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3 years, Alagoas (BRA)
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" Do rio que tudo arrasta, diz-se que é violento.
Mas ninguém chama violentas às margens que o comprimem."
( Bertolt Brecht )

Gosto de filmes que precisam ferir tal qual uma indispensável cirurgia. Mas há também os que ferem por sadismo, presunção, incompetência ou só porque não querem chorar sozinhos.

Últimas opiniões enviadas

  • Joaquim José

    Kurosawa, sem a suntuosidade shakespeariana de seu posterior épico “Ran”, expõe a lama (explícita e encoberta) da sordidez, maldade e melancolia de um Japão pós Segunda Guerra. E eis que surge o Dr. Sanada, um médico alcoólatra e rude (bem chegado a gritos e empurrões) mas com uma solidariedade humana inacreditável. E aparece um tuberculoso e violento integrante da Yakuza como paciente e os choques, rejeições e aproximações entre esses dois indivíduos aparentemente tão diferentes persistem ao longo do filme. Sim, poderia ser simplesmente um filme chato, estereotipado, antiquado, afinal histórias sobre o confronto de personalidades já foram contadas zilhões de vezes. Mas quando a história está nas mãos de um mestre só podemos esperar coisa boa.

    E vemos um inspirado Takashi Shimura interpretar o Dr. Sanada, fazendo-nos ir da tristeza à raiva, da compaixão às gargalhadas. Outro ator poderia por tudo a perder “enclichezando” o médico, mas não é isso o que acontece. Takashi Shimura consegue a proeza de tomar todo o espaço e ao mesmo tempo ser discreto. Mas o personagem que, para mim, foi o mais curioso é o próprio gangster Matsunaga (Toshiro Mifune) em sua luta para encobrir o que de mais humano nós temos que são o medo e a fragilidade. Seus embates com o médico são ótimos. E há os coadjuvantes que não deixam de atiçar nossa curiosidade.

    O filme também mostra a influência americana na cultura japonesa no pós-guerra. Belo trabalho do sr. Kurosawa.

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  • Joaquim José

    Esse filme francês a princípio me pareceu que seria uma comédia perspicaz cheia de ironia e veneno sobre a confrontação entre tradições e etnias e o egocentrismo branco europeu. Porém (apesar de algumas boas sacadas) o ótimo argumento é “domesticado”, transformando-se numa comédia leve e pouco atrevida ao estilo “Sessão da Tarde”. É certo que toca em feridas expostas (e não apenas no continente europeu), obviamente isso é válido, mas o efervescente assunto é por demais abrandado em nome de uma solução convencional no desenrolar das coisas, sem surpresas nem grandes destaques. Uma crítica à intolerância feita com anestesia. Vale assistir com pipoca e refrigerante.

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  • Joaquim José

    Quando os ressentimentos, a loucura e a retaliação se juntam e a taça transborda, os beliscões se transformam em bombas atômicas. “A vingança de Alexandra” parece imagens de um pesadelo e, como todo pesadelo, disforme, excêntrico e espalhafatoso. Aliás, o filme não se intimida diante de extremismos, por mais bizarros que sejam, convertendo uma situação mais realista em apocalipse. A luta pelo respeito e liberdade (desejo legítimo das pessoas oprimidas) vai dando lugar a um “realize suas fantasias custe o que custar” (e que se dane o equilíbrio psicológico).

    Contudo, “A vingança de Alexandra” não deixa de ser interessante. Pelo contrário, ficamos ávidos para descobrir onde toda aquela catarse vai dar. Há um final mirabolante que particularmente não achei assim tão bom. Mas vale a pena assistir, emoções afloradas não vão faltar (com a ajuda do elenco).

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  • Marcelo
    Marcelo

    Valeu amigo, ja eramos amigos, legal!!!
    Quero te enviar uns convites, mas quero te pedir além disso, para participar, se puder quiser taaaaaaaaaaaaaaaaaa. Valeu por demais as dicas, vou ver uma por uma ta, abs!!!

    Venham para os GRUPOS DO FACEBOOK, entrem e participem.

    VIVA A ECO-ARTE! Um espaço de arte, saúde e ecologia:
    https://www.facebook.com/groups/saudalternativa

    AMANTES DA SÉTIMA ARTE, dicas do cinema:
    https://www.facebook.com/groups/amantesda7arte

  • Moises Silva
    Moises Silva

    Faço um convite especial ao amigo Joaquim José para participar de um grupo criado por mim no Facebook e se chama
    Point do Cinema
    https://www.facebook.com/groups/1019927551375385/

  • Kamilla
    Kamilla

    Joaquim, como vai?
    Queria agradecer pelas indicações na lista que criei e dizer que sempre que puder me envie.
    Andei ocupada nos últimos meses por conta da faculdade, mas nessas férias pretendo assistir todos que me indicou e se puder, comentar com você o que me chamar atenção. Parece que tem muito a me acrescentar.
    Agradeço novamente pela lista.
    Abraço!