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2 years, Alagoas (BRA)
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" Do rio que tudo arrasta, diz-se que é violento.
Mas ninguém chama violentas às margens que o comprimem."
( Bertolt Brecht )

Gosto de filmes que precisam ferir tal qual uma indispensável cirurgia. Mas há também os que ferem por sadismo, presunção, incompetência ou só porque não querem chorar sozinhos.

Últimas opiniões enviadas

  • Joaquim José

    A história é ágil, não cansa. E a presença do Orson Welles não dá pra passar despercebida, não somente pelo seu tamanho mas também pelo seu magnetismo. E isso tudo com um personagem com muito pouco tempo em cena.

    De resto "Jornada do pavor" é um daqueles filmes em que todos são suspeitos de ser um vilão, numa trama de mistério pós Segunda Guerra. Não achei um filme muito interessante (personagens caricatos, performances não convincentes, tentativas de fazer humor

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  • Joaquim José

    "O Enforcamento" é um filme anti-enforcamentos? Sim, essa obra de Nagisa Ōshima enforca a própria forca e, ao mesmo tempo, enforca a todos nós. Transforma-nos em abstração, retorna ao concreto e brinca maliciosamente com ambos. Com exceção da minha ainda estranheza (e aqui o perdedor sou eu) quanto ao modo de certos povos se expressarem, pude acompanhar com rara satisfação um embate de valores e crenças que zombam delas mesmas e de seus próprios criadores. Sobretudo a linguagem fundadora de conceitos morde a própria cauda. Dizer que o surpreendente "O Enforcamento" mira determinado alvo específico para mim é muito pouco. Entre surpresas e risadas o que vi foi um redemoinho engolindo a própria instituição humana.

    Nagisa Ōshima, assim como o imbatível Bergman e alguns outros, fazem o cinema sair de suas amarras.

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  • Joaquim José

    "Nicholas e Alexandra" exibe os últimos anos de governo do último czar russo, Nicolau II, abordando a vida familiar do monarca, seu filho acometido por uma grave enfermidade, sua relação com a esposa Alexandra, sua falta de bom senso na administração do império e, especialmente, os tumultuados momentos desde a entrada russa na Primeira Guerra Mundial ao fim da dinastia dos Romanov. O filme cresce bastante no quesito tensão da segunda metade até seu final e há momentos de suspense, embora já saibamos qual será o resultado.

    Contudo também há uma série de cenas que não precisavam existir (principalmente na primeira parte) e um investimento desajeitado na construção do relacionamento entre o casal de protagonistas. Aliás a certa altura o título fica até esquisito pois o olhar sobre o casal central muda de foco e o que temos é a preocupação com o destino dos Romanov, mais como família do que como casal.

    Achei que os atores principais não contribuíram muito para a elevação da qualidade da obra. E esse Rasputín está mais pra personagem de "A praça é nossa" do que para um drama que narra um fato tão importante para a história mundial. Parece que caiu na trama de para quedas (devido ao seu nome "célebre"), mostrou bizarrices e caiu fora. Já que a história não se concentrou nesse personagem, não vi motivo para apresentá-lo como se fosse se tornar um dos protagonistas. E também evitaria que o filme se alongasse demais.

    Apesar de certos aspectos negativos - e como eu sou apreciador de filmes que retratam momentos históricos - gostei de ver "Nicholas e Alexandra". Também gostei do fato de o filme evitar glorificar um dos lados adversários.

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  • Leon
    Leon

    vc sente saudade do passado?

  • Alan Guimarães
    Alan Guimarães

    Oi, Joaquim, obrigado pela minha curtida da lista de História Geral e pelas sugestões que você me deu. Tem também as minhas listas sobre História do Brasil e Oriente Médio, não deixe de ver. Abraços.

  • Lucas Nunes
    Lucas Nunes

    Eu fiz isso, Joaquim, consegui achá-lo após um árduo trabalho. Muito obrigado por responder!