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Últimas opiniões enviadas

  • Yhan

    Gênio Indomável mais um filme que fiquei anos adiando sempre com vontade de ver e finalmente tive o privilégio de vê-lo.

    Basicamente o filme se resumi inicialmente em Will um promissor garoto que tem uma alta inteligência ao seu alcance mas por conta das turbulências de sua vida ele segue uma vida sem rumo perdendo seu tempo se envolvendo em brigas e desperdiçando seu potencial, até que um dia em um dos seus bicos ele decidi resolver um problema matemático complexo deixado por um professor de faculdade bem renomado e então ele decidi investir no potencial do garoto. Will é preso por briga novamente e o professor lhe tira da cadeia com a condição dele estudar matemática e fazer terapia, houve várias falhas até chegar no Sean amigo do professor que teve um passado bem parecido com o Will e agora ele tem a missão de compreende-lo, é partir da ae que a trama se transforma.

    O filme é composto por diversas mensagens, cada pessoa provavelmente deve interpretar algo diferente ou retirar várias mensagens valiosas do longa, seja por superação, amizade, culpa, negação, oportunidade e assim por diante....
    Devo elogiar extremamente seu roteiro e a narrativa de seus diálogos densos e bem complexos trabalhando todo esse conjunto de forma sútil e simples. O caminhar dos conflitos é feito de um modo tão pontual e natural que nem percebemos que rapidamente criamos um grande afeto por todos personagens ali presentes na trama. Algo que acho incrível é que não necessita demonstrar flashbacks ou cenas para explicar ou demonstrar algum conflito ou momento do passado, os diálogos são tão bem construídos e profundos por si só que são o suficiente para explicar e emocionar qualquer um.

    Will é um personagem bem interessante de analisar já que ele é um tipo de pessoa com potencial para crescer na vida mas por conta de um passado turbulento na infância ele prefere jogar a vida fora evitando seu crescimento como um maduro adulto, ele tem receio também de arriscar, todo momento que ele quer tentar algo ele evita e cede com medo de sofrer, ele usa bastante sua agressividade para evitar o sofrimento.
    A química entre Will (Matt Damon) e Sean (Robin Williams) são tão natural e tocante que lhe emociona facilmente, e compreendo porque o Robin Williams ganhou um oscar por sua interpretação, provando que era muito talentoso até mesmo para algo dramático.
    É tão mágico notar que na nossa vida nos esbarramos com pessoas e facilmente podemos criar relações emocionantes com elas num piscar de olhos, nos tornamos amigos e ao mesmo tempo os erros bobos que cometemos, as perdas e todos os problemas que cometemos.

    A mensagem sobre uma vida boa e plena não está relacionado ao sucesso e reconhecimento, as vezes uma pessoa não deseja ou precisa de determinadas coisas para ser feliz (E notamos muito bem isso quando refletimos sobre os atos do professor Lambeau com seu grande sucesso como matemático mas ele não é feliz consigo mesmo e comparamos com o Sean que não se tornou um professor de sucesso como seu amigo Lambeau mas foi extremamente feliz ao lado de sua falecida esposa).
    E assim o filmes se encerra de uma forma exuberante fechando o arco do Will e Sean com uma cena tocante convencendo que o jovem não tem culpa alguma fazendo ele reconhecer e desabar os sentimentos presos em seu interior por anos, demonstrando assim no final um batia desenvolvimento de ambos personagens.

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  • Yhan

    Se tem uma coisa que aprendi é que o primor de muitas obras é ser extremamente simples e felizmente este é o caso de Clube dos cinco contendo uma trama bem simples mas ao mesmo tempo uma boa complexidade. Feito por nada menos do que John Hughes que sempre retratou a adolescência de uma forma bem satisfatória.

    São 5 personagens de forma distintas um do outro, acaba meio que caindo na graça dos esterótipos de sempre nos apresentando cada um no início de forma sútil e de fácil compreendimento, de imediato até pensamos que isso pode ser clichê ou monótono mas não, o objetivo não é focar nos esterótipos desses personagens e sim nas semelhanças que eles tem; Cada um deles tem um conflito doloroso ou psicológico com seus pais.

