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42 years Campo Grande - (BRA)
Usuário desde Outubro de 2018
Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum

Cinema. Literatura. Rock. Política. Pão de queijo. Animais. Medicina veterinária. Teatro. Natureza. Call of Duty. Arte. Coca-Cola. Akira. Frio.
Alienígenas. Nietzsche. GoT. Carros. Pizza. Dragon Ball. Xiaomi. Lisa Taylor. Barulho de chuva. Família. Grifinória. Perseu. Chocolate. Sexo.
Matemática. Egito. Paralelepípedo. Spotify. Drummond. Corinthians. Laranja. Windows. Chaplin. Stark. Goiás. Terror. Poesia. Magnum. Chaves.
Café. Mulheres. Netuno. HBO. Jimi Hendrix. Godfather. Truco. Android. Champanhe. Azul. Natal. Feijão por cima do arroz. Sempre.

MINHAS AVALIAÇÕES EM ESTRELAS:

5.0 - OBRA IRRETOCÁVEL
4.5 - FILMÃO/ VAI NA FÉ
4.0 - EXCELENTE/ ÓTIMO
3.5 - RAZOÁVEL/ BOM
3.0 - ASSISTÍVEL/ DIVERTE
2.5 - RUIM/ CORRE
2.0 - MUITO RUIM/ CORRE MAIS
1.5 - PÉSSIMO/ HORRÍVEL
1.0 - PODREIRA/ LIXO
0.5 - PREFERIA O FILME DO PELÉ

INDICAÇÕES DA SEMANA:

Tartarugas Podem Voar
filmow.com/tartarugas-podem-voar-t6293/
Arthur: O Milionário Sedutor
filmow.com/arthur-o-milionario-sedutor-t2235/
O Amor e a Fúria
filmow.com/o-amor-e-a-furia-t17894/

ALGUMAS DE MINHAS LISTAS:

Filmes favoritos
filmow.com/listas/filmes-favoritos-em-ordem-de-lancamento-l149699/
Car*lho que título de filme f*da!
filmow.com/listas/car-lho-que-titulo-de-filme-f-da-l151694/
Filmes bons na Netflix
filmow.com/listas/filmes-que-eu-considero-bons-na-netflix-l150761/
Filmes estranhos que assisti
filmow.com/listas/filmes-mais-estranhos-que-eu-ja-assisti-l150857/

Últimas opiniões enviadas

  • Gabriel M. Müller

    Num mundo apocalíptico assolado por uma estranha virose que afeta os seres humanos, transformando-os em zumbis canibais, um nerd paspalhão, um assassino de zumbis, obcecado por um Twinki e duas irmãs metidas a espertas unem-se em busca de um dos poucos paraísos existentes nos EUA (que vem a ser um parque temático).

    Esta paródia sobre costumes pode ser interpretada como um reflexo sobre a crise que os norte americanos vem enfrentando ultimamente. Utilizando um tom sempre irônico e abusado, o diretor Rubem Fleischer faz uma sátira aos (bons e maus) costumes de uma sociedade acostumada apenas a consumir.

    Fleischer atira, constantemente, sua metralhadora crítica acertando em cheio os objetivos. Os espertos personagens (todos tem o nome de um estado norte americano) fazem o link com a mensagem que Ruben quer manter. Todos são loosers (termo odiado pelos americanos) que tentam a todo custo sobreviver numa sociedade extremamente competitiva e canibalesca.

    As homenagens ao cinema (Alien, A Noite dos Mortos Vivos, GhostBusters) funcionam perfeitamente e a sequência com o astro Bill Murray é hilária. Bill é um ator conhecido pela sua pouca expressão facial que fica evidente quando ele aparece maquiado de um zumbi - só para disfarçar e não ser atacado - segundo suas palavras.

    Esta é talvez uma das poucas produções (norte americanas) onde a comunhão dos gêneros (terror e da comédia) rendeu um filme extremamente espirituoso, engraçado e expressivo.

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  • Gabriel M. Müller

    Este filme retrata o momento da evacuação do Camboja pelas tropas do Kmer Vermelho, um dos regimes ditatoriais mais sangrentos da história do planeta e que liquidou quase 1/3 da população do Vietnam, enviando para os tais campos profissionais: médicos, jornalistas, atores, advogados, etc.

