filmow.com/usuario/drihsantista/
    Você está em
  1. > Home
  2. > Usuários
  3. > drihsantista
Itapecerica da Serra - (BRA)
Usuário desde Março de 2017
Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum

Eu sofro de CINEFILIA e não tenho cura!!!

Últimas opiniões enviadas

  • Adriano Silva

    A segunda Guerra Mundial e o Nazismo aos olhos do Mestre Quentin Tarantino.
    BASTARDOS INGLÓRIOS (Inglourious Basterds)

    Temos aqui um dos melhores roteiros escrito pelo grande cineasta, que possui no currículo inúmeras obras-primas. Tarantino levou cerca de 10 anos para escrever completamente o roteiro de BASTARDOS INGLÓRIOS (ele começou escrever o roteiro antes do Kill Bill - Volume 1, de 2003).

    Curto e grosso: O longa é uma obra-prima, uma verdadeira pérola da sétima arte (daqueles pra ser aplaudido de pé ao final). Tarantino escreve e dirige um filme que se baseia em partes da segunda guerra mundial, retratando relatos em diferentes pontos e diferentes visões ao longa da trama. Um roteiro sensacional, uma perfeição incrível, muito bem ajustado, bem encaixado, sem furos, coerente. O enredo conta em diferentes capítulos a história de Tarantino, que se amarra perfeitamente ao final. Temos a visão pelo lado dos Alemãs, dos Americanos e dos Franceses, tudo muito bem trabalhado e funcional.

    Eu adoro os filmes do Tarantino, gosto da forma como ele utiliza as câmeras em suas cenas, a forma como ele abrange um belo roteiro, o modo como ele expõe suas cenas de ações, com aqueles espetáculo de tiroteios com bastante violência e sangue escorrendo, com uma crueldade sem nenhum pudor (sua marca registrada). A trilha sonora de Ennio Morricone tem a cara de Tarantino (mais uma bela assinatura em seus filmes). O modo como acompanhamos as cenas de ação, as cenas de diálogos, com uma trilha sonora que acompanha com maestria e perfeição (com um toque dos Westerns dos anos 40). Por falar em diálogos: Estão prazerosos, muito bem afinados e envolventes, ainda mais vindo de um elenco de gênios (que dominaram com maestria as diferentes línguas). A fotografia é de encher os olhos, juntamente com os figurinos e cenários contemporâneos dos anos 40. Os efeitos sonoros também tem a marca de Tarantino. Aquela forma que ele utiliza a violência de um disparo em uma sala silenciosa é perfeita, muito bem trabalhado.

    BASTARDOS INGLÓRIOS remonta o intempestivo período do Nazismo Alemão durante a segunda guerra mundial, onde a França está tomada por Alemãs Nazistas exterminando os Judeus. É aí que entra o grupo de Americanos com sangue Judeu que são denominados por ´The Basterds`. Selecionados para espalhar medo, eles são sanguinolentos, frios, pragmáticos, expressivos, tomados por uma violência brutal, eles exterminam e escalpelam os Nazistas à sangue frio (destaque para a cena que o ´´URSO JUDEU`` ataca brutalmente o soldado Alemão com um taco de beisebol no maior estilo Negan / TWD).

    Um elenco grandioso em um longa grandioso, assim está composto a obra de Tarantino.
    Christoph Waltz é o nome do filme, com uma atuação impecável, ele conseguiu transformar o impetuoso Coronel Nazista Hans Landa em ícone dentro da trama de Tarantino. Um temido e inescrupuloso Coronel Alemão que espalhava medo e crueldade por onde passava, com bastante ímpeto, tomado de poder e soberania. Destaque para a cena inicial com o Coronel Hans Landa chegando a casa de Charlotte LaPadite, trajado de superioridade, ele já nos apresenta um começo espetacular (pra mim, esta cena inicial já é uma obra-prima). Christoph Waltz é um belo ator, com uma atuação perfeita, grandiosa e marcante, ele teve todos os destaques possíveis em BASTARDOS INGLÓRIOS, e foi muito bem reconhecido com o Oscar de Melhor ator coadjuvante em 2010. Christoph ganhou tudo que foi indicado naquele ano, incluindo Oscar, Globo de Ouro, BAFTA, SAG Awars e Festival de Canne (o cara é um gênio e funciona muito bem nos filmes do Tarantino).

    Brad Pitt me surpreendeu bastante no longa vivendo o Tenente Lt. Aldo Raine. Um Americano com sangue Judeu, que liderava os ´The Basterds` com bastante soberania. Aldo Raine queria dizimar os Nazistas, e os atacavam com bastante crueldade, com uma violência e uma brutalidade sem tamanho (a cena final de Aldo Raine e o Coronel Hans Landa é brutal e magnífica). Pitt nos presenteou com um belo trabalho, uma bela atuação, um personagem caricato, com seus trejeitos e sotaques de machão e soberano.

