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Itapecerica da Serra - (BRA)
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Eu sofro de CINEFILIA e não tenho cura!!!

Últimas opiniões enviadas

  • Adriano Silva

    HOMEM-FORMIGA E A VESPA (Ant-Man and the Wasp)

    10 anos de hegemonia da Marvel Studios! É realmente impressionante, tudo que a MCU faz fica perfeito, sempre dominando com maestria as suas produções. Estamos diante do terceiro longa em 2018, talvez o mais fraco dos três? Eu não diria fraco, mas o mais diferente e mais gostoso de assistir.

    Homem-Formiga e a Vespa foi uma aposta da Marvel lá em 2015, assim como suas outras apostas em seus heróis do segundo escalão: como Pantera Negra, Dr. Estranho. O primeiro longa do Homem-Formiga é bom, a Marvel soube entregar direitinho a aparição de seu mais novo herói. Assim como no próprio Guerra Civil, onde ele também esteve muito bem.

    Dessa vez com a presença da Vespa e a busca incansável pela sua mãe que ficou perdida no mundo quântico há 30 anos. O longa funciona direitinho, é muito gostoso, muito divertido, bem encaixado, bem apresentado. Gostei do roteiro e a forma como ele se desenvolve. Gostei do tom de humor no filme, dessa vez eu acho que a Marvel acertou a dose nas piadas e nas partes mais cômicas, nos entregando um filme leve e engraçado nas horas certas.

    Paul Rudd está novamente perfeito no papel. O personagem lhe caiu como uma luva, ele tem essa veia humorística e ele souber trazer isso para o seu personagem com bastante competência. Evangeline Lilly foi a que mais me chamou a atenção no filme, realmente ela ficou muito bem como a Vespa. Uma atriz muito linda e talentosa, que soube incorporar a personagem ao ponto de ganharmos uma grande empatia por ela. Escolha acertadíssima para o papel!

    Michael Douglas é Michael Douglas e mais uma vez o Dr. Hank Pym se sobressaí. Michelle Pfeiffer dá o ar de sua graça no filme, apesar de eu esperar um pouco mais dela, mas ok! Michael Peña assim como no primeiro está engraçadíssimo, ele é o maior responsável por boa parte do alívio cômico. Laurence Fishburne é uma grata surpresa para mim no filme, gostei do seu personagem! E até a pequenina e graciosa Abby Ryder Fortson, que dessa vez tem um espaço maior em cena e nos contagia com sua fofura. Eu acho que a Hannah John-Kamen e o Walton Goggins foram os únicos que não estiveram muito bem. Seus personagens mais vilões não mostraram muito a que veio.

    No mais: Homem-Formiga e a Vespa entrega muito bem o que promete, nos diverte e nos entretém muito bem. Sem esquecer de mencionar as duas cenas pós-créditos: a primeira simplesmente fantástica, como uma definição e uma ligação incrível, que nos leva novamente aos sentimentos vividos lá em abril. E a segunda.......é!!! [14/07/2018]

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  • Adriano Silva

    A MALDIÇÃO DA CASA WINCHESTER (Winchester: The House That Ghosts Built)

    Baseado em fatos reais, A Maldição da Casa Winchester é escrito e dirigido pelos irmãos Michael e Peter Spierig, além de Tom Vaughan, que também participa do roteiro.

    Usando como base a história da família Winchester e suas armas: Os irmãos Spierig decidem dar aquele toque de terror em seu roteiro, e nos entrega um longa que conta a história de Sarah Winchester (Helen Mirren). Uma herdeira da empresa Winchester que após os falecimentos de seu esposo e seu filho, ela acredita que está sendo assombrada pelas almas mortas pelos rifles Winchester.

    A premissa é boa, a ideia criada a partir da história real da família Winchester parece que vai funcionar, todo aspecto e ambientação que se inicia parece que tem tudo pra dar certo, mas definitivamente não deu. Os irmãos Spierig (que são pouco conhecidos) até tentaram criar um roteiro que se interligasse com os fatos apresentados ao início, mas não funcionou. Um roteiro fraco, mal desenvolvido, mal projetado, onde podemos observar uma história tosca da sra. Winchester construindo cômodos na mansão pra poder aprisionar os espíritos, ou afastá-los, ou sei lá o que! Ela dizia que era os próprios espíritos que pediam para ela construir os locais dentro da mansão - enfim, um roteiro mal escrito e totalmente preguiçoso.