    Clube dos cincos nos mostra o quão fundamental são os pais para a construção de nós, principalmente na fase da adolescência, demonstrando também a fragilidade da aprovação que impomos em nós pela pressão social ou familiar, tentando agradá-los usando máscaras e abrindo mão da nossa autonomia para se encaixar em padrões estabelecidos pela sociedade.

    Também é bacana destacar a visão do professor arrogante e carrancudo dizendo que os adolescentes mudaram mas o Zelador discorda dele dizendo que está bem equivocado com essa visão e que na realidade quem mudou é ele mesmo, os adolescentes continuam da mesma forma a diferença é que quando crescemos e adquirimos mais responsabilidades e preocupações na vida adulta deixamos de nos divertir, sem falar que eles são o futuro da sociedade e é uma fase complicada que acaba dependendo bastante dos adultos para guiá-los e colocá-los no caminho correto.

    É aquele tipo de filmes que acaba sendo atemporal, mesmo que claramente tende um pouco ao estilo de vivência escolar de um americano e se passa em uma época diferente de hoje em dia ainda sim dá para extrair determinados assuntos que servem até mesmo para hoje em dia expondo a dificuldade da adolescência por ser um momento determinante que definimos o nosso caráter, fazemos escolhas que nos carregará por toda vida e preocupamos por aprovação dos outros, por isso aquela cena deles sentados desabafando é bem significativa demonstrando justificativas para seus comportamentos.

    E o filme se encerra de forma magnífica demonstrando que a redação é irrelevante sobre si mesmo já que os adultos os enxergam como esterótipos e vemos que os 5 aprenderam sobre cada um deles ali presentes descobrindo mais coisa sobre si mesmo que não seja os rótulos que na primeira vista temos deles sendo o suficiente também para refletirem suas ações futuras para crescer como pessoas.
    Ah! E Destaque para a música Don't You Forget About Me e toda trilha sonora.

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  • Yhan

    Aqui temos um exemplo de ficção científica com uma trama bem simples sobre um programador ser selecionado para participar de um projeto numa luxuosa moradia de Nathan que criou uma alta inteligência artificial formando uma relação de lirismo bem efetiva entre máquina e homem que funciona muito bem.

    Diferente das maiorias dos filmes sobre IA que costumam ser sobre uma dominação das máquina no mundo Ex Machina se preocupa mais em focar em descobrir como uma máquina pode ter uma inteligência artificial que se assemelhe as nossas capacidades de raciocínio; É realmente capaz de comprovar que máquinas podem ter consciência? um debate interessante não?
    As sessões que Caleb tem com a EVA é bem instigante, a inteligência de resposta dela é muito complexo demonstrando que ela consegue por si só formular pensamentos e ideias próprias. É interessante notar que Nathan criou EVA com impulsos sexuais também, acaba sendo interessante refletir um homem ter criado uma máquina com traços femininos que poderiam tirar proveito disso (Uma objetivação da mulher, algo questionável) mas ao mesmo tempo vemos que EVA é capaz de tirar proveito de sua sexualidade para manipular um homem também.
    O filme pode não agradar o grande público já que requer grande atenção nos detalhes e segue uma narrativa lenta e simples (Algo que pessoalmente não acho um problema); Ex-Machina aborda muito bem um suspense psicológico ao mesmo tempo que demonstra questões ideológicas interessantes como o nosso deseja de criação, emoções, consciência, manipulação e assim por diante... e uma pequena reflexão de Stephen Hawnking pode estar correto quanto a inteligencia artificial pode ser a destruição da humanidade.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Ah! E para muitos o final é decepcionante mas eu sou daqueles que me agrado mais com um bad ending, maioria das obras que acompanho costuma sempre ter um final feliz mas não vejo necessidade de toda obra seguir essa fórmula, principalmente essa demonstrando a grande inteligência da máquina capaz de usar a manipulação para benefício próprio servindo de crítica para nós mesmo.

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  • Amanda Schultz
    Amanda Schultz

    Ah, fico feliz também, espero o mesmo. :)

  • Amanda Schultz
    Amanda Schultz

    Aceito. :)

  • Carlos Henrique Dalla Corte
    Carlos Henrique Dalla Corte

    Tá inspiradaço nas resenhas, hahaha

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