    Mélanie Laurent é outro grande destaque na trama, ela viveu Shosanna Dreyfus. Uma jovem que passou agonia, dor e sofrimento ao ver o extermínio de sua família pelas ordens do Coronel Hans Landa. Mais tarde ela lutaria com todas as suas forças para obter a doce vingança. Cenas marcantes como: A luta pela sobrevivência, ao correr desesperada do Coronel Landa, e sua risada mortal estampada no telão ao final do filme. Mélanie Laurent fez um belo trabalho, entregando uma ótima atuação de uma personagem bastante intrigante.

    Diane Kruger é outra atriz que foi muito bem na trama. Ela viveu Bridget Von Hammersmark, uma atriz Alemã enigmática, que teve uma bela participação e colaboração com toda história criada (a cena em que ela é confrontada pelo Coronel Landa é mais uma parte épica do longa). Michael Fassbender tem menos participação, mas não menos importante, ele está muito bem como Archie Hicox. Eli Roth que viveu o Sgt. Donnie Donowitz, e Daniel Brühl que viveu o personagem Fredrick Zoller foram muito bem, e nas partes finais suas atuações ganharam forças expressivas. Til Schweiger também completa muito bem com Sgt. Hugo Stiglitz, e até a narrativa de Samuel L. Jackson ficou perfeita.

    BASTARDOS INGLÓRIOS teve indicações ao Oscar 2010 nas categorias Melhor Diretor / Melhor Roteiro Original / Melhor Fotografia / Melhor Edição / Melhor Som / Melhor Edição de Som e claro, como jamais poderia faltar, Melhor filme.

    Um grandioso filme, uma obra-prima, uma obrigação para todos os cinéfilos!!!

    (((AMÉM TARANTINO)))

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Adriano Silva

    O GRANDE GATSBY (The Great Gatsby)

    O longa baseado na obra original de F. Scott Fitzgerald tem sua quarta adaptação para o cinema. As demais foram The Great Gatsby (1926), The Great Gatsby (1949) e O Grande Gatsby (1974).

    Bem: eu não conheço a obra original, tampouco assisti os filmes anteriores. Se baseando nessa adaptação de 2013, o que eu posso falar é: O GRANDE GATSBY é simplesmente fantástico!!!

    O diretor Baz Luhrmann de Moulin Rouge - Amor em Vermelho (2001) nos entrega uma grande obra literária adaptada para o cinema. Um enredo coeso, um roteiro bem encaixado. Devo destacar a belíssima fotografia, que está esplêndida, envolto em um verdadeiro mar de cores vivas e singelas. Impossível não se impressionar com os belos cenários que compõem o longa, mergulhados em belos figurinos, com uma densidade de cores incríveis (destaque para a cena em que Jay Gatsby reencontra Daisy Buchanan em um local rodeado de belas flores coloridas). Com figurinos deslumbrantes e um design de produção incrível, o longa recebeu duas indicações ao Oscar 2014 em ambas categorias.

    O longa se passa em Nova Iorque, na cidade de Long Island, durante o verão de 1922, e conta uma história com amores, traições e ódios. Uma das coisas que me chamou bastante atenção ao decorrer da trama, o fato de como foi encaixado cada personagem em seu devido lugar (em seu devido papel). Em uma época que a sociedade Americana vivia um baixo nível de prosperidade, com sérios problemas em sua economia, com imposição de leis e contrabandos, um cenário um tanto turbulento pra encaixar um romance perdido no tempo. Porém, foi feito com bastante competência, demonstrando valores perdidos, riquezas soberbas, fascinações, e claro, uma grande história de ´´Amor``.

    Leonardo DiCaprio vive mais uma bela atuação, entrega mais um belo trabalho. Um ator tão maravilhoso, que possui inúmeros trabalhos fantásticos, que fica impossível apontar o melhor. DiCaprio vive Jay Gatsby, um milionário que veio de famílias nobres do centro-oeste. O homem de Oxford com um passado misterioso, um presente perturbado e um futuro impreciso. Jay Gatsby tem um vida regadas a festas do mais alto escalão, porém, guarda um grande amor perdido há 5 anos. PUTA trabalho do DiCpario, mais uma vez!!! É impressionante a facilidade que ele tem em desenvolver belos trabalhos, com atuações soberbas. Eu indicaria fácil ao Oscar (assim como ele foi indicado no mesmo ano por O Lobo de Wall Street, outro grandioso trabalho).

