Este site usa cookies para oferecer a melhor experiência possível. Ao navegar em nosso site, você concorda com o uso de cookies.

Se você precisar de mais informações e / ou não quiser que os cookies sejam colocados ao usar o site, visite a página da Política de Privacidade.

    Você está em
  1. > Home
  2. > Usuários
  3. > dudupepe
22 years Rio de Janeiro - (BRA)
Usuário desde Maio de 2013
Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum

Sou um jovem que se sente velho, vivo pela arte, sou muito fã dos diretores Pedro Almodovar, Lars Von Trier, Sofia Coppola e Michael Haneke e assisto qualquer filme em que a Meryl Streep esteja. Sou de Salvador, mas moro no Rio (e na ponte aérea).

5 Irretocável / 4,5 Maravilhoso / 4 Excelente / 3,5 Ótimo / 3 Bom / 2,5 Mediano / 2 Fraco / 1,5 Ruim / 1 Muito Ruim / 0,5 Horrível

Últimas opiniões enviadas

  • Eduardo Pepe

    É refrescante e revigorante ver uma comédia que foge da linguagem televisiva banal. Aqui temos uma linguagem de cinema com C maiúsculo, com planos-sequências elegantes, bonitos e fluidos que contribuem com o estilo acelerado e vigoroso do filme, assim como sua caprichada direção de arte, iluminação e trilha sonora. Vale destacar também o elenco inspirado, sobretudo, Deborah Secco e Alessandra Negrini que jogam com força no estilo “cartunesco” do filme, que é baseado em uma premiada HQ. Também é louvável o trato as personagens femininas que não se resumem em mulheres desesperadas para casar. O romantismo e os dilemas dos relacionamentos estão presentes, mas os personagens não se resumem só a isso.

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Eduardo Pepe

    Meio Rubem Fonseca, meio Agatha Christie. Meio Braga pelo olhar para o Rio marginal, noturno e boêmio e pelo teor investigativo policial, meio Agatha pelo teor do assassino misterioso e pelo quebra-cabeça de relações entre os personagens ir se revelando aos poucos. A trama é desenvolvida com ritmo ao apresentar a cada cena algum elemento novo, vale destacar as ótimas atuações sobretudo Cláudia Abreu, muito hábil em desenvolver as facetas variadas de sua personagem e a bela relação com o filho, e Eduardo Moscovis, ótimo como o marido preconceituoso. O longa ainda faz um uso poderoso da música “Amor Marginal”, de Johnny Hooker, que faz uma ponta no filme.
    Há, sim, algumas leves soluções facilitadas para trama andar rápido, mas são desvios menores para um filme bem estruturado e solucionado de forma contundente.

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Eduardo Pepe

    Biscoito fino e produto raro no cinema brasileiro. Não é uma chanchada ou um filme careta assim como também não se trata de uma obra hermética. Trata daquele raro caso de filme B que tem potencial para dialogar com um público amplo e ainda assim preserva uma forte veia artística em todos os seus elementos. Elenco impecável, visual digno de virar referência cult, personagens bem construídos e tramas muito bem amaradas, além de, claro, uma trilha sonora que contribui intensamente para o clima do filme. Espero que Monique Gardenberg não demore novamente mais de 10 anos para lançar seu longa-metragem seguinte!

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Nenhum recado para Eduardo Pepe.