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Quem sou eu? Só um cara aí, tentando assistir todos os filmes da Sessão da Tarde que perdi quando era criança.

Últimas opiniões enviadas

  • Filyppe Saraiva

    Se você se dispõe a assistir um filme com um pôster de um casal prestes a se beijar, não pode reclamar do fato de ser uma história de amor, daquelas mais simples e melosas, poucas são as excessões. Principalmente se estivermos falando de algo baseado na obra de Nicholas Sparks, maior best-seller de romances românticos de nossa geração. Aqui, além de emprestar sua obra, Sparks atua como produtor, então tudo ficou bem como ele queria.

    Muita gente reclama que o enredo básico dos livros do autor é sempre o mesmo, com um romance, um motivo para se afastar, um acontecimento inevitável que vai unir o casal... talvez seja esse o segredo para tantas obras em tão pouco tempo.

    Mas Um Porto Seguro tem sim algo de diferente. Além do romance que já é sabido, o filme tem uma grande parcela de suspense. Uma caça à protagonista, que quebra o clima doce demais que a história poderia ter.

    Atuações razoáveis (exceto pelas duas crianças, que são excelentes) e a escolha de locações perfeitas agradam aos olhos, mas o destaque maior fica por conta da trilha sonora, assim como a maioria dos romances atuais. A música certa no momento certo eleva e muito as cenas aqui.

    Há ainda um leve plot-twist no finalzinho que diferencia um pouco mais esse dos outros filmes baseados na obra do autor.

    Com direção de Lasse Hallström, mestre no gênero e mesmo cara por trás de Querido John e Sempre ao Seu Lado, Um Porto Seguro não é nada muito além do que se espera, mas não dá pra negar que traz novos elementos ao gênero.

    Recomendo pra dividir a companhia daquela pessoa especial. ;)

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  • Filyppe Saraiva

    O último filme da franquia Bond em que Pierce Brosnan assume o papel principal é de longe o seu mais fraco e com exceção dos pastelões de Roger Moore (que são imbatíveis como os piores da franquia) esse aqui é provavelmente o mais chato.

    E o pior é que o enredo prometia boas coisas, com um Bond sendo capturado pelos coreanos e mantido preso (e sob tortura). Sai de lá com uma puta barba de fazer inveja em Jesus, com psicológico frito e com a MI6 embirrada com ele.

    No entanto, o que vemos é um desfilo de efeitos visuais, como se tudo fosse uma competição pra levar ao cinema o filme com mais tela verde. É carro invisível, avião que parece uma peneira e mesmo assim continua voando, Halle Berry se arremessando do alto da puta que pariu num mergulho de costas, palácio de gelo todo construído em CGI se deteriorando... tsc tsc

    Talvez seja fruto da época em que foi feito, logo após Matrix, onde o cinema de ação era sim dos efeitos visuais. Mas transformar uma franquia de espionagem/aventura faz desse filme o mais bizarro da série.

    PS: Vocês viram o Gollum lá?

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  • Filyppe Saraiva

    Guerreiro, de Gavin O'Connor, é um filme de 2011, ano em que o MMA (de Mixed martial arts, ou artes marciais mistas) estourou com força ao redor do mundo, com a febre do UFC (Ultimate Fighting Championship), uma organização que reunia os melhores lutadores de artes marciais mistas, inspirado no vale-tudo criado no Brasil.

    O filme conta a história de dois irmãos, Tommy e Brendan, que cresceram em meio às diferenças de prioridade e hoje lutam para colocar um foco em sua vida. Ambos precisam de dinheiro urgentemente e recorrem à luta para alcançá-lo.

    Mas dizer que Guerreiro é só sobre isso seria diminuí-lo bastante. O filme leva ao espectador uma dose cavalar de drama familiar, apresentando a relação conturbada de ambos os filhos com o pai, Paddy, papel que rendeu uma indicação ao Oscar de melhor ator coadjuvante a Nick Nolte. Paddy é um alcoólatra em tratamento, e busca se redimir dos erros cometidos com os filhos quando esses eram apenas crianças. O engraçado é que Anthony Tambakis e Gavin O'Connor, roteiristas do filme, escreveram o papel de Paddy justamente para Nick Nolte (que foi vizinho dos dois em Malibu), mas os produtores do filme não gostaram da ideia. No entanto, os roteiristas bateram o pé o Nick ficou com o papel.

    A direção de Gavin O'Connor é segura e muito bem aproveitada nessa história de redenção, que tira bastante o ar de filme de superação, como é o caso da maioria dos filmes de luta, tentando emular Rocky. Aqui O'Connor busca uma aproximação maior com os dramas reais dos personagens, bota a câmera na mão e segue caminhando atrás dos protagonistas, segura o ritmo dos cortes para aumentar a carga emocional e dirige muitíssimo bem as cenas de luta. No caso do MMA, que é uma luta de movimentos bruscos e rápidos, o trabalho do diretor é importantíssimo para o bom entendimento da luta e o aumento da expectativa pelos resultados.

    Joel Edgerton impressiona como o carismático professor de física Brendan, mas o destaque fica por contado do insano Tommy, de Tom Hardy. O ator ficou imenso para interpretar o papel, e chegou a quebrar costelas e dedos dos pés e das mãos durante as filmagens.

    A cena final do filme, com a música About Today da banda The National foi escolhida para encerrar o longa mesmo antes do fim das filmagens, na verdade a faixa ficava tocando várias vezes na casa dos roteiristas enquanto trabalhavam. A letra da música é sobre duas pessoas se distanciando, tentando se aproximar e com medo de se perderem, e é o encerramento perfeito para o filme, que fez até marmanjo chorar aqui em casa.

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  • Filmow
    Filmow

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/

  • Filipe Duarte
    Filipe Duarte

    Hahaha valeu, mas que isso pô, eu tô precisando aprender e muito ainda. Tô vendo tanta série, algumas ruins diga-se de passagem, que preciso voltar pro cinema. Agora continue assim, você manda muito bem na escrita. ;)

  • Filipe Duarte
    Filipe Duarte

    Também não consegui responder:

    Então...eu fiquei empolgado com o filme pela sua crítica. Sério, eu não vi o A Hora Mais Escura e o Lincoln exatamente pela duração, mas agora quero ver o Miseráveis. Aliás, parabéns pelas críticas, tenho usado muito em referência pra ver ou não um filme. O A Hora, por exemplo, desanimei total quando li a sua....já não gostei de Guerra ao Terror, imagine esse filme, que já compararam a cópia de Homeland. Eu ainda vou ver, mas daqui a muito tempo.