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Moderador
37 years (BRA)
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Sou jornalista de formação, com 16 anos de atividade, pesquisador de cinema desde sempre e diretor de filmes trash/independentes nas horas vagas. Minha graduação é em Jornalismo e tenho mestrado em Comunicação/Cinema. Escrevo sobre filmes obscuros e/ou bagaceiros no meu blog Filmes para Doidos (filmesparadoidos.blogspot.com), e com colaborações cada vez mais esporádicas no site Boca do Inferno (www.bocadoinferno.com).

Já quis ser mágico, escritor e ator de filmes pornográficos. Hoje tenho a certeza de que o cinema é mais do que uma paixão: parafraseando Mojica, "o cinema é a minha religião".

Últimas opiniões enviadas

  • Felipe M. Guerra

    O "pesquisador" inglês Calum Waddell especializou-se em dirigir documentários sobre cinema fantástico sob encomenda, geralmente para serem incluídos em discos extras de edições especiais de grandes filmes. E se uso o termo "pesquisador" entre aspas é porque Waddell acabou se demonstrando um baita de um picareta, cujo trabalho às vezes versa sobre temas que ele sequer parece conhecer.

    É o caso deste frustrante "From Romero to Rome", que aborda, de maneira superficial e desinteressada, como o sucesso dos filmes de zumbis de George A. Romero provocou um 'boom' de produções baratas com mortos-vivos na Itália. O material é riquíssimo e poderia render um documentário muito divertido - e quase chega lá quando enfoca algumas das maluquices macarrônicas, como a mistura de zumbis e canibais "Zombi Holocaust" ou o pornô com zumbis "The Erotic Nights of the Living Dead".

    Mas se percebe que Waddell não tem o menor interesse em se aprofundar no tema. Ao invés de cenas dos filmes, usa cenas dos trailers porque é mais fácil e cômodo. Ao invés de procurar por diretores e roteiristas das obras sobre as quais o documentário trata, ele entrevista outros cineastas italianos que nunca fizeram filmes de zumbis, como Luigi Cozzi e Ruggero Deodato, e até alguns diretores ingleses contemporâneos (Alex Chandon, Darren Ward) que não têm nenhuma relação com zumbis italianos além de serem fãs (Waddell provavelmente foi entrevistá-los sobre algum outro assunto e aproveitou para conseguir uns depoimentos fáceis para encher linguiça).

    O resultado é um documentário que até diverte aqui e ali, mas que não traz nenhuma informação nova ou relevante para quem curte o tema, e transpira preguiça e desconhecimento a cada minuto.

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  • Felipe M. Guerra

    CLOSE RANGE, o mais recente filme de ação do diretor B Isaac Florentine, é correto e econômico. E aí reside o seu grande problema: é APENAS correto e econômico, sendo que já faz alguns anos que se espera muito mais do homem - capacidade ele tem; pelo jeito o que lhe falta mesmo é dinheiro!

    Florentine é um sujeito que já está há anos no mercado de cinema de ação barato, rápido e rasteiro. O que não quer dizer que encare a função com má vontade; pelo contrário, filmes anteriores como "Ninja" (2009), "Bridge of Dragons" e "Cold Harvest" (ambos de 1999), todos lançados em vídeo ou DVD no Brasil, são uma bela amostra do seu trabalho e melhores que tudo que sai da "primeira divisão". Só que a cada novo filme você fica esperando aquele que será o ponto de virada, aquele que vai carimbar seu passaporte para a liga principal, aquele que terá suficiente dinheiro e produção para dar de laço nos picaretas que infestaram o gênero há décadas. Já passou da hora de Florentine estar dirigindo o novo "Os Mercenários", ou aventuras para atores fodões como Liam Neeson e Jason Statham.

    Pois bem, este ponto de virada na carreira do cara ainda não é CLOSE RANGE. Aliás, se bobear, este foi o filme mais barato que Florentine dirigiu na vida inteira. A trama, acéfala, se desenvolve em apenas duas locações. Praticamente não existe roteiro, e os diálogos se resumem em algumas ordens do vilão (para seus capangas tentarem matar o herói). O roteiro é econômico até em frases de efeito para o protagonista - o astro Scott Adkins, outro cara que manda bem demais e aqui distribui porradas e facadas como se não houvesse amanhã. Para quem gosta de filmes que vão direto ao assunto, este é um vencedor!

    O problema, para quem vem acompanhando a carreira de Florentine, é que tudo soa ainda mais barato do que de costume. O tempo todo a gente fica aguardando por aquele grande momento, e ele nunca vem. Até o final é bem caído, e o filme inteiro some da memória meia hora depois de vê-lo.

    CLOSE RANGE pode até valer como filmeco de ação rápido e descartável para perder 90 minutos da vida. Mas, infelizmente, cada novo filme de Florentine é mais frustrante que o anterior, e não por culpa do diretor: ficamos é com pena que alguém tão bom e com tanto potencial pareça condenado a continuar fazendo filmes tão fundo de quintal!

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  • victor
    victor

    eai brother tudo bom vc sabe me dizer onde vc viu o filme https://filmow.com/dear-dictator-t214070/ ? valeu

  • Filmow
    Filmow

    Olá.
    Poderia aceitar a solicitação de amizade para te incluirmos no grupo de moderadores?
    Abraços.

  • Lord of Los Feliz
    Lord of Los Feliz

    Opa, tudo certo?
    Li outro dia no blog Canibuk uma entrevista com você e fiquei bastante interessado em assistir o seu flime "Entrei em Pânico..." original, mesmo sabendo que você não goste tanto dele hehehe
    Por acaso sobrou alguma fita do filme?
    abraço!