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Aracaju - (BRA)
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Às pessoas que me fazem solicitações de amizade, peço desculpas. Por motivo de segurança não adiciono mais ninguém. Além do quê, não acho necessário... O Filmow consegue nos interligar por meio dos filmes. Dito isso, afirmo: Somos todos amigos!

Últimas opiniões enviadas

  • Cristian O.  SANTOS

    Criar expectativas em cima de certos filmes se torna uma viela um tanto quanto perigosa. Sobretudo quando o próprio filme esperado rompe barreiras tão longínquas, e passam a ser alardeados como um possível novo clássico imediato de um gênero, no caso, do horror. Engraçado que logo na primeira meia hora de exibição, “IT” estava rememorando uma crítica antiga que fiz depois de assistir “MAMA” na época de sua evidência. Não à toa, com perdão de uma ignorância justificável por seu pequeno currículo, acabei descobrindo que se trata, coincidentemente, do mesmo diretor. Na ocasião citada, redigi um pequeno rascunho contando que minha amargura girava em uma inabilidade para certos filmes contemporâneos de terror, que possuem uma linguagem que flertam com o ar aventureiro acima de uma narrativa com horripilante sutileza. Inclusive havia citado “O EXORCISTA” como exemplar prático para minha empatia desejável, e, que por uma dessas ironias do destino, acabou sendo usado como parâmetro histórico que dá a “IT” um outro tipo (nem tanto merecido) de notoriedade, ou seja, o de filme de terror com maior bilheteria mundial oferecido para os abaixo dos 18 anos. E é aí, tal qual “MAMA”, que pertence uma linhagem que espairece, mas não assusta uma criança de 10 anos, que se encontra minha dificuldade em apreender esses filmes como apavorantes. Como não li, acredito que esteja bem fiel ao livro, mas para quem tem uma vasta educação cinematográfica fica inevitável não entendê-lo como uma mistura de OS GOONIES, DEU A LOUCA NOS MONSTROS, A HORA DO PESADELO ou ainda CONTA COMIGO... Bom, como este último é do próprio Stephen King estaria mais compreensível. No entanto, o achei muito mais próximo de uma ótima e bem dirigida aventura adolescente do que de uma genuína fita de terror psicológico - que até ensaia uma ou outra cena mais contundente, mas que sempre a aborta no fim - principalmente pela presença dos adultos que se apresentam bastante caricatos, como por causa dos redundantes efeitos especiais que acabam diluindo qualquer intensidade. Sejamos honestos, a gangue de marginais adolescentes no filme causam mais espanto que as travessuras pueris que o palhaço Pennywise faz ao longo de todo filme. Portanto, vale como disse: medo não dá, mas com certeza vai divertir os adultos e a criançada que é uma beleza!

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  • Cristian O.  SANTOS

    Alguns dias atrás um professor de sociologia avançada, em sua sala de aula, de repente explanou o quão bestificado ficou depois da sessão de “...GUERRA INFINITA”, pois, por correlação, teria visto ali a possibilidade de encaixar a “sociologia compreensiva” do senhor Max Weber fazendo o uso adaptado do filme em uma didática ilustrativa. Mais do que atentar para a associação feita por ele a cerca das teorias da “ação social” do senhor Weber, me chamou a atenção sua positividade em relação ao “vilão” bem racionalizado, quando comparados a heróis totalmente apatetados. Nesse sentido minha corroboração pressuposta é parecida mesmo que ainda não tenha tido o prazer de ver o filme mencionado, pois faço valer duas experiências recentes que tive: uma com o último filme do HOMEM-ARANHA e posteriormente com o da MULHER-MARAVILHA, ambos resolvidos com a crítica, mas que me soaram como dois filminhos bem insuportáveis. Por isso meu entendimento conivente com o professor, já que volta e meia acabo vendo vilões com objetivações bem concretas, serem barrados por um heroísmo idealista beirando a pieguice absoluta. Minha decepção foi maior com “MULHER...” por ser uma reação proporcional a sua ressonância analítica positiva feita pelos mais afoitos, que o alçaram como um “filme maravilhoso... e oportuno ao chamado movimento de empoderamento feminino”. Só que no fim o filme da Patty Jenkins, não só pelas axilas, é um grande embuste sem lógica alguma dentro de seu anacronismo de optativa intencionalidade. Que começa bem, é verdade, mas que se revela como um contrassenso demagogicamente sexista – seja pela virilidade da protagonista que faz seus embates em ritmo de passarela, ou até mesmo pelo macho que a instiga a deixar tudo para trás. E em meio a falta de um fundamentalismo ideológico realmente crível da heroína, digo: não sei se só fui eu o único incomodado, mas de onde diabos ela tirava aquele escudo a toda hora se quase nunca ela o carregava?! Assim, como todo herói “apatetado” contando sua estória ensossa em favor, me parece, apenas de um “acreditar em acreditar”, a nossa protagonista deixa claro que realmente aqui tratava-se de um legitimo filme de princesa, a Diana - onde os seus sonhos são iguais aos de uma mera Miss, e, como tal, ela só quer isso mesmo, ou seja: lutar pela ideia de uma paz mundial.

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