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"O homem vive em meio às suas emoções imaginárias, em esperanças e temores, ilusões e desilusões, em suas fantasias e sonhos". - Ernest Cassirer.

' "Amor" não é doença, mas não ter um pouco do seu reverso é bastante suspeito, ou seja, é de fato, “idiota” '. Anônimo

Últimas opiniões enviadas

  • Celeste

    Não conhecia a história dela até assistir o filme, que diga-se de passagem não é muito cativante. Acho que o filme não soube explorar muito bem a sua autenticidade e o fato de ser uma mulher à frente de seu tempo. Mas enfim, representação nenhuma é capaz de ser fiel à um espírito autêntico.

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  • Celeste

    Nossa... é de muita insensibilidade não gostar desse curta, ele é singelo em suas ações e diz muito. Talvez por eu ter passado por essa divisão de mundos desde a infância meu olhar foi mais tocado. Na infância nós crescemos significando o mundo, porque tudo se torna novo diante de nosso olhar e nossos sentimentos também acompanham essa descoberta do "mundo" e de nós mesmos. Uma coisa que pude perceber-sentir é que nessa divisão entre o mundo do pai e da mãe ele vai se tornando mais solitário e criando seu próprio mundo diante da ausência de afeto (afetar-se, sentir-se tocado) por parte dos pais (entretanto com uma ressalva, porque a mãe é quem ainda nutre no garoto o lúdico familiar que os une), significando tudo a sua volta dentro do mundo paralelo que precisou criar para poder se relacionar com seus afetos, por isso o cavalo e a raposa tornam-se seus melhores amigos. Tudo isso vem à tona enquanto ele pinta um quarto, possivelmente um cômodo que antes era usado em família, já que as caixas da separação ainda estão espalhadas pela casa; a mãe enquanto tocava piano pega em suas mãos um porta-retrato da família, o mesmo que o garoto pegará depois e que o levará à uma lembrança distante apesar da pouca idade, que é justamente o vazio de um momento em família em que sua mãe e seu pai estavam na cozinha, mas ele não consegue enxergá-los, vê apenas as roupas esvoaçantes e o jornal aberto de seu pai e sua mãe preparando o café, etc... essa passagem é muito foda, para mim. Penso que não há um pessoa que tenha crescido com os pais separados desde a infância que não tenha uma lembrança assim, uma ultima fotografia da presença-ausência em família.

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