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32 years Catanduva - (BRA)
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Jornalista, crítico de cinema, especialista em Artes Visuais pela Unicamp e professor de Semiótica e Produção de Rádio e TV no Imes-Fafica (Catanduva/SP). É coordenador da área de Comunicação e Artes do Senac Catanduva, comentarista de cinema na Nova TV (Catanduva/SP) e na rádio Câmara Bauru 93.9 e autor do livro "Cinema em Foco - Críticas Selecionadas" (2012). Atualmente colabora com resenhas de filmes em diversos órgãos de imprensa, dentre eles o boletim eletrônico Colunas & Notas, o site DVD Magazine e a revista Middia Magazine, bem como mantém o blog "Cinema na Web" desde 2008.
É também organizador e consultor de festivais e mostras de cinema brasileiro.
Como comentarista de cinema, já atuou nas rádios Jovem Pan, Bandeirantes AM e Globo AM e também nos jornais O Regional e Notícia da Manhã, além de ter sido colaborador de cinema nos sites E-Pipoca, Cineminha, UOL, Senac São Paulo, Argumento.net e Antenadão, na rede "O Jornal" (com a coluna semanal 'Filme & Arte'), no boletim informativo da UNESP/Bauru e no site Observatório da Imprensa.

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Últimas opiniões enviadas

  • Felipe

    Elegante comédia britânica baseada em relatos reais, porém não oficiais, ainda que romanceados, quando, no alvoroço do Dia da Vitória, a princesa Elizabeth, então com 19 anos, saiu com a irmã Margaret, mais nova, do palácio para um passeio pelas ruas da capital. Ninguém reconheceu as duas jovens que, livres, fizeram uma longa jornada noite adentro: farrearam em bares, beberam, flertaram com garotos da mesma idade e arriscaram namoricos escondidos. Até se envolveram em corridas de carro, brigas e confusões com a polícia. Fora das paredes sufocantes do palácio, longe dos discursos de repreensão dos pais, contra todos os princípios da Corte Real, Elizabeth e Margaret, depois dessa noite agitada, sentiram-se felizes pela primeira vez.
    Não se sabe se todos os fatos narrados com as irmãs à noite foram verdade, mas no filme funciona como picos de energia ajudando a compor um roteiro agradável, notadamente feminino.
    O figurino de época, o design de produção de uma Inglaterra dos anos 40, em plena Segunda Guerra, e a feição da atriz principal, a bela Sarah Gadon, conquistam o telespectador de imediato. Sentimos na produção todo um toque de sofisticação, alternando sutilezas e charme, numa narrativa de romance com drama que fecha em um original tom farsesco.
    Rodado em lindos lugares de Londres e Bruxelas, “A noite da realeza”, exibido há poucos meses na TV fechada com o título de “Uma noite real”, traz participações especiais de Emily Watson, como a rainha Isabel, mãe de Elizabeth e Margaret, e Rupert Everett, o rei George, pais das meninas, que era gago (já vimos a biografia dele no ótimo “O discurso do rei”, premiado com quatro Oscars em 2011, e recentemente no seriado do Netflix “The crown”), duas figuras imponentes, importantíssimas para o desenrolar da trama. Já em DVD pela Flashstar.
    POR FELIPE BRIDA - Blog 'Cinema na Web'

