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Últimas opiniões enviadas

  • Ericson Miguel

    "Trabalhado no ácido (e da mais alta qualidade) – como dizem os que ficaram com cara de “oi?” durante o clímax do filme –, este criativo e tenso trabalho de Alex Garland conta com um turbilhão de aspectos muito interessantes que se somam num resultado cuja experiência de maneira alguma passará indiferente ao tato do expectador – mesmo aquele pra quem só restou a bad trip ao fim de tudo. São conceitos que se dinamizam sempre em prol da trama, que conta com um senso poderoso de imagem e uma profundidade dramática (em grande parte encabeçada por uma excelente interpretação de Natalie Portman) que eleva ainda mais a produção. [...] Perspicaz, provocativo e, em larga medida, inquietante, este último trabalho de Alex Garland já saiu do forno como um clássico – e não teve maracutaia de produtora que impedisse isso de acontecer, if you know what I mean."

    A análise completa você confere no link a seguir: www.wp.me/p6kEdJ-3bk

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  • Ericson Miguel

    "The Night Of mergulha com astúcia nas complexidades decorrentes do fato de um jovem muçulmano ser o principal suspeito de assassinar uma jovem americana. [...] A minissérie se enobrece pela pungência de seus dramas, que esquivam-na das genericidades que seriam comuns numa mescla de Drama Criminal e Thriller Jurídico. Mesmo que problemas existam aqui, essa foi uma das produções mais importantes da TV americana em 2016."

    Pra conferir a análise completa, basta seguir o link: www.wp.me/p6kEdJ-1ug

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  • Ericson Miguel

    Praticamente tudo aqui está correto e, embora apele a caricaturas sociogeográficas (desde o "meso-oriental terrorista" até a "mazela acachapante da América Latina", condensada naquele fim de mundo costa-riquenho), a franqueza não deixa escapar: há verdade ali. Há comentários por trás da trama d'O Comboio do Medo que simplesmente não se invalidaram nesses 41 anos de existência. Aquilo era parte expressiva do retrato da nossa América Latina e suas Repúblicas das Bananas, sempre pelejando sob as botas de regimes autoritários, da mesma forma que o terrorismo não se faz presente de hoje no Oriente Médio.

    Há em Friedkin uma crueza devastadora. É como se isso fosse uma cláusula pétrea de seu cinema (ou, pelo menos, do memorável). Ela não está presente somente em "Operação França", nem somente em "O Exorcista", e tampouco parou por aqui – lá estava em 85 o seu "Viver e Morrer em Los Angeles", que não me deixa mentir.

    Uma das melhores construções de tensão que já tive o prazer de experimentar (e atestar). São sequências incríveis. É impossível manter-se apático a torrente de angústia metodicamente tramada aqui.

    O filme termina como que um enorme letreiro neon, de onde se lê: "AOS PECADORES, O INFERNO, E DELE NÃO SE ESCAPA". Grande filme; brincando, uma das melhores obras do diretor.

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