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33 years Catanduva - (BRA)
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Jornalista, crítico de cinema, especialista em Artes Visuais pela Unicamp e professor de Semiótica e Produção de Rádio e TV no Imes-Fafica (Catanduva/SP). É coordenador da área de Comunicação e Artes do Senac Catanduva, comentarista de cinema na Nova TV (Catanduva/SP) e na rádio Câmara Bauru 93.9 e autor do livro "Cinema em Foco - Críticas Selecionadas" (2012). Atualmente colabora com resenhas de filmes em diversos órgãos de imprensa, dentre eles o boletim eletrônico Colunas & Notas, o site DVD Magazine e a revista Middia Magazine, bem como mantém o blog "Cinema na Web" desde 2008.
É também organizador e consultor de festivais e mostras de cinema brasileiro.
Como comentarista de cinema, já atuou nas rádios Jovem Pan, Bandeirantes AM e Globo AM e também nos jornais O Regional e Notícia da Manhã, além de ter sido colaborador de cinema nos sites E-Pipoca, Cineminha, UOL, Senac São Paulo, Argumento.net e Antenadão, na rede "O Jornal" (com a coluna semanal 'Filme & Arte'), no boletim informativo da UNESP/Bauru e no site Observatório da Imprensa.

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Últimas opiniões enviadas

  • Felipe

    Disponível em DVD pela Flashstar, este encantador filme infanto-juvenil produzido na Holanda é um passatempo prazeroso para uma sessão da tarde, para juntar toda a família. A história se passa nos primeiros anos do século XX, sobre um garoto órfão, sonhador e inteligente, que não tem oportunidade para ir à escola. Para se sustentar, trabalha dia e noite numa fábrica suja, acompanhado de um único amigo, um macaquinho. Quando foge do emprego, cria laços com novos amigos de rua, pobres igual ele. Movido por uma enorme força de vontade, Wim terá como objetivo encontrar um lar.
    Feita com sutileza, a fita apresenta-se nos moldes de um conto de fadas e não esconde a influência do musical da Broadway “Annie” e do clássico romance de Charles Dickens “Oliver Twist” (ambos sobre órfãos aprisionados em internatos que fogem dos maus-tratos dos adultos), misturados a elementos inerentes da cultura nórdica.
    Um filme curtinho, agradável, sobre as novas amizades que a vida nos presenteia - e que ainda abre uma reflexão ao trabalho infantil, prática condenável que persiste em vários países.
    Quem dirige é o cineasta holandês Johan Nijenhuis, importante em sua terra natal, onde fez mais de 40 filmes de aventura para as crianças – aqui o diretor é desconhecido.
    Encante-se e se emocione com a vida de Wim, de A a Z.
    POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema na Web

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  • Felipe

    Divertida versão para cinema do famoso jogo de tabuleiro inglês “Detetive” (“Clue” ou “Cluedo”), modinha entre a garotada nos anos 80 e 90 (eu joguei muito e para quem conhece os detalhes do jogo fica mais fácil para sacar a história envolvendo crimes e muitos suspeitos). Foi John Landis, diretor de “Os irmãos cara-de-pau” (1980) e “Um lobisomem americano em Londres” (1981), quem produziu e escreveu o engenhoso roteiro, com gags impecáveis, com ajuda do diretor Jonathan Lynn, expert em comédias, como “Meu primo Vinny” (1990) e “Meu vizinho mafioso” (2000). E contrataram um elenco de peso, de ilustres comediantes indicados ao Oscar, ao Globo de Ouro e ao Emmy (Eileen Brennan, Madeline Kahn, Christopher Lloyd, Tim Curry, Lesley Ann Warren e outros). O resultado não poderia ser outro... uma comédia original de investigação cheia de truques, mortes estranhas e um humor negro afiado.
    Nesta farsa mirabolante, em estilo teatral, conhecemos seis convidados que chegam para um jantar num velho casarão, em 1954, debaixo de uma forte chuva. Nenhum deles entende o motivo de estar ali. São recebidos pelo mordomo Wadsworth (Tim Curry), enquanto aguardam o anfitrião. Não podem falar o nome verdadeiro, então o mordomo os apelida com cores (Dona Branca, Sra. Violeta, Professor Preto, Coronel Mostarda, Sra. Vermelha e Sr. Verde, mais o anfitrião, Sr. Corpo). A única coisa que sabemos sobre os ilustres desconhecidos é que todos estão ligados ao alto escalão do governo americano e são vítimas de chantagem política. Até que as luzes se apagam, e os crimes têm início (as armas utilizadas são as mesmas do jogo, castiçal, cano, corda, revólver, chave inglesa e punhal). Quem será o assassino? E por que ele está agindo? Descubra por si só, assistindo com atenção a esse nostálgico filme classe A da Paramount Pictures, sucesso de público quando exibido na TV aberta.
    Saiu em DVD no Brasil em 2005 e anos depois em Bluray, pela Paramount Pictures, com os três finais alternativos que passaram nos cinemas.
    POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema na Web

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  • Felipe

    Em 2016 a distribuidora Obras-primas do Cinema, especializada em resgatar filmes antigos, trouxe pela primeira vez um título lançamento do ano, que é este documentário “A loucura entre nós”, em parceria com a Água de Março Filmes. Imprescindível para quem trabalha ou estuda nas áreas de Psicologia e Psiquiatria, o doc brasileiro foi livremente inspirado no livro de mesmo título, de 2014, do psiquiatra Marcelo Veras, e ganhou prêmios em festivais independentes dentro e fora do país, além de ter integrado a seleção oficial de mostras europeias (como Portugal e França).
    Marcou a estreia da cineasta baiana Fernanda Fontes Vareille num longa-metragem. A partir do livro de Veras, a diretora, com uma equipe reduzida de quatro profissionais, visitou por três anos o Hospital Juliano Moreira, em Salvador (BA), onde o psiquiatra e autor do livro foi médico. Por muito tempo intitulada “Hospício de Alyenados São João de Deus”, a instituição é uma das mais antigas do Brasil, hoje com 144 anos. No local, a cineasta colheu 300 horas de imagens e depoimentos de internos reduzindo o material para 1h16, com foco na fala das mulheres, que têm sonhos, desejos e lamentam a falta de carinho dos familiares. “A loucura entre nós”, um título paradoxal, vale destacar, humaniza os pacientes, abordando a luta antimanicomial, discutida amplamente no meio clínico, e comprova uma nova configuração da Saúde Mental a partir do final dos anos 90, que possibilita a reinserção dos “loucos” na sociedade. Este é um documentário oportuno, que quebra preconceitos e estigmas, que tenta responder incômodas questões sobre os limites da nossa sanidade e o que nos define como normais. Como complemento, no DVD há entrevistas na seção de extras e o premiado curta-metragem da diretora “Deixe-me viver” (2009), sobre os conflitos entre Israel e Palestina.
    POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema na Web

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