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  • Felipe

    Thriller aterrorizante e claustrofóbico de ficção científica com horror, dos mesmos produtores e roteiristas de “Deadpool” e “Zumbilândia”, a dupla Paul Wernick e Rhett Reese. Com trabalho técnico impecável de efeitos visuais e sonoros, “Vida” é um filhote tardio de “Alien” (o próprio nome alien é citado na história), de roteiro ágil, sobre um time de cientistas confinados em uma nave espacial tendo de destruir uma criatura mortal (no elenco central, Ryan Reynolds, Rebecca Ferguson e Jake Gyllenhaal, bons e aflitos!). O que parecia uma célula inofensiva, recolhida dos já explorados solos de Marte, transforma-se em um monstro inteligente, semelhante a um polvo, com tentáculos, sedento por carne humana, que aumenta de tamanho numa velocidade estrondosa. Um a um dos passageiros é eliminado, e os que sobram procuram esconderijos nos compartimentos da Estação Espacial, além de maneiras para acabar com o temível ser.
    De origem sueca, o empenhado cineasta Daniel Espinosa (de “Protegendo o inimigo” e “Crimes ocultos”) comprova, com ensinamentos científicos e angustiantes, o que pode haver lá fora, em um lugar desconhecido, e abre uma boa discussão sobre as pesquisas desenfreadas em nome da ciência moderna que podem comprometer a vida na Terra – no filme, os cientistas retiram um estranho espécime do seu habitat natural, desconhecem como manejá-lo e ameaçam a sua integridade; pronto, o desastre está em processo!
    Um pouco sobre medo e tensão, elementos fundamentais do filme: tudo ocorre em gravidade zero, com os astronautas em flutuação e movimentos limitados, aspecto que impulsiona o clima de claustrofobia. Para atingir o realismo proposto pelo diretor, o elenco viveu semanas no set escuro, utilizaram trajes espaciais pesados, ficaram pendurados em cabos, com pequeno apoio de dublês. Por isto o resultado é excelente. Ah, e não permita que te contem o final, que é surpreendente, de dar palpitação no peito! Ótimo filme da temporada, já em DVD pela Sony Pictures. Nos extras do disco há quatro pequenos documentários (bem válidos), cenas excluídas e trailers.
    POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema na Web

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  • Felipe

    Comédia adolescente extrovertida escrita e dirigida por John Hughes, papa do gênero e do diálogo com o mundo teen, que retrata com perfeição e entusiasmo a cultura pop oitentista, assim como o sentido da vida para os jovens da época. Engraçado, com pitadas dramáticas, o filme marcou gerações, influenciou cineastas, abriu escola e virou um emblema cinematográfico, exibido infinitas vezes na Sessão da Tarde.
    Estreando na direção, Hughes (1950-2009) aproxima-se, com detalhes pontuais, da febre dos 16 anos, sob a perspectiva de uma garota comum americana que explode em dilemas. Ela caminha para a fase crucial de amadurecimento, não consegue equilibrar as emoções, enfrentando assim problemas em casa e na escola. Procura um lugar ao sol, busca atenção, carinho e afeto, e quer se tornar uma mulher logo – mas para isto precisará provar o gostinho do fracasso, dos medos, das frustrações.
    Na bolha do mundinho adolescente em que Samantha reside, os amigos mais próximos seguem no mesmo barco: assim como ela, são os “patinhos feios” da turma, jovens com espinhas, óculos e aparelhos nos dentes, com dificuldade de concentração nos estudos, mais atentos a xavecos no corredor, quase sempre com paqueras malsucedidas - e até arriscam um beijo desastroso na balada. Todos, conforme o relógio da vida, terão um longo caminho pela frente para saltarem à idade adulta.
    Hughes apropriou-se bem das picardias estudantis para realçar o mundo teenager dos anos 80, talvez o diretor que melhor falou disto. Logo depois faria três de seus maiores sucessos, com a mesma pegada e discussão, exibidos sem fim na TV aberta – “Clube dos cinco” (1985), “Mulher nota 1000” (1985) e “Curtindo a vida adoidado” (1986).
    Atriz recorrente de seus filmes, Molly Ringwald (de “Clube dos cinco” e “A garota de rosa-shocking”, este somente escrito por Hughes) sumiu das telas por um período e recentemente voltou a aparecer em seriados e longas menores, como o recente drama “King Cobra” (2016). Em “Gatinhas e gatões” chama a atenção a participação especial de atores de clássicos do Sétima Arte em rápidos desfiles cômicos, como Max Showalter, Carole Cook, Billie Bird e Edward Andrews.
    Foi relançado há alguns meses com capa diferenciada, numa linha criativa intitulada pela Universal de “pop”, com arte bem bacana, juntamente com quatro outros títulos: “Clube dos cinco”, “Orgulho & preconceito”, “Mamma mia!” e “Psicose”. Sem extras.
    POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema na Web

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  • Fernando Mendes
    Fernando Mendes

    Olá, Felipe! Adorei os Favoritos. Tomara que eu consiga chegar à marca de 8.500 filmes vistos hehe. Espero trocar ideias. Abraço!

  • danilo
    danilo

    E ai Felipe, está aceito! Seja bem vindo! Seus comentários são muito bons. Abraço.

  • Daniel
    Daniel

    Queria saber onde arranjou tempo para assistir todos esse filmes ? rsrsr