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21 years Campinas - (BRA)
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"Pensa que não entendo? O inútil sonho de ser. Não parecer, mas ser. Estar alerta em todos os momentos. A luta: o que você é com os outros e o que você realmente é. Um sentimento de vertigem e a constante fome de finalmente ser exposto."

Últimas opiniões enviadas

  • Higor

    Com um olhar sensível e direto ao personagem, Bradley nos traz uma nova história como nenhuma outra versão trouxe. O limiar do filme carrega uma dramaticidade enorme, nos movimentos e cores, nos ambientes sempre pequenos e estreitos, até mesmo no palco, onde uma grande plateia nos envolve, a gente se vê lado a lado aos personagens, proporcionando uma proximidade absurda tanto com Jack quanto com Ally. As primeiras cenas nos levam por uma espécie de desconhecido, e tudo já começa intenso e vibrante. Logo depois é possível ser envolvido cada vez mais com a intenção do diretor, que é bem clara e fica mais visível ao decorrer do filme. As músicas são tão cruas e conversam extremamente com as falas e o roteiro. O ponto crucial é quando a intensidade e a carga emocional vai pra um lugar mais realista e pragmático e então tudo te leva pra um espaço que Bradley soube trabalhar com maestria, falando sobre um problema tão delicado como o que Jack enfrenta. Alguns sutís relances de câmera e direção de cena ajudam a embelezar e nos deixam marcas que formam símbolos dos quais não iremos esquecer tão brevemente. O único problema que rodeia a trajetória ao meu ver é a mudança rápida de um amor repentino pra uma trágica história, o que poderia ter sido mais alongado, principalmente em seus momentos de mais harmonia. Senti falta de uma positividade mais constante do fim do começo pro meio. Fora isso não há como negar que em sua estreia como atriz, Lady Gaga está visceral com sua personagem Ally que carrega em si um talento gigantesco, além de Bradley como estreante na direção, que nos dá um impecável enredo e garante seu lugar nos destaques desse ano. Se existe uma história que não irá ficar obsoleta será A Star Is Born, com o reavivamento recebido nesta nova versão. O que mais me animou no filme além da trilha e a da emoção demasiada, foram as cores trabalhadas para enfatizar o amor de Ally e Jack, que mais do que um casal que passa por momentos difíceis ao longo de sua trajetória, são dois grandes artistas, músicos, compositores, que irão resistir ao tempo em que sua história foi contada.

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  • Higor

    O mapa de luz embeleza mais ainda as cenas e traz toda a nostalgia da época, tudo entrelaçado com os assuntos delicados e a carga do documentário. As entrevistas são fluídas, gerando assim, espaço para digerir e deixando o roteiro mais natural e nada presunçoso. Um clássico vivo e atual que deveria ser visto e estudado como forma de conscientização, comunicação e luta por mais equanimidade real numa sociedade cada vez mais obsoleta, tanto nos EUA como em toda a América. Necessário!

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