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Últimas opiniões enviadas

  • Lari Gp

    O que dizer desse filme que foi uma das minhas experiências cinemáticas mais intensas? (digo de filmes assistidos em uma sala de cinema, literalmente). Em certo momento do filme, simplesmente senti vontade de abandonar tudo e sair correndo da sala, em negação a tudo o que eu tinha acabado de presenciar na tela.

    A experiência foi tão intensa que eu e meus amigos, ao final do filme, ficamos olhando os créditos rolarem, embasbacados, só depois de um tempo conseguimos reunir forças para sair da sala e ficamos perambulando a esmo pelo shopping...sei que, nesse momento, por algum motivo, só conseguimos enxergar bebês e crianças que cruzavam o nosso caminho, até que chegamos no estacionamento, que é a céu aberto, e ficamos discutindo todas as interpretações e sentimentos que tinham saído daquelas últimas 2h. Como um bom filme do Aronofsky, mother! é um material muito rico pra interpretar do jeito que entendermos, sendo que não há uma única verdade...

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    as referências bíblicas são mais do que na cara, mas acho que não é a única forma possível de ver a sequência da história...

    Agora, escrevendo esse comentário, lembro do quanto o filme me impactou e sinto que já preciso assistir novamente pra refrescar a memória...mas, o que ficou de sensação, foi o absoluto caos subjetivo em que essa obra nos coloca, senti ódio, nojo, medo, humilhação, esperança, etc. Me senti literalmente na pele da protagonista, e os closes no rosto da Jennifer Lawrence só intensificam isso.

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  • Lari Gp

    Já faz alguns anos que eu li o livro, não é fácil chegar ao final das 1.138 páginas (imagino o quanto deve ter nevado pro King naquele inverno de 1986...), mas mesmo não tendo a memória tão fresca da obra literária, acredito que o filme tenha feito juz tanto ao livro quanto à minissérie da década de 90 (o objetivo não é comparar ambas, mas acaba sendo inevitável).

    A grande questão que não queria calar era se a atuação do Bill Skarsgård seria "à altura" da do Tim Curry, o que na minha opinião, foi totalmente! Ele trouxe ainda mais à tona a qualidade de humor obscuro que o Pennywise tem no livro, além de ser macabro pra caralho.

    Não sou fã de exploração "até onde não dá mais" das obras, mas confesso que me surpreendi que vai haver uma continuação e fico aguardando ansiosa desde já. Minha única crítica, sem dúvidas, é em relação à adultização da personagem da Sophia Lillis, assim como já ocorre com a Milly Bobby Brown em Stranger Things, a Bev parece muito mais velha e madura do que todos os seus companheiros do clube dos perdedores, aquele velho cliché de que "meninas amadurecem mais cedo" ou só pretexto pra sexualização precoce?

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  • Lari Gp

    Gente, vim aqui escrever o comentário e descobri que a tradução do filme é "Juventude Assassina", apenas um momento de silêncio para apreciar a qualidade "Linha Direta" desse título.

    Esse filme é um primo problemático e desajustado de "O Clube dos Cinco", que também fala sobre uma cidade pequena na qual os adolescentes estão reprimidos e entediados, no que só pode resultar caos. Sou fascinada por esses filmes que mostram a força e também o vazio que podem decorrer da experiência de ser jovem (Over the Edge e Out of the Blue, também com Dennis Hopper, são ótimos!).

    Em meio a tantos "coming of age films", River's Edge, ops, Juventude Assassina, é uma pérola esquecida, talvez por não ter envelhecido tão bem quanto outros do mesmo gênero. Além disso, a sensação é de anacronismo, já que, quando fui revê-lo, percebi o quanto é misógino, não combina com nossa realidade hoje, obg jesus.

    Também tem certas peculiaridades e excentricidades que certamente impediram que o filme fosse mais reconhecido, por exemplo, o personagem do Crispin Glover é bizarro demais (um pleonasmo, mas ok) para que qualquer pessoa se identifique com ele, bem como o personagem do Dennis Hopper (que parece ter sido escrito sob medida pra ele, mas que acabou sendo uma vesão suavizada do Frank Booth, que ele interpretou no mesmo ano em Blue Velvet). Apesar disso, consigo apreciar o filme enquanto uma obra que quase alcançou o seu potencial total.

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  • Islana
    Islana

    Obrigada :D
    haha os que amam o filmow <3
    Os seus também são ótimos, podemos trocar várias indicações!

  • Ramone
    Ramone

    Ando meio sem tempo mas logo vou conseguir te responder com calma, não desiste de mim \o hauhahua

  • Gabriele
    Gabriele

    hahaha sim, ele já tá com os temas digamos que bem delimitados. Mas pelo menos é um filme que facilmente dá de analisar muito além das intenções que o aronofsky teve.
    Ah vale bastante a pena os livros dele! Role Models eu achei pdf, estou lendo e gostando muito, ele fala sobre todas as pessoas que inspiraram ele durante a vida, só figuras únicas assim como ele adhusduha. Ele fez eu me sentir melhor por ser uma pessoa com tantas obsessões, amém john waters kkkkk. O outro livro dele shock value eu só achei audiobook, esse ele fala mais do trabalho dele, a recepção do público, história dos atores, etc, muito bom também.