Este site usa cookies para oferecer a melhor experiência possível. Ao navegar em nosso site, você concorda com o uso de cookies.

Se você precisar de mais informações e / ou não quiser que os cookies sejam colocados ao usar o site, visite a página da Política de Privacidade.

    Você está em
  1. > Home
  2. > Usuários
  3. > blynk
36 years (BRA)
Usuário desde Abril de 2010
Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum

Sonhador e febril, frustradamente apaixonado, um sujeito que teve, tem e terá vocação para a alegria.

https://www.facebook.com/rogerioeduardomoreira

Últimas opiniões enviadas

  • Rogério

    Repleto de discussões sobre cineastas, sobre o universo estudantil e principalmente sobre o próprio cinema, Paris 8 é muito eficiente em nos transportar para esse ambiente de encantamento, preenchendo bem o imaginário romantizado de quem já sonhou estudar cinema em Paris. A identificação com o protagonista é imediata, suas inseguranças, tanto diante da hostilidade das vaidades acadêmicas e artísticas, mas também pelas infinitas dúvidas afetivas e amorosas são universais nesse estagio de emancipação e de afirmação de identidade. O filme cresce ainda mais quando nos defronta com questões ideológicas e politicas, confirmando que a inspiração no cinema de Phillipe Garrel iria além da fotografia em preto e branco e das inspirações temáticas. Seu ponto alto pra mim é o embate proposto pelos personagens sobre o enfrentamento ativista versus o ufanismo do papel da arte nas questões sociais, momento este inclusive que será catalizador para o desenlace da narrativa.
    Resumindo, um belo filme para quem um dia já aspirou fazer cinema ou pra quem já foi ou ainda persiste um idealista.

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Rogério

    Acredito que a maioria das pessoas chegarão a esse filme encaminhados pelo triste e sempre “fetichizado” suicídio do jovem diretor em seu único e derradeiro filme, o que nesse caso especificamente acaba se justificando como um anuncio e prenuncio do que será visto em tela. É perceptível já nos primeiros minutos de projeção que a obra expressa em si todo a carga que fatalmente o diretor carregava, onde a angustia e o niilismo dos personagens é evidenciada não só através dos diálogos e da atuação reprimida, mas principalmente na mise-em-scene onde os atores parecem “vagar” pela tela, ou quando ficam suspensos na penumbra, sempre acompanhados por uma câmera que quando não os aprisiona imobilizando-os nos cantos dos planos, se impõe literalmente como um fardo nas costas, ao se posicionar na nuca desses personagens. Além disso, as quase 4 horas de duração que a principio sempre assustam, aqui se justificam plenamente por trazerem uma sensação de suspensão do tempo corrente, além de obviamente ampliarem a angustia existencial vivida por eles.
    Indiscutívelmente se trata de um filme pungente e com um absoluto rigor estético como poucos vistos recentemente, o que só aumenta o lamento em saber que não veremos mais nenhuma obra deste promissor talento que transformou sua dor em um belíssimo canto do cisne, ou melhor, no derradeiro grito de um elefante...

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Vitória Galhardo
    Vitória Galhardo

    Que tristeza ):
    Mas agradeço mesmo assim!

  • Vitória Galhardo
    Vitória Galhardo

    Olá Rogério, vi seu comentário no filme "All These Sleepless Nights", consegue enviar convite para aquele forum ou o torrent do filme pra mim, por favor? Um abraço.

  • Dylan
    Dylan

    Oláaa Rogério, vi numa Mostra de filmes/curtas experimentais em Goiânia. (=