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Últimas opiniões enviadas

  • Dienes

    Não gosto de fazer críticas pesadas sobre as coisas, mas não consigo criar apreço a um roteiro que pode ser contado com 60 segundos. Já filme vi filmes Iranianos sem nenhum tipo de tecnologia eminente, mas que é cheio de amor na hora de te contar uma história, cheio de vontade de ser grande na sua simplicidade... Aqui a fotografia é linda, atuações fortes, figurino impecável e a coisa simplesmente não passa uma mensagem, não tem sutileza... Não desenvolve um ponto específico para que se crie uma compreensão mais profunda... Imagina o leque de possibilidades que o roteiro poderia apresentar sobre o homem peixe? Fora que achei o mundo meio moderno para 1963... Sei lá... Terceiro filme que não gostei dos indicados.

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  • Dienes

    As produções atuais estão cheias de mensagens ou aquela "moral da história" típico das fábulas literárias. Em alguns casos recentes como em Mãe, do diretor Darren Aronofsky, percebe-se uma linguagem mais aberta a diálogos, e analogias quase infinitas. O filme A Chegada questiona a importância da comunicação, entre outros casos. Agora... Lady Bird tem uma característica que era atípica outrora. Via-se somente em alguns filmes alternativos esquisitos e que hoje parece estar na moda: Recorte de vida, "gormetização" do suspense e do terror, uma quebra no muro do cinema mais artístico e do filme de Sessão da Tarde e por fim, posicionamento politico exposto a qualquer custo. Isso enfraquece o roteiro porque trabalhar com a simplicidade requer muito mais atenção. Para transformar o simples em belo, tem que se entender o conceito do que é sublime. Ter vivido o arrebatamento do amor e da perda e vagar sob o silêncio angustiante do que é a vida. Definitivamente não dá pra odiar o filme, mas favoritar esse filme sob qualquer aspecto pode sinalizar um repertório mais escasso no que diz respeito a tradição cinematográfica e artística no geral.

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