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Últimas opiniões enviadas

  • Bruno Freire

    Repleto de metáforas e anologias bíblicas, talvez demais dependendo do seu gosto pessoal, é aquele tipo de filme que quanto menos você sabe melhor.
    Javier Bardem está ok, Jennifer Lawrence está muito boa e Michelle Pfeiffer está um monstro.
    Muito mais que um simples filme, Mother! é uma experiência cinematográfica. O Aronosfsky testa várias vezes o espectador. Definitivamente não é um filme para todos. Também na minha opinião dizer que "é um filme não compreendido por essa geração mas que será exaltado na futura" é exagero. Mas levanta questões interessantes, é um filme corajoso e como material artístico vale muito a pena ser visto.

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  • Bruno Freire

    Esse filme se estrutura na sugestão e criação de clima. O primeiro e segundo ato fazem isso de forma excelente, nos preparando para algo terrível que está por vir.
    Não sou fã da diretora mas aqui ela trabalha muito bem os enquadramentos, com planos sem muito movimento de camera.
    O Colin Farrell faz o soldado ferido, um homem cheio de segundas intenções e que usa cada personagem de acordo com os seus desejos.
    A Nicole Kidman faz a diretora, uma mulher que precisa manter a integridade moral mas que também sente o peso dos seus desejos carnais.
    A Elle Faning faz uma adolescente bastante voluptuosa que está descobrindo a sua sexualidade.
    E a Kirsten Dunst faz a professora que está entediada e sente-se deslocada no local que vive e trabalha.
    O filme aborda muito bem a questão do feminino, da sensualidade, do desejo romântico e sexual.
    Mas como os dois primeiros atos nos preparam para aquele acontecimento que vai se anunciando terrível, e quando chega o terceiro ato e vemos acontecendo, fica um sentimento leve de decepção. Por fim faltou abandonar um pouco a ternura, elegância e sensualidade dos dois primeiros atos e encarnar um tom mais apocalíptico e visceral.

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  • Bruno Freire

    50 anos depois de Descalços no Parque, Jane Fonda e Robert Redford voltam a contracenar novamente. Esse filme fala de forma muito sincera, meiga e singela sobre a velhice, a solidão e o amor, não só o erótico, mas o fraternal também. E isso tudo de forma muito simples e natural.
    É lindo ver os dois juntos, velhinhos.
    De uma delicadeza enorme.

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