    Eu coloquei esperanças no longa quando li a sinopse e assisti aos trailers, e até quando começou. Com aqueles belos cenários com vários detalhes dos acontecimentos, tudo muito bem organizado dentro dos padrões da época. Mas tudo foi por água abaixo quando eu me deparei com um filme totalmente previsível e cheio dos clichês que já estamos acostumados em filmes do gênero. O longa apela demais nos jumpscare, com aparições de fantasmas em locais previsíveis, é muito sem graça, definitivamente não dava um susto. Sem falar que até comecei a acreditar que o filme fosse explorar um terror psicológico, mais sobrenatural, sem essa forçação de barra, algo mais no estilo do ótimo filme "A Bruxa / 2015".

    Por fim temos a participação da ótima atriz Helen Mirren, que até agora eu estou me perguntando o que ela foi fazer nesse filme. Uma atriz muito conceituada, oscarizada, dona de inúmeros prêmios, que definitivamente, não sei o que se passou por sua cabeça pra concordar em integrar o elenco desse filme. Sem falar que ela não tem uma boa atuação no longa, pelo contrário, ela está totalmente perdida (do tipo o que estou fazendo aqui), com aquele figurino de viúva fantasma. Uma pena! Uma bela atriz, mas que de repente aparece em papéis precipitados, como foi no caso de Velozes e Furiosos 8.

    Jason Clarke é outro ator que caiu de paraquedas no roteiro desse filme. Ele vive o psiquiatra Eric Price, que é o responsável por avaliar o estado psicológico da sra. Winchester. Eric também possui os seus traumas psicológicos e de repente ele é enfiado dentro da mansão e passa a confrontar a sra Winchester e os seus demônios. Péssimo, esta é a palavra que define Jason Clarke no filme. Vou poupar o resto do elenco e deixar somente os comentários de Helen Mirren e Jason Clarke.

    Definitivamente, o longa dos irmãos Spierig (responsáveis pela direção dos Jogos Mortais: Jigsaw, que eu não fiz nem questão de conferir) é muito ruim. [10/07/2018]

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  • Adriano Silva

    O medo pode te abraçar! A esperança pode libertá-lo!
    UM SONHO DE LIBERDADE (The Shawshank Redemption)

    O longa foi escrito e dirigido por Frank Darabont baseado na novela Rita Hayworth and Shawshank Redemption, de Stephen King. Lançado em 1994, o filme entrou para a história ao integrar a lista de um dos mais icônicos Oscars da história do cinema, juntamente com "Pulp Fiction" e "Forrest Gump" (o campeão absoluto daquele ano).

    UM SONHO DE LIBERDADE foi indicado a sete Oscars (incluindo melhor filme, ator, roteiro adaptado, fotografia, edição, trilha sonora e som) na cerimônia do Oscar de1995, um verdadeiro recorde para uma adaptação de Stephen King. Na minha modesta opinião: "Um Sonho de Liberdade" e "À Espera de um Milagre" são as duas melhores adaptações de Stephen King para o cinema, juntamente com o diretor Frank Darabont, que dirigiu com perfeição essas duas adaptações.

    O longa conta a história do jovem banqueiro Andy Dufresne (Tim Robbins), que foi inocentemente acusado de duplo homicídio contra sua esposa e o amante dela. Condenado a prisão perpétua, ele é mandado para a penitenciária de segurança máxima estadual de Shawshank, no Maine. Lá, Andy Dufresne conhecerá algumas pessoas e algumas experiências que mudará para sempre o sentido de sua vida.

    UM SONHO DE LIBERDADE é mais uma pérola, mais uma verdadeira obra-prima dessa década genial para o cinema (que foi os anos 90). O filme é uma verdadeira lição de vida, fé, esperança, perseverança, com uma mensagem magnífica e surpreendente. Nos mostrando um mundo que explora sem nenhum pudor o abuso de poder, a violência contra o ser humano, o racismo, a corrupção, as injustiças que ocorrem dentro dos presídios, de uma forma muito dolorosa e doentia.