    Gostei de Tobey Maguire vivendo um personagem que idolatrava os ricos e o glamour. Nick Carraway chegou a Nova York tentando a carreira de escritor e logo conheceu o misterioso Jay Gatsby, por quem criou um vínculo afetivo. Nick arma todo um esquema pra Jay voltar a reencontrar seu amor do passado, mesmo que isso lhe traga fortes complicações. Fazia muito tempo que eu não assistia um longa de Tobey tão bom como nos velhos tempos de Homem Aranha. Gostei de sua atuação, bem segura e bem ajustada.

    A belíssima Carey Mulligan viveu Daisy Buchanan, a prima de Nick Carraway. Daisy foi e ainda é o grande amor da vida de Jay Gatsby, e vive casada e morando do outro lado da baía, de frente pra sua casa. Uma mulher que apreciava todos os tipos de atenções, vindas de todos os lados, mas um tanto perdida em seus objetivos e decisões. Carey conseguiu se desenvolver bem na trama, não foi uma atuação marcante, mas ela conseguiu segurar a personagem.

    O longa ainda conta com Joel Edgerton, que viveu o também milionário Tom Buchanan, casado com Daisy. Tom criou uma certa rivalidade com Jay Gatsby ao longo da trama, com relações a sua esposa e na tentativa de desmascarar o festeiro. Uma atuação mais mediana, sem grandes destaques.

    Uma coisa que me deixou um tanto curioso e intrigado, foi o a trilha sonora do filme, as músicas encaixadas na trama. Não vou dizer que é ruim, tem horas que até funciona (como no preparo da casa pra receber a amada Daisy ao som mais suave de Crazy In Love - Emeli Sandé & The Bryan Ferry). Porém, achei um pouco estranho o fato do longa se passar nos anos 20, uma época com um Jazz mais abrangente e compor uma trilha com cenas ao sons de 100$ Bill - Jay-Z / Young And Beautiful - Lana Del Rey / Bang Bang - will.i.am / Back To Black - Beyoncé, entre outras. Acho que como produtor executivo, Jay-Z deve ter contribuído pra isso.

    Portanto, O GRANDE GATSBY é um belo filme, uma bela adaptação. O longa conseguiu me agradar e me encantar.

    Vale muio a pena conferir, RECOMENDO!!!

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Adriano Silva

    Nada pode prepará-lo para o fim!!!
    JOGOS VORAZES: A ESPERANÇA - O FINAL (The Hunger Games: Mockingjay – Part 2)

    A franquia JOGOS VORAZES foi estreada em 2012, baseado na obra original de Suzanne Collins. Na época, o primeiro longa foi vendido como nova febre-adolescente mundial (visto que estávamos nos finais de franquias como Harry Potter e Crepúsculo). Nunca fui fã (porém, não tenho nada contra) dessas franquias mais adolescentes, mas JOGOS VORAZES me chamou muita a atenção, até por contar com a protagonista Jennifer Lawrence, no caso, minha atriz preferida.

    A franquia como um todo, é muito boa, muito bem adaptada. Apesar de não ter lido os livros, eu consegui gostar de toda história, conseguiu me cativar e me prender em filme por filme. A franquia é composta por um núcleo mais adolescente, e como toda franquia para jovens, não podia faltar o romance entre os protagonistas, no caso, um triângulo amoroso. Porém, o longa me pegou justamente no roteiro, em não focar no romance, mas sim, em questões muito mais plausíveis como um governo totalitário, opressor, ditador, onde toda população deveria seguir suas regras. A questão da protagonista viver uma indecisão romântica por duas pessoas, em nenhum momento veio a se tornar prioritário dentro da trama, muito pelo contrário, ela se propunha em objetivos muito mais humanos e racionais, como proteger sua família e livrá-los das garras da capital.

    JOGOS VORAZES: A ESPERANÇA - O FINAL como o próprio titulo diz, é o capítulo final dessa belíssima e acertada franquia. O longa dirigido por Francis Lawrence (desde o segundo) abrange a finalmente guerra entre os distritos e a capital, iniciada ao final dos primeiros jogos, quando Katniss Everdeen desafiou o governo ao tentar se matar junto com Peeta Mellark, e, ao final dos segundos jogos, quando a própria Katniss disparou uma flecha contra o sistema de isolamento, acabando de uma vez por todas com os tão temidos JOGOS VORAZES.

    O capítulo final já começa exatamente do final da Esperança - Parte 1, mostrando uma Katniss toda machucada no pescoço e com dificuldades de voz, vividas pelos ataques de Peeta. O longa trabalha todo percusso do embate entre a população de Panem contra a capital e a trajetória de Katniss e companhia até a invasão aos domínios do Presidente Snow. Nesse quesito o diretor Francis Lawrence foi muito hábil e soube trabalhar bem o terreno para o confronto final. A narrativa ficou muito boa, juntamente com os vastos diálogos vividos entre os personagens em cenas. Os roteiros assinados por Danny Strong e Peter Craig ficaram bem funcionais. Junto com Francis, eles trabalharam muito bem as ótimas cenas de ação vividas por Katniss e toda sua equipe, como os ataques das criaturas denominadas por ´´bestantes``, e a fuga do óleo preto (duas belas cenas).

