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Às pessoas que me fazem solicitações de amizade, peço desculpas. Por motivo de segurança não adiciono mais ninguém. Além do quê, não acho necessário... O Filmow consegue nos interligar por meio dos filmes. Dito isso, afirmo: Somos todos amigos!

Últimas opiniões enviadas

  • Cristian O.  SANTOS

    Alguns dias atrás um professor de sociologia avançada, em sua sala de aula, de repente explanou o quão bestificado ficou depois da sessão de “...GUERRA INFINITA”, pois, por correlação, teria visto ali a possibilidade de encaixar a “sociologia compreensiva” do senhor Max Weber fazendo o uso adaptado do filme em uma didática ilustrativa. Mais do que atentar para a associação feita por ele a cerca das teorias da “ação social” do senhor Weber, me chamou a atenção sua positividade em relação ao “vilão” bem racionalizado, quando comparados a heróis totalmente apatetados. Nesse sentido minha corroboração pressuposta é parecida mesmo que ainda não tenha tido o prazer de ver o filme mencionado, pois faço valer duas experiências recentes que tive: uma com o último filme do HOMEM-ARANHA e posteriormente com o da MULHER-MARAVILHA, ambos resolvidos com a crítica, mas que me soaram como dois filminhos bem insuportáveis. Por isso meu entendimento conivente com o professor, já que volta e meia acabo vendo vilões com objetivações bem concretas, serem barrados por um heroísmo idealista beirando a pieguice absoluta. Minha decepção foi maior com “MULHER...” por ser uma reação proporcional a sua ressonância analítica positiva feita pelos mais afoitos, que o alçaram como um “filme maravilhoso... e oportuno ao chamado movimento de empoderamento feminino”. Só que no fim o filme da Patty Jenkins, não só pelas axilas, é um grande embuste sem lógica alguma dentro de seu anacronismo de optativa intencionalidade. Que começa bem, é verdade, mas que se revela como um contrassenso demagogicamente sexista – seja pela virilidade da protagonista que faz seus embates em ritmo de passarela, ou até mesmo pelo macho que a instiga a deixar tudo para trás. E em meio a falta de um fundamentalismo ideológico realmente crível da heroína, digo: não sei se só fui eu o único incomodado, mas de onde diabos ela tirava aquele escudo a toda hora se quase nunca ela o carregava?! Assim, como todo herói “apatetado” contando sua estória ensossa em favor, me parece, apenas de um “acreditar em acreditar”, a nossa protagonista deixa claro que realmente aqui tratava-se de um legitimo filme de princesa, a Diana - onde os seus sonhos são iguais aos de uma mera Miss, e, como tal, ela só quer isso mesmo, ou seja: lutar pela ideia de uma paz mundial.

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  • Cristian O.  SANTOS

    É óbvio que não é ruim, mas Homem - Aranha agora é um derivado do Homem - de - Ferro? Aliás, juro que não consigo entender esse monopólio. De onde tiraram essa tendência de que tudo do universo fílmico Marvel tem que passar pelo crivo do Tony Stark... Bom, como sou das antigas não "curto" bem os revisionismos, e, ao meu ver, mesmo que o Tom Holland tenha muito carisma, a escolha do elenco desse filme é horrível. No geral, o resultado é bem mediano e nada memorável.

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