    O personagem de Tim Robbins é a verdadeira reflexão no filme, é dele que surge as maiores reviravoltas de uma forma que deixa qualquer um completamente paralisado e sem reação. A maneira que ele usa a sua sabedoria com muita destreza é completamente incrível. Todo pensamento que ele utiliza, acreditando principalmente na esperança e na fé do ser humano, é algo sublime e genial. Não tenho como entrar em mais detalhes porque seria spoiler, e eu jamais quero estragar a magnífica experiência de todos que ainda irão assistir a esta obra de arte do cinema.

    Tim Robbins está completamente soberbo no filme. Uma atuação forte, que ao mesmo tempo nos passava a delicadeza e o sofrimento que se instalava em seu coração, ao ponto de conseguir se expressar somente com um simples olhar. Tim conseguiu buscar a perfeição com competência e muita sabedoria em seu personagem, ao ponto de nos surpreender de uma forma genial ao final do filme, com uma reviravolta que teve uma ligação perfeita com toda história contada ao longo da trama - SENSACIONAL!!!

    O trabalho entregue por Frank Darabont é de uma perfeição incrível! Impossível não notar a grandeza dessa obra em todos os seus maiores detalhes: como por exemplo o roteiro, que foi adaptado com muita maestria, de uma forma coesa e muito bem apresentada e trabalhada. Onde cada detalhe se interligava e nada ficava solto, ou mal explicado, tudo com muita harmonia e fluidez. A fotografia do gênio Roger Deakins é completamente sublime e esplendorosa, conseguindo atingir tamanha perfeição capaz de nos contar trechos da história somente com o uso da nossa imaginação. O grande Thomas Newman é o compositor da trilha sonora original do longa - outra perfeição! A edição, direção de arte, tudo funciona muito bem dentro do filme. Como os próprios cenários, que mesmo se passando quase que 100% dentro da prisão, não perderam a grandeza e a riqueza de detalhes (principalmente pela época em que o longa foi rodado).

    O gênio Morgan Freeman tem mais uma atuação impecável dentro da sua grandiosa carreira, ele dá vida ao Ellis Boyd "Red" Redding, um contrabandista do mercado negro dentro da prisão. Um ser frio, obscuro, enigmático, misterioso, que cumpre pena há 20 anos, mas com a chegada de Andy Dufresne e com o tempo, eles acabam se tornando grandes amigos e isso mudará para sempre a vida de ambos. Morgan Freeman é um grandiosíssimo ator (e não é de hoje), que sempre nos brindou, nos emocionou e nos impactou com seus personagens memoráveis, e em "The Shawshank Redemption" ele tem mais uma belíssima atuação, conseguindo arrancar de nós mais um sentimento magnífico na cena final com Tim Robbins (merecidíssima indicação ao Oscar).

    Sem esquecer de mencionar o grandioso e surpreendente trabalho de Bob Gunton (Samuel Norton), o religioso e severo diretor da penitenciária de Shawshank, que usava a bíblia com sua arma de punição aos detentos. Clancy Brown (Byron Hadley), o brutal capitão dos guardas da prisão, que agia com a maior frieza e brutalidade possível. E o já falecido ator James Whitmore, que interpretou com grande maestria o personagem Brooks Hatlen, o detento e bibliotecário idoso que estava preso desde os anos 1900. Adorei a atuação e o trabalho entregue por James Whitmore.

    Eu vejo "Um Sonho de Liberdade" como um filme grandioso e muito importante, porém, muito subestimado por várias pessoas (que talvez não sentiu o que eu senti, ou não se identificou como eu) e principalmente pela academia na época, que não deu o verdadeiro valor para essa grande obra de arte. Talvez, muito por culpa da época e daquele Oscar, por estar em meio a dois filmes icônicos até os dias de hoje.

    UM SONHO DE LIBERDADE é um belíssimo filme, que hoje, há quase 24 anos, ainda é uma pérola do cinema. O tempo fez muito bem para o filme, envelheceu muito bem, não tenho nenhuma dúvida que está entre os melhores filmes dos anos 90 e de todos os tempos. Uma verdadeira obrigação para todos os amantes do cinema!!![08/07/2018]

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  • Emily
    Emily

    Oi Adriano! É verdade! Estou bastante ausente, estou trabalhando muito, cuidando da minha filha, tenho tido pouco tempo para meus filmes queridos rsrs. E tu, meu amigo, como estás? Saudades! ^^