    Destaco também, as cenas dos confrontos finais com um pano de fundo de guerra e destruição, a película ficou muito boa, retratando toda dor e sofrimento por parte de toda população a beira da extinção. As perdas que acontecem ao decorrer da história, por mais previsíveis que seja, nos faz se sentir mal, a medida que já criamos empatia pelos personagens. Aquela fotografia morta e densa presente no longa anterior, também está inserida com perfeição. A trilha sonora de James Newton Howard (que já se tornou uma marca registrada da franquia) está novamente magistral. Muito bem encaixada na trama, a trilha sonora funciona nos momentos de maior destaque, sendo bem dosadas e bem inseridas para o delírio dos fãs (destaque para a belíssima canção-tema de Jogos Vorazes......jamais esquecerei essa música).

    Jennifer Lawrence é sem dúvidas o maior nome de toda a franquia, desde o primeiro, ela vem demostrando cada vez mais segurança, competência e dramaticidade na pele da guerreira Katniss Everdeen. O Capítulo Final nos apresenta uma Katniss mais humanizada e sofrível, à medida que os acontecimentos vão ocorrendo, nos deparamos com um atuação incrível, com uma bela entrega ao personagem. Destaque para a cena que ela está sendo confrontada no distrito 2, colocando pra fora toda sua raiva e agonia. A cena que Katniss e Gale caminham rumo aos domínios do Presidente Snow, quando ela é confrontada pela pequena criança aos prantos sobre o corpo da mãe. A cena de explosão de fortes emoções de Katniss ao se deparar com o lindo gatinho de Prim...enfim!!! Entre outras várias belas cenas. Jennifer nos passava emoção no olhar triste e sofrido, ao mesmo tempo que o silêncio falava mais alto que a dor. Apesar de já ter ganhado indicações ao Oscar por filmes como Inverno da Alma (2010), Trapaça (2013), Joy: O Nome do Sucesso (2015) e até mesmo já ter ganhado o Oscar pelo O Lado Bom da Vida (2012), JOGOS VORAZES foi um marco na bela carreira de Jennifer Lawrence, que será lembrado para sempre - com um belo final!!! Obrigado por fazer parte dessa bela franquia e ter nos presenteado com sua bela atuação.

    Josh Hutcherson tem sua melhor apresentação como Peeta Mellark. Ele viveu um personagem complexado, intrigado, enigmático, que passou por uma lavagem cerebral quando esteve refém do Presidente Snow. Muito boa sua atuação, conseguiu elevar muito bem seu personagem dentro da trama. Liam Hemsworth esteve melhor em sua atuação como Gale Hawthorne, vivendo um personagem que se dividia entre a atenção de Katniss e o desejo de vingança contra a capital. Woody Harrelson consegue agregar ainda mais com seu personagem Haymitch Abernathy. Elizabeth Banks tem pequenas aparições como a sempre (ou talvez não mais) extravagante Effie Trinket, sua cena final ficou muito boa.

    Philip Seymour Hoffman tem sua última aparição em um longa-metragem, com algumas cenas já gravadas e aproveitas após seu falecimento. Ele esteve muito bem convivendo no covil de cobras em meio a política (saudades eternas). Willow Shields que sempre viveu a doce Primrose Everdeen está em sua melhor apresentação, com impactantes desfechos finais. Mahershala Ali volta a viver o capitão-chefe de segurança do distrito 13, Boggs, agora com um espaço maior em cena ele comanda bem a operação, e assim como Willow, também conta com impactantes desfechos finais. Julianne Moore que viveu a Presidenta Alma Coin do distrito 13 está melhor, nos mostrando um lado que não conhecíamos, e o caminho que ela decidiu seguir nos proporcionou um gostoso (eu diria prazeroso) final. Assim como o sempre temido, sádico e audacioso Presidente Snow, que com um simples sorriso nos mostrava seu lado mais letal. Ótima atuação do grande ator Donald Sutherland!!!

    Infelizmente (para minha tristeza), chegamos ao final dessa grande e amada franquia, que soube se reinventar e entregar uma ótima adaptação. Mas fico muito feliz no que a franquia me proporcionou, com momentos de felicidades e entretenimento, e JOGOS VORAZES: A ESPERANÇA - O FINAL nos entregou ´´SIM`` um belo desfecho final.
    Até posso não considerar o longa como uma obra-prima, mas por todo trabalho, toda adaptação, toda motivação e entrega de filme por filme com ótimas atuações e desfechos: Eu faço justiça pelo conjunto da obra e dou minhas 5 estrelas!!!

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.