena do hardcore californiano e até do thrash metal.

    A camisa quadriculada abotoada até em cima e a bandana do jovem Mike Muir vieram a criar todo um estilo que perpetua até hoje, o "Cyco STyle". Não se vê nesse som necessariamente uma rebeldia agressiva dos punk mas sim um rapaz que procura sossego e liberdade de pensamento, mas encontra toda uma ordem social em seu caminho que quer impedir isso, tomando decisões por ele.

    Suicidal Tendencies é uma banda que gosto demais, e talvez esse seja o som mais icônico deles porque é aonde todo jovem que está em desenvolvimento ideológico vai encontrar uma representação do sentimento que mantém para si (e talvez para seus amigos mais próximos). É duro viver num mundo onde as instituições querem objetivar seus pensamentos e quando você menos espera, está seguindo um pensamento e uma perspectiva não sua, mas de corporações.

    "They stuck me in an institution
    Said it was the only solution
    To give me the needed professional help
    To protect me from the enemy: myself"

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