    Inspirado numa história real, o filme relata ainda com o não-ator Haing S. Ngor, um médico vietnamita refugiado nos EUA, que acabou ganhando o Oscar de melhor ator coadjuvante pelo seu incrível desempenho como Dith Pran.

    Em sua primeira parte, o diretor Roland Joffé quis dar ênfase ao conflito pessoal do jornalista do New York Times, Sydney Schanberg, ávido por cobrir a invasão do Camboja, e sua jornada por um país destroçado. Contando com ajuda de seu fiel escudeiro Pran (também jornalista), o ansioso Sydney vai percebendo que o pior ainda estava por vir com a chegada do exército do Kmer vermelho.

    Rolland carrega nas tintas de seus personagens enviando mensagens ufanistas desnecessárias, tais como: O único lugar seguro no mundo são os EUA, ou veja como o 3º mundo é perigoso, mas a narrativa tem energia suficiente para sobrepujar estas entrelinhas e sua força aparece na segunda parte, quando foca o desespero pela sobrevivência nos tais Killing Fields (Campos de matança).

    O tom dramático e tenso predomina durante todo o filme apontando para um desfecho comovente ao som de Imagine de John Lennon.

    O elenco está visivelmente entregue aos seus personagens, apesar de John Malkovich repetir pela enésima vez um cara largadão de estilo cool e blasé. A fotografia de Chris Menges retrata a exuberância selvagem do país, com belíssimos planos de pôr do sol, misturado com a destruição gerada pela guerra.

    Apesar de Rolland estender-se em demasia em alguns momentos da narrativa (o filme poderia ser mais curto), Os Gritos do Silêncio é um poderoso e corajoso retrato da história de um povo que nunca foi contado. O filme traz à consciência que a liberdade é o melhor atributo de uma nação.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Há uma enorme ironia sobre a trajetória de Haing S. Ngor. Sobrevivente real dos tais campos de matança, Haing veio para os EUA, tornou-se ator, ganhou o Oscar e...foi assassinado na porta de sua casa por uma gangue envolvida com narcotráfico.

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  • Gabriel M. Müller

    A história, pouco conhecida, de William Wallace é um épico por excelência. Este mártir escocês, que lutou décadas contra a tirania inglesa nas terras escocesas, é considerado um verdadeiro herói do século 13. Mel Gibson apoderou-se deste poderoso material para construir sua primeira epopeia cinematográfica.

    O filme segue a cartilha dos grandes romances épicos explorando as belíssimas paisagens da Escócia e Irlanda e uma trilha sonora (sublime) de James Horner. Mesclando gaitas escocesas com acordes dramáticos, James consegue enfatizar cada cena com uma perfeita sincronização.

    Os personagens históricos são bem definidos e unidimensionais (rei déspota, traidor com culpa, heroína indefesa, rainha bondosa, etc) Isto serve para que o espectador identifique-se com o espírito heroico e revolucionário de Wallace, cujo principal ideal foi a libertação da Escócia do domínio tirânico inglês.

    Apesar da idade avançada para o papel, Gibson utiliza de licença poética para construir seu personagem. As inúmeras permissões históricas não distorcem a principal mensagem de sua narrativa. O recado do filme é na verdade a identificação com o arquétipo do herói que Wallace representa no inconsciente coletivo.

    Gibson apresenta seus personagens de forma sintética e enxuta e em 15 minutos de projeção já temos uma ideia clara da razão que move William Wallace para sua luta.

    Ele focaliza a emoção para, depois, enfatizar a ação (recurso utilizado posteriormente em seu outro fillme, Apocalypto). Desta maneira Gibson consegue segurar os 177 minutos de narrativa sem ser cansativo nem entediante.

    A fotografia é exuberante e dá uma nítida ideia de uma época obscura e sombria. A edição a cargo de Steven Rosemblum complementa e valoriza as cenas de batalha, aumentando a tensão e emoção.

    Mel Gibson consegue, enfim, realizar uma obra inspiradora sobre a coragem humana em busca de um ideal libertador.

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