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24 years, Manaus (BRA)
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1 - Trono Manchado de Sangue (Kurosawa)
2 - Dogville (Von Trier)
3 - Conta Comigo (Reiner)
4 - Ran (Kurosawa)
5 - Diários de Motocicleta (Salles)
6 - A Guerra do Fogo (Annaud)
7 - Rashomon (Kurosawa)
8 - Fitzcarraldo (Herzog)
9 - Nascido Para Matar (Kubrick)
10 - Onde os Fracos Não Têm Vez (irmãos Coen)

Últimas opiniões enviadas

  • Caio Régis

    Minha filha de três anos – doutor, essa é a idade pra se ter. Sempre pensei que se pudesse voltar no tempo gostaria de ser adolescente mas você nunca é tão feliz como aos três anos de idade. Eu olho minha filha e é incrível. Outro dia ela estava olhando pela janela do carro por quinze minutos com um sorriso no rosto. Não aguentei e finalmente perguntei: “Alexandria, o que você tá pensando?” “Doce.” Doce, doce. Quando foi a última vez que você pode sonhar acordado com doce? Já teve aqueles momentos do dia que você podia preencher com doce? Não, você não pode, porque você é um adulto. Tem muitas outras coisas agora. “Ah, quem sou eu? Por que estou aqui? Eu sou gay? O que é esse caroço?” Não há espaço para doce.

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  • Caio Régis

    Temporada mediana com alguns bons momentos. A trama sofre com a pouca experiência dos atores mirins, salvo o desenvolto Fred Savage. Alguns personagens avulsos e sem muito tempo de tela como Paul, que deveria ser o melhor amigo do protagonista mas é apresentado mais como um cachorrinho que segue Kevin pra todos os lugares.

    A trilha sonora e o clima nostálgico é capaz de cativar o espectador, como quando Kevin relembra momentos divertidos com o pai ao som de Blackbird dos Beatles.

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  • Caio Régis

    Após tantas bebedeiras e os excessos que marcaram as temporadas anteriores de Mad Men, a S06 surge como uma grande ressaca onde os personagens agora precisam encarar a realidade de seus vícios morais.

    As relações de Don são tão absurdamente envenenadas por seu passado e mentiras que até mesmo quando decide por uma atitude altruísta seus atos acabam por machucar aqueles à sua volta.

    Pouco a pouco o protagonista sente-se mais confortável em compartilhar sua vida, e a cena final é um tanto quanto otimista, a medida que ele entra em contato com seu passado espontaneamente e convida os filhos a fazerem parte disso; nas vezes em que isso aconteceu era pelo simples fato de estar encurralado, sem nenhuma opção. Estaria Don preparando-se para aceitar sua própria história e dar uma conclusão ao seu passado, evitando a dolorosa opção de recomeçar sozinho?

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