filmow.com/usuario/danielafernandc/
    Você está em
  1. > Home
  2. > Usuários
  3. > danielafernandc
(BRA)
Usuária desde Janeiro de 2011
Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum

Últimas opiniões enviadas

  • Daniela

    A fórmula de sucesso das produções originais da Netflix vem sendo exaustivamente aplicada às suas séries, e You é um perfeito exemplo disso. Começando com a escolha de algum ator que tenha feito considerável sucesso em alguma série ou filmes de um mesmo tema – como havia sido Kevin Spacey em inúmeros longas; e como foi, a seu modo, Penn Badgley em Gossip Girl.

    Este ator é inserido em alguma grande cidade americana dentro de um contexto da moda: se antes tínhamos intrigas políticas na capital dos EUA, agora temos um funcionário de uma livraria em NYC, recheando seus episódios de referências literárias – bem distantes de uma autêntica erudição ou de um humor inteligente, mas não por isso incapazes de entreter um público jovem capaz de pegá-las.

    Ah, e não podemos nos esquecer de uma característica marcante desse modelo: acompanhar nossos protagonistas bem de perto. Se em House of Cards, Frank olhava e conversava diretamente conosco, neste caso em particular a proximidade é mais incômoda: vemos e ouvimos o fluxo de consciência de um psicopata. Não estamos mais ao seu lado, mas dentro de sua mente. Acompanhamos com desconforto cada um de seus passos, suas impressões, suas confissões e, principalmente, as justificativas que cria ao tentar se convencer de que não ultrapassa a barreira da normalidade ao fazer “de tudo” por Beck, a vítima da vez.

    São vários os problemas – do mal desenvolvimento de suas personagens aos mais descabidos furos de roteiro. A ideia, contudo, não deixa de ser interessante. Talvez tivesse sido mais feliz no formato longa-metragem, sem a possibilidade de se estender em dez horas uma história que já teria sido bem contada em, no máximo, três.

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Daniela

    Tendo terminado a série muito recentemente, minha experiência com o revival seguramente não se assemelha com a de alguém que acompanhou a série antes das expectativas de uma temporada extra. Desse modo, a atmosfera exageradamente dramática e nostálgica não conseguiu me envolver a ponto de tolerar aparições deslocadas. O que não me foi exatamente um problema. O que não dá para negar é a ausência enorme de

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Richard Gilmore, certamente pela morte do ator que o interpretava. Percebe-se que a dor dos personagens é, de certo modo, também a dor dos próprios atores diante da falta que o amigo faz.

    Nesse sentido, o destaque vai para Emily Gilmore e seu momento delicado e difícil. A evolução dela é um dos pontos altos da série. Gilmore Girls foi e continua sendo, acima de tudo, uma história sobre as relações entre mãe e filha - não raro, entre as mães e as filhas. Nesse sentido, nada a reclamar. Os incômodos me surgiram por outras razões, como o excesso de musicais e os malditos e confusos saltos temporais.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    A sugestão de Jess, felizmente acatada por Rory, de escrever um livro sobre a relação dela com sua mãe, foi uma das decisões mais acertadas desse roteiro – embora soe clichê.

    O Jess, aliás, é um dos personagens que também teve um desenrolar interessante, e não digo apenas do revival, mas ao longo da série como um todo. Também gostei muito de ver a Paris, personagem que nunca me decepcionou.

    Particularmente desgosto dessas frases finais ambíguas – meio gancho para uma possível temporada, meio desfecho no caso da primeira opção não funcionar –, mas nesse caso me convenceu. Não sinto necessidade de continuação, mas também não nego que seria interessante acompanhar a nova jornada de Rory Gilmore – cujo revival só reafirmou seu papel de eterna garotinha imatura e mimada que não sabe dar um passo com as próprias pernas. São vários os exemplos possíveis: no âmbito profissional, aquele completo e injustificável despreparo para uma entrevista, algo que soaria como uma piada para aquela Rory Gilmore que se preparava para Harvard, tinha inúmeros métodos de estudo, e se realmente se esforçava para superar suas dificuldades. Sua vida pessoal é também um completo desastre. Continua sendo "a outra" dos relacionamentos, tratando seus namorados como descartáveis e depois sofrendo as consequências que a instabilidade tem sobre ela. Um belo contraste com a força e determinação da mãe.

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Daniela

    Mais um documentário sensacionalista, tendencioso e que não chega a lugar algum. A premissa parecia interessante em princípio, mas resulta em uma dicotomia mal desenvolvida do "amar ou odiar" o próprio pai, desconsiderando aquela dose saudável de imparcialidade, meios termos e contexto histórico - que, deixando claro, está bem longe da cegueira e justificações desnecessárias e repetitivas que vemos aqui.

    Brinde: a forma como a Ucrânia é mostrada me fez ficar em dúvida se ria ou chorava.

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Nenhum recado para Daniela.

Este site usa cookies para oferecer a melhor experiência possível. Ao navegar em nosso site, você concorda com o uso de cookies.

Se você precisar de mais informações e / ou não quiser que os cookies sejam colocados ao usar o site, visite a página da Política de Privacidade.