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Últimas opiniões enviadas

  • Breno

    Um retrato da cultura política do Brasil em seu estado mais puro. Ao longo do filme me perguntei se era um documentário genuíno, um falso documentário ou até mesmo uma obra de ficção (mesmo sabendo que o limite entre elas é tênue, se é q pode existir) dado os diálogos, situações e ações dos personagens da película, que, para minha surpresa após uma rápida pesquisa, é uma obra fidedigna.

    A rivalidade entre ambos os grupos ultrapassa o caricato e este filme certamente revela um microcosmo do que é a política brasileira hoje, funcionando como um belo retrato antecipado do que se tornaria a nossa sociedade. Os olhares da população nos comícios atestam que, apesar de serem um campo de disputa entre os lados, permanecem alheios e periféricos ao conflito, algumas vezes servindo de soldados de linha de frente, mas muitas vezes como espectadores, como nós. Estes comícios também que se parecem como festas e micaretas com os "jingles" dos candidatos, paródias de músicas famosas.

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  • Breno

    Muito difícil avaliar esta produção da BBC Inglaterra (Doctor Who, Sherlock) e distribuída pela Netflix aqui no Brasil. Por conta dos nomes envolvidos, da BBC pela qualidade de suas produções, e da Netflix pela sua publicidade, a série criou muitas expectativas, mas ao mesmo tempo que as atende, as joga no lixo na mesma medida.

    A série, que conta com 3 episódios de 1h30 cada (mesma estrutura da série Sherlock), começa com um primeiro episódio que te espanta pelo horror mas te fascina pela sedução que o ator Claes Bang no papel do Drácula envolve suas vítimas e o próprio público. Sua atuação causa temor e fascínio na mesma medida.
    Seu olhar calmos são ameaçadores e apaixonantes, o que causa um arrepio pq vc sabe que há perigo ai. Sua expressão corporal nas cenas de trasmorfização são assustadoras, irretocáveis.
    A estrutura do episódio, contada como relato pelo advogado Jonathan Harker após ser salvo das garras (desse amor gostoso?) do vampiro, instiga a curiosidade do espectador.

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    Ao descobrirmos que Harker está morto (algo até fácil de deduzir tendo em vista sua aparência), a história começa a fazer sentido.

    O segundo episódio vem para completar de uma maneira inovadora a história de Bram Stoker. Quem leu o livro ou assistiu algum filme sobre o vampiro perceberá algumas brincadeiras feitas pelo diretor.

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    Quando o Conde Drácula conta para a freira Agatha que sua trajetória para a Inglaterra foi feita entre os tripulantes do navio Deméter, sem a necessidade de se esconder deles, esta fica espantada, pois na história original ele o faz em seu caixão escondido no porão do navio

    O segundo episódio termina com um gancho instigante. Após descobrirmos que Agatha está a bordo do Deméter vítima de uma trama do Conde, ela consegue evitar que o navio chegue na Inglaterra o afundando. Juntamente com o navio, Drácula e seu caixão afundam também. Para nossa surpresa ele sai daí um tempo e quando chega na costa é recebido pela polícia com helicópteros e armas modernas e a atriz que até então estava interpretando a freira Agatha

    O que parecia uma premissa interessantíssima no terceiro e último episódio desta primeira temporada (por favor, q seja a única) e com potencial enorme se mostra uma execução patética para não dizer revoltante.

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    Ao vermos que se passou 123 anos desde que o naufrágio do navio e do Drácula pensamos que algo genial está para acontecer. Mas somos introduzidos a tramas ridículas, escolha de roteiros fúteis e diálogos sem sentido.

    O mérito da série até então em construir (ou adaptar) um Drácula que nos assusta ao mesmo tempo que seduz é perdido aqui com um vampiro que mais lembra um empresário na crise de meia idade e vai atrás de jovens para o seu deleite. Nada é aproveitado neste episódio, parecendo que seu roteiro, filmagem e direção foram feitos por outra equipe, criando uma série completamente diferente e tosca.

    Como sugestão, diria pra assistir esta série apesar da incongruência. Os dois primeiros episódios são dignos de nota 5 e o último nota 0 (zero), criando uma média então 2,5 mas que não demonstra o que a série é no seu todo. Acertos e decepções.

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  • Breno

    Não espere um filme que deixe tudo escancarado para você. No primeiro momento nos perguntamos o por quê do filme se chamar "Parasita". Ao longo do filme essa dúvida nos é respondida duas vezes:

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    Primeiro pela forma que a família Kim entra na vida da família Park, onde o auge da metáfora é quando Kim Ki-taek (Song Kang-ho), o motorista da família, necessita sair se arrastando de baixo da mesa para não acordar os patrões que dormiam na sala. A cena anterior funciona nesse sentido também, quando a família Kim "parasita" a casa na ausência de seus empregadores.

    No entanto, um olhar mais afundo ao longo da película nos faz entendem quem de fato é o parasita nessa história brilhantemente contada pelo diretor Bong Joon-ho.

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    Os patrões parasitam a vida de seus empregados. Estes só existem para servir os de cima. Os patrões não se importam se é um domingo de manhã e muito menos se algo aconteceu aos seus empregados, que devem servi-los de bom grado pois estão recebendo um extra pelo serviço.

    O filme atinge seu primor ao contar o arco de Moon-gwang, a antiga governanta da casa, e seu marido, que precisa viver no bunker da casa para se esconder de agiotas a quem devia dinheiro. Os patrões sequer imaginam que exista um bunker em sua casa, o que dirá que uma pessoa viva lá, transformada em um inseto a viver de migalhas e escondida, saindo de seu esconderijo apenas quando eles não estão

    O ritmo do filme pode parecer lento, mas é envolvente. Você se sente preso àquela história e quer saber para onde ela vai te levar. Os momentos cômicos, mesmo que sutis, quebram a tensão em momentos de virada de roteiro.

    O mal-estar criado durante o filme (principalmente a partir do terceiro ato) garante que o espectador não esquecerá do filme após o seu final.

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  • Dalmo Alexsander
    Dalmo Alexsander

    Vish... Vish... Vish... até o Breno criou um filmow! Cinema é foda pá cacete